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2022-12-01T18:26:34-03:00
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MERCADOS AGORA

Bolsa agora: Ibovespa acompanha queda da Petrobras (PETR4) e cai mais de 1%; dólar recua

1 de dezembro de 2022
6:58 - atualizado às 18:26

RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais operam sem direção única nesta quinta-feira (1). Os mercados reagem aos sinais de possível alívio ao aperto monetário promovido pelo Federal Reserve (Fed), com os investidores ajustando posições. No cenário doméstico, as atenções seguem voltadas à escolha do futuro ministro da Economia, com Fernando Haddad sendo o mais cotado.

Petrobras (PETR4) tomba após plano estratégico e leva junto o Ibovespa; dólar cai abaixo dos R$ 5,20

Estamos oficialmente no último mês do ano. O clima natalino se confunde com a energia caótica da Copa do Mundo, mas o mercado financeiro sabe bem o que quer ver sob a árvore de Natal antes de o Ano Novo chegar — mas boa parte desses presentes depende da disposição do presidente eleito em distribuir. 

Até agora, nada dos nomes da equipe econômica do próximo governo e nem sinais de uma data concreta para a divulgação de quem será o novo ministro da Fazenda. Também não há muitos sinais de que a equipe da transição irá ceder em muitos pontos da PEC que busca abrir espaço no orçamento para gastos sociais — e nem de qual será a nova âncora fiscal. 

Se em algum momento de dezembro esses presentes adornarem a árvore de Natal da B3, talvez o mercado caminhe para um fim de ano mais tranquilo. Mas essa não é a realidade no momento. 

Hoje, pesaram sobre os investidores os números piores do que o esperado do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) e a percepção de que o plano estratégico apresentado pela Petrobras (PETR4) na noite de ontem deve passar por muitas alterações. 

Leia mais.

FECHAMENTO

O Ibovespa recuou 1,39%, aos 110.925 pontos.

FECHAMENTO EM NOVA YORK

O rali patrocinado por Jerome Powell no dia anterior teve vida curta e as bolsas americanas voltaram a fechar no vermelho, preocupadas com a continuidade do aperto monetário do Federal Reserve.

  • Nasdaq: +0,13%
  • S&P 500: -0,08%
  • Dow Jones: -0,56%
SALADA DE FRUTAS?

Marcelo Castro, relator do orçamento de 2023, falou há pouco e deu a entender que o Congresso caminha para aprovar uma PEC que seja uma mistura entre o texto proposto pelo governo eleito e pelo senador Tasso Jereissati. A ideia é reduzir a amplitude dos gastos e determinar uma âncora fiscal em um único texto.

FECHAMENTO

O dólar à vista encerrou o dia em queda de 0,09%, a R$ 5,1971

FECHAMENTO

O petróleo do tipo Brent encerrou o dia em queda de 0,10%, a US$ 86,88 por barril. O dia é negativo para as petroleiras brasileiras, em especial a Petrobras (PETR4), que repercute o seu novo plano estratégico

JUROS FUTUROS

Os juros futuros recuaram um pouco, mas ainda operam em alta em relação ao ajuste anterior. Os DIs mais longos são os que ganham impulso com a queda do dólar nesta quinta-feira.

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2313,67%13,68%
DI Jan/2413,97%13,91%
DI Jan/2513,10%13,04%
DI Jan/2612,84%12,77%
DI Jan/2712,72%12,66%
SOBE E DESCE NO IBOVESPA

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
EMBR3Embraer ONR$ 13,872,36%
GETT11Getnet unitsR$ 4,602,22%
TAEE11Taesa unitsR$ 35,131,71%
EGIE3Engie ONR$ 40,081,47%
BRAP4Bradespar PNR$ 28,701,41%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
SOMA3Grupo SomaR$ 10,63-7,81%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,16-7,33%
BRFS3BRF ONR$ 8,77-6,90%
IRBR3IRB ONR$ 0,70-6,67%
MRFG3Marfrig ONR$ 8,26-5,60%

O Ibovespa mantém a trajetória de queda ao longo desta tarde. A bolsa cai 1,40%, aos 110.909 pontos com cenário externo de mais cautela.

A Petrobras (PETR3;PETR4) também acelera as perdas e recua mais de 3% no Ibovespa. Além disso, as varejistas Soma (SOMA3) — dona da Hering — e Magazine Luiza (MGLU3) lideram a ponta negativa, com o avanço dos juros futuros mais longos.

O dólar à vista opera estável, em trajetória de queda, a R$ 5,1834.

O QUE SERÁ DO PIB? OS VILÕES QUE FARÁ A ECONOMIA BRASILEIRA DESACELERAR MAIS

A economia brasileira desacelerou no terceiro trimestre. O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,4% entre julho e setembro, depois de uma expansão bem mais forte, de 1,2% nos três meses anteriores. Além de mais fraco, o desempenho também veio abaixo do avanço de 0,6% que o mercado esperava. 

Os dados, divulgados nesta quinta-feira (01), estão no espelho retrovisor. Só que, olhando para o horizonte da economia brasileira, as notícias não são melhores. A tendência é de que o processo de desaceleração continue. 

Segundo o Itaú, o enfraquecimento do PIB no terceiro trimestre era esperado e é um sinal de desaceleração no segundo semestre, devido à redução da renda disponível e ao efeito defasado da política monetária contracionista

E essa mesma política monetária contracionista — aqui e no exterior — deve continuar pressionando a economia brasileira.

Leia mais.

O Ibovespa opera em queda de 1,45%, aos 110.857 pontos e acompanha a piora do humor de Nova York.

No mesmo horário, o dólar à vista estável, a R$ 5,1867.

FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta, repercutindo ainda melhora nas perspectivas na China com políticas mais brandas de isolamento e avanço na vacinação de idosos.

Além disso, a taxa de desemprego caiu de 6,6% para 6,5% em outubro na Zona do Euro, segundo a Eurostat, agência de estatísticas da União Europeia. O índice ficou próximo, e melhor, das expectativas do mercado, que projetava estabilidade do indicador.

Confira o fechamento:

  • Frankfurt: +0,64%;
  • Londres: -0,17%;
  • Paris: +0,23%;
  • Stoxx 600: +0,76%.
PETROBRAS (PETR4; PETR3) INTENSIFICA QUEDA

Os papéis da Petrobras (PETR4;PETR3) caem mais de 2% no Ibovespa, apesar da alta do petróleo no mercado internacional. A commodity sobe 2,04%, com o barril cotado a US$ 88,66.

Os investidores repercutem o plano estratégico da estatal para 2023 a 2027 e incertezas quanto aos pagamentos de proventos durante o governo Lula (PT). Mudanças no calendário de distribuição dos dividendos e a base de cálculo são alguns dos focos de atenção para o mercado.

CÓDIGONOMEULTVAR
PETR4Petrobras PNR$ 26,01-2,44%
PETR3Petrobras ONR$ 29,72-2,20%
BRF (BRFS3) RECUA MAIS DE 6%

Os papéis da BRF (BRFS3) recuam 6,16%, negociados a R$ 8,84.

O motivo para a queda acentuada é a dívida multibilionária da companhia com a Ipiranga, segundo notícia publicada ontem na Veja.

Segundo a revista, o imbróglio é proveniente de uma joint venture entre as marcas Perdigão e Texaco na década de 1990. Com o valor atualizada, a dívida ultrapassa a marca de US$ 800 milhões.

A queda acentuada da BRF (BRFS3) puxa os pares, que também recuam:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRFS3 BRF ON R$ 8,84-6,16%
MRFG3 Marfrig ON R$ 8,29 -5,26%
BEEF3 Minerva ON R$ 12,08 -3,36%
JBSS3 JBS ONR$ 21,99 -0,27%
IRB (IRBR3) DESPENCA APÓS PROPOSTA AGRUPAMENTO DE AÇÕES

A resseguradora IRB (IRBR3) acumula queda de 6,67%, a R$ 0,71, no Ibovespa. Os investidores digerem a proposta de agrupamento de ações da companhia, na proporção de 30 por 1 ação.

Contudo, a decisão ainda não é definitiva. O tema será votado pelos acionistas no dia 22 de dezembro, em assembleia digital.

De qualquer modo, o grupamento não é uma estratégia do IRB. A proposta visa ao cumprimento das normas impostas pela B3. A operadora da bolsa brasileira estabelece regras para inibir a negociação de penny stocks, como são chamadas as ações cotadas abaixo de R$ 1.

JUROS FUTUROS AVANÇAM

À espera de um nome indicado ao Ministério da Economia e maior cautela do exterior, após dados econômicos nos EUA, os juros futuros (DIs) mais longos avançam nesta quinta-feira (1). Confira:

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2313,68%13,68%
DI Jan/2414,01%13,91%
DI Jan/2513,15%13,04%
DI Jan/2612,90%12,77%
DI Jan/2712,78%12,66%
EXPECTATIVAS DE ALTA DOS JUROS AMERICANOS

A possibilidade de elevação dos juros americanos em menor magnitude do que nos últimos meses ganha força entre os analistas. O movimento acontece após o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano) dar sinais de que a autarquia deve aliviar o aperto monetário na próxima reunião, marcada para 13 e 14 de dezembro.

Segundo o monitoramento do CME Group, a chance de uma alta de 50 pontos-base avançou de 75,8% para 79,4% entre ontem (30) e hoje. Já a possibilidade elevação em 75 pontos-base recuou de 24,2% para 20,6%.

Com informações de Broadcast.

BOLSAS DE NOVA YORK EM QUEDA

Os ganhos do início do pregão, com maior otimismo sobre o alívio ao aperto monetário pelo Federal Reserve (Fed) não foram suficientes.

As bolsas americanas inverteram o sinal há pouco após o Departamento do Comércio apontar queda de 0,3% nos investimentos em construção nos EUA entre setembro e outubro. A retração foi maior que expectativa de recuo de 0,2%. Contudo, na comparação anual, os investimentos cresceram 10,8% em outubro.

Confira o desempenho das bolsas em Nova York:

  • Dow Jones: -1,07%;
  • S&P 500: -0,38%;
  • Nasdaq: -0,35%.
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa acentua a queda com Nova York e cai 1,37%, aos 110.950 pontos.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
GETT11Getnet unitsR$ 4,643,11%
EGIE3Engie ONR$ 40,342,13%
TAEE11Taesa unitsR$ 35,262,08%
PRIO3PetroRio ONR$ 36,761,97%
EMBR3Embraer ONR$ 13,791,77%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
SOMA3Grupo SomaR$ 10,73-6,94%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,20-6,16%
IRBR3IRB ONR$ 0,71-5,33%
BRFS3BRF ONR$ 8,93-5,20%
VIIA3Via ONR$ 2,08-4,59%
COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa opera em queda de 1,12%, aos 111.152 pontos, na contramão do exterior. A maior cautela ainda é resultado do cenário fiscal e indefinição do comando do Ministério da Economia. O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve anunciar em breve os nomes da equipe ministerial, antes da diplomação do cargo em 12 de dezembro.

Os investidores também seguem atentos às movimentações da PEC da Transição, que deve ser aprovada antes do recesso parlamentar de final de ano.

Soma-se a isso, o desempenho da economia no último trimestre. Mais cedo, o IBGE divulgou que o PIB do terceiro trimestre avançou 0,4%, na comparação trimestre a trimestre, e após subir 1,2% entre maio e junho deste ano. O indicado veio abaixo das expectativas.

Os destaques do dia são Petrobras (PETR3;PETR4), com queda superior a 1% após a divulgação do plano estratégico para o período entre 2023 e 2027. A companhia manteve, por exemplo, a previsão de distribuição de dividendos entre US$ 60 bilhões e US$ 70 bilhões para o período. Contudo, ainda há incertezas de como deve ser gerida a política de pagamento de proventos durante o governo Lula (PT). Leia mais na matéria.

Além disso, as varejistas, sobretudo Magazine Luiza (MGLU3), liderou as perdas durante boa parte desta manhã, como reflexo da alta nos juros futuros (DIs) e queda do dólar à vista.

Na ponta positiva, por sua vez, Taesa (TAEE11) é uma das beneficiadas pelo ajuste de posições. As petroleiras Prio (PRIO3) e 3R Petroleum (RRRP3) também avançam com a valorização do petróleo no exterior.

O petróleo acumula alta de 2,20%, com o barril negociado a US$ 88,89. O bom desempenho acontece em meio a rumores de que a Organização dos Países Produtores de Petróleo e Aliados (Opep+) deve cortar novamente a produção em breve.

No exterior, as bolsas americanas operam sem direção única. O índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) avançou 0,3% em outubro ante setembro, mesmo nível de crescimento registrado no mês anterior. O dado, divulgado pela manhã desta quinta-feira, ficou em linha com a expectativa dos analistas, que projetam alta na mesma magnitude.

O FUTURO DA ITAÚSA

Apesar das diversas incertezas políticas e econômicas de ordem doméstica e global, a Itaúsa (ITSA4), holding e controladora do Itaú Unibanco, está confiante de que pode voltar a pagar os seus níveis históricos de dividendos nos próximos anos. 

Em evento para analistas e investidores nesta quinta-feira (01), o presidente e diretor de Relações com Investidores da Itaúsa, Alfredo Setubal, afirmou que a prática de pagamento de dividendos, no momento, está atrelada aos valores repassados pelo Itaú Unibanco. 

O executivo lembrou que, ao contrário do que aconteceu entre 2017 e 2019, quando o banco distribuiu cerca de 90% do seu resultado, os últimos anos foram mais magros, acompanhando o crescimento do crédito.

Com o Itaú pagando os dividendos mínimos de 25%, os repasses para os acionistas da holding foram reduzidos, mas há expectativa de que, com a maturação das outras empresas investidas — como Alpargatas (ALPA4) e CCR (CCRO3) —, a empresa pode retomar uma redistribuição de 37% a 40% do seu resultado, no patamar histórico. 

Leia mais.

MAGAZINE LUIZA (MGLU3) DESPENCA

A varejista Magazine Luiza (MGLU3) lidera as perdas do dia, com queda de 4,69%, a R$ 3,25.

O recuo acontece em meio à alta na curva de juros futuros (DIs), com maior cautela dos investidores sobre os ativos de consumo.

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2313,68%13,68%
DI Jan/2414,02%13,91%
DI Jan/2513,15%13,04%
DI Jan/2612,90%12,77%
DI Jan/2712,79%12,66%
ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas americanas abriram sem direção única nesta quinta-feira (1). Os investidores repercutem ainda a sinalização de que o Fed deve aliviar o aperto monetário nos próximos meses. Além disso, a manutenção da inflação na linha da estabilidade, medido pelo PCE divulgado mais cedo, injetam maior otimismo em Wall Street.

Confira a abertura em Nova York:

  • Dow Jones: -0,15%;
  • S&P 500: +0,32%;
  • Nasdaq: +0,27%.

O Ibovespa reduziu as perdas do dia, mas ainda opera em queda e descolado do exterior. A bolsa brasileira cai 0,62%, aos 111.785 pontos.

No mesmo horário, o dólar à vista opera em queda de 0,46%, a R$ 5,1775.

PETROBRAS (PETR4) CAI E DESTOA DOS PARES

Os papéis de Petrobras (PETR4. PETR3) caem quase 1% no pregão desta quinta-feira (1), e limita os ganhos do Ibovespa — que destoa do exterior.

Apesar da alta do petróleo no cenário internacional — com avanço de 1,69% e barril a US$ 88,44 —, os investidores repercutem o plano estratégico da companhia, divulgado ontem (30).

O planejamento para 2023 a 2027 prevê, entre outras medidas, investimentos de US$ 78 bilhões, uma lata de 15% na comparação com período anterior (2022-2026). Contudo, a incerteza sobre o pagamento de dividendos durante o período previsto e controle da companhia durante o governo Lula (PT) refletem nos ativos.

Segundo analistas do Santander, a política de dividendos cairá de 60% da diferença entre o fluxo de caixa operacional e investimentos, para 25% do lucro líquido ajustado. Além disso, o banco avalia que a frequência de pagamentos dos proventos deve ser alterada de trimestral para anual a partir de 2023.

Por esses motivos, em geral, os papéis de Petrobras destoam dos demais pares no Ibovespa. Confira:

CÓDIGONOMEULTVAR
PRIO3 PetroRio ON R$ 36,25 0,55%
RRRP3 3R Petroleum ON R$ 37,14 0,41%
PETR3 Petrobras ON R$ 30,13 -0,86%
PETR4Petrobras PN R$ 26,42 -0,90%
IRB (IRBR3) CAI APÓS PROPOSTA DE GRUPAMENTO

Quando você pensa que o calvário do IRB Brasil (IRBR3) está perto do fim, vem uma notícia sugerindo que no fundo do poço tem um alçapão. Como IRBR3 encontra-se por período prolongado abaixo de R$ 1, a resseguradora vem sendo cobrada pelos reguladores a promover um grupamento de ações — e, assim, deixar a condição de penny stock.

Ontem, IRBR3 encerrou a sessão cotada a R$ 0,75; hoje, a companhia apresentou uma proposta de grupamento das ações, na proporção de 30 para 1. O tema será votado pelos acionistas no dia 22 de dezembro, em assembleia digital.

A notícia não foi bem recebida pelo mercado: na primeira hora do pregão de hoje, IRBR3 figurava entre as principais perdas do Ibovespa. A ação recuava 4% por volta das 10h30, cotada a R$ 0,72.

Mas por que isso acontece? Propostas de grupamento de ações são eventos neutros para o preço de um ativo, ao menos em tese. O problema, no caso do IRB, é o grupamento provocar uma espécie de "armadilha de liquidez", já que o preço de tela do ativo será multiplicado por 30 se a proposta for aprovada.

Leia mais.

Ibovespa segue operando em tom negativo, mesmo com a reação positiva de Nova York sobre dados de inflação. A bolsa brasileira cai 0,96%, aos 111.406 pontos.

REAÇÃO DE NOVA YORK

Com a sinalização de estabilidade na inflação, medido pelo PCE, os índices futuros de Nova York operam em alta. O índice de inflação avançou 0,3% em outubro ante setembro, mesmo nível do mês anterior. Já o núcleo do PCE, que exclui itens voláteis, veio abaixo das projeções.

Confira os futuros de Nova York:

  • Dow Jones futuro: +0,26%;
  • S&P 500 futuro: +0,50%;
  • Nasdaq futuro: +0,61%.
INFLAÇÃO NOS EUA

O índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) avançou 0,3% em outubro ante setembro, mesmo nível de crescimento registrado no mês anterior. O dado ficou em linha com a expectativa dos analistas, que projetam alta na mesma magnitude.

O núcleo do PCE — que exclui itens mais voláteis, como energia e alimentos — registrou alta de 0,2%, abaixo das projeções de +0,3%. Em 12 meses, o indicador acumula crescimento de 5,1%.

O PCE é o indicador de inflação de preferência do Federal Reserve (Fed).

SETOR DE CONSUMO DESPENCA

As varejistas e demais empresas do setor de consumo operam em forte queda no pregão desta quinta-feira (1), com o avanço dos juros futuros.

Além disso, os ativos refletem maior cautela sobre o crescimento econômico, apontado pelo PIB do terceiro trimestre abaixo das expectativas do mercado.

Confira o desempenho das varejistas:

CÓDIGONOMEULTVAR
SOMA3Grupo SomaR$ 11,13-3,47%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,30-3,23%
NTCO3Natura ONR$ 11,34-3,16%
LREN3Lojas Renner ONR$ 22,55-2,59%
ASAI3Assaí ONR$ 19,57-2,39%
AMER3 Americanas S.A R$ 10,35-1,99%
PETZ3 Petz ON R$ 7,31 -0,81%
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em queda próxima de 1%, em dia de realização no exterior.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
EMBR3Embraer ONR$ 13,640,66%
PCAR3GPA ONR$ 20,840,34%
PRIO3PetroRio ONR$ 36,130,22%
ALPA4Alpargatas PNR$ 16,770,12%
RADL3Raia Drogasil ONR$ 23,070,09%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,27-4,11%
VIIA3Via ONR$ 2,10-3,67%
ASAI3Assaí ONR$ 19,38-3,34%
VBBR3VIBRA energia ONR$ 16,02-3,09%
LWSA3Locaweb ONR$ 8,20-2,38%

O Ibovespa acelera as perdas e cai mais de 1%, aos 111.411 pontos. A bolsa opera em realização nesta quinta-feira (1), acompanhando o movimento no exterior.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa encerrou os leilões e abriu em queda de 0,45%, aos 111.975 pontos. A bolsa acompanha o movimento de ajuste de posições do exterior.

No mesmo horário, o dólar à vista opera estável, mas em trajetória de queda, a R$ 5,2074.

PRÉ-MERCADO NOS EUA

Os índices futuros de Nova York operam sem direção única nesta quinta-feira (1). Os investidores ajustam posições após a sinalização do Federal Reserve (Fed) de possível alívio na alta dos juros básicos, para conter a inflação.

Confira o desempenho de Nova York:

  • Dow Jones futuro: -0,03%;
  • S&P 500 futuro: +0,12%;
  • Nasdaq futuro: +0,07%.
ADRS DE VALE E PETROBRAS CAEM EM NOVA YORK

Os ADRs  recibos de ações em bolsas estrangeiros  da Petrobras e da Vale, empresas com maior peso no Ibovespa, operam em leve queda no pré-mercado em Nova York, na contramão da valorização do petróleo.

Os papéis refletem, por sua vez, a correção dos mercados e ajuste de posições após o Fed sinalizar um breve alívio no aperto monetário nas próximas reuniões do Banco Central americano.

O ADR da Petrobras cai 0,09%, a US$ 11,68. Já o recibo de ações da Vale tem queda de 0,55%, a US$ 16,41.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

XOTE DA ALEGRIA

Lá fora, os mercados asiáticos encerraram o dia em alta nesta quinta-feira (1), acompanhando as movimentações positivas dos mercados globais no último pregão de novembro, com os investidores comemorando os comentários do presidente do Fed dos EUA, Jerome Powell, sobre aumentos nas taxas de juros. A mensagem de quarta-feira acabou fornecendo mais evidências de que o banco central americano planeja desacelerar seu ritmo agressivo de taxa de juros.

No mesmo ritmo, os mercados europeus dão continuidade ao movimento positivo, também repercutindo a nova informação de que faria sentido moderar o ritmo de nossos aumentos de juros à medida que os EUA se aproximam do nível de contenção que será suficiente para reduzir a inflação. Os futuros americanos, por outro lado, depois da alta vigorosa de ontem, acabam reservando a manhã para um ajuste na posição, pelo menos por enquanto. O Brasil acompanha o ritmo internacional.

A ver…

00:44 — Esconde-esconde

Por aqui, os investidores vêm repercutindo bem a falta de novos ruídos vindos de Brasília, com expectativa pela desnutrição da PEC da Transição para algo ao redor de R$ 120 bilhões, apesar da ansiedade pelo nome para comandar a Fazendo nos próximos quatro anos. A equipe de transição, porém, foi clara ao indicar que Lula não está com pressa para definir o ministro, devendo ficar apenas para semana que vem em diante.

Se por um lado a frente política deu uma trégua entre o final de novembro e o início de dezembro, por outro, os investidores voltam a ficar atentos aos dados econômicos, com PIB do terceiro trimestre sendo aguardado agora pela manhã. A expectativa é que a economia tenha crescido 0,7% na comparação trimestre e 3,7% na comparação anual. Para o ano, devemos registrar crescimento consolidado de 3%.

01:25 — Falamansa

O evento mais importante de ontem foi o discurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, na Brookings Institution. Estamos a duas semanas da próxima decisão política do banco central, que deverá subir os juros em 50 pontos-base (77% de chance segundo a expectativa do mercado).

Em suma, Powell enfatizou que os juros vão subir ainda mais, ainda que em um ritmo menor, e precisam permanecer elevados por algum tempo para reduzir a inflação. Não era uma mensagem particularmente nova, mas ainda assim as ações dispararam de modo a reverter suas perdas nos últimos dois dias.

De fato, a hora de moderar o ritmo de aumento das taxas pode chegar logo na reunião de dezembro, o que não muda o fato de que a taxa de juros deverá continuar subindo, pelo menos no início de 2023, e que o mercado ainda não precificou devidamente uma recessão ou revisão dos lucros. Ainda assim, a fala mansa de Powell animou.

Powell apresentou um argumento de que o mercado de trabalho ainda está muito aquecido, que o crescimento econômico precisará permanecer abaixo da tendência por um período sustentado e que a inflação provavelmente permanecerá teimosamente alta por um tempo. Em outras palavras, os juros ficarão elevados por mais tempo, uma vez que a história adverte fortemente contra o afrouxamento prematuro da política monetária.

02:31 — Barbarians at the Gate

A maioria dos mercados asiáticos subiram acentuadamente nesta quinta-feira, repercutindo a fala de Powell e o relaxamento de algumas medidas anti-Covid na China, fato que também aumentou as esperanças de uma reabertura total. Sabemos que a polícia chinesa se move contra os protestos relacionados às restrições que eclodiram em várias cidades. Seria natural esperar um relaxamento da política radical.

É importante sinalizar que a ausência de qualquer escalada clara nos protestos pode ajudar a trazer alguma calma aos mercados, até mesmo porque as próprias autoridades sabem que o "zero-Covid" sufocou a segunda maior economia do mundo — 25% do PIB chinês foi afetado —, prejudicando as cadeias de suprimentos globais.

Assim, um resultado provável é um afrouxamento mais rápido das restrições, uma vez que a atual onda de Covid e numerosos focos de protesto diminuam. Pequim, porém, até agora não deu nenhuma indicação de que planeja reduzir ainda mais a política, já que a China enfrenta aumentos recordes de infecções de coronavírus.

03:19 — A tão temida inflação salarial

O crescimento dos salários pode ser visto como uma ameaça inflacionária terrível, podendo servir também como vetor de moderação dos preços. O crescimento dos salários nominais, pelo menos na maioria das economias desenvolvidas, é superior ao compatível com uma inflação de cerca de 2%. Nos EUA, contudo, o rastreador salarial do Fed de Atlanta está mostrando um crescimento salarial de 6,7%. É relevante.

Claro, os salários não são necessariamente custos trabalhistas. Hoje, menos trabalhadores trabalhando mais significam que as pressões sobre os custos salariais são muito menores do que o valor nominal dos salários. Além disso, os dados de hoje provavelmente subestimam os ganhos de produtividade desde a pandemia. Estruturalmente, o salário não vem crescendo em janelas dilatadas de tempo.

Isso sugere que as atuais estruturas do mercado de trabalho não deram aos trabalhadores um forte poder de negociação salarial. O objetivo mais básico de um funcionário que negocia um aumento de salário é manter seu padrão de vida. Funcionários em todo o mundo desenvolvido não conseguem atingir esse objetivo mínimo, apesar do crescimento salarial recente. Não vejo com tanta clareza, portanto, o risco de uma inflação espiral de salários no curto prazo.

04:17 — O problema da desigualdade

Vivemos hoje um dos períodos mais desiguais da história recente. Claro, nada se compara com a desigualdade brutal já verificada em certas épocas da história, mas para os padrões modernos, de uma sociedade desenvolvida, as coisas estão bastante desajustadas. Ocorre que a desigualdade atual foi causada pelas políticas erradas dos governos centrais, copiadas pelos emergentes.

Veja, é natural que governos acabem tentando atuar de maneira anticíclica de modo a tentar evitar as recessões, em especial no Ocidente, onde são pressionados por fatores eleitorais (vide o que aconteceu no Brasil nesta eleição, por exemplo). Ainda assim, a explosão da base fiscal e monetária acabou servindo como ferramentas de acumulação de riqueza, aumentando a diferença entre ricos e pobres.

Outro problema é o que se convencionou chamar de financeirização da economia. Particularmente, eu não gosto do termo, muitas vezes associados com eixos mais heterodoxos da escola econômica, dos quais eu não faço parte, mas ainda assim serve de sustentáculo para o argumento: o mercado financeiro ficou tão grande que as últimas três recessões nos EUA foram geradas no setor financeiro e não no setor real.

Em outras palavras, gradualmente, as consequências e reações vêm piorando. Para piorar, uma de nossas reações não foi proporcional. Por exemplo, depois da crise de 2008, até que as economias centrais mantiveram alguma austeridade fiscal (vide crise da dívida europeia), ainda que houvesse muita expansão monetária. Em 2020, porém, isso não foi o mesmo, o que deverá trazer consequências graves para o futuro.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Ainda que o dólar esteja estável, os juros futuros (DIs) operam em trajetória de alta nesta quinta-feira (1). Confira:

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2313,68%13,68%
DI Jan/2414,01%13,91%
DI Jan/2513,17%13,04%
DI Jan/2612,93%12,77%
DI Jan/2712,82%12,66%
BITCOIN (BTC) ATINGE OS US$ 17 MIL; SALDO DE NOVEMBRO FOI NEGATIVO

O último mês de 2022 começa nesta quinta-feira (1º) e o saldo dos investimentos em novembro coloca o bitcoin (BTC) na lanterna do campeonato. A maior criptomoeda do mundo perdeu 16,1% do valor nos últimos 30 dias, sendo o pior ativo do período.

Mas a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) reduza o ritmo de alta dos juros animou os ativos de risco. Bolsas e criptomoedas vivem um dia de alívio, ainda que os sinais do fim definitivo do aperto monetário ainda soem distantes.

Mesmo assim, as criptomoedas sobem hoje e revertem as perdas dos últimos dias. Vale lembrar que o índice de força relativa (RSI, em inglês) do bitcoin segue em zona de oversold. Isso significa que as cotações estão muito baixas e a qualquer momento pode haver um rali.

Naturalmente, as demais altcoins — moedas alternativas ao bitcoin — têm desempenho melhor do que do bitcoin. Confira o preço das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:

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O Ibovespa acentuou a queda da abertura e cai 1%, aos 111.945 pontos. A desaceleração do PIB, ainda que no campo positivo, e o movimento de realização nas bolsas do exterior pesam sobre o índice futuro brasileiro.

No mesmo horário, o dólar à vista opera estável, a R$ 5,2144.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO E DO DÓLAR

O Ibovespa futuro abriu em queda de 0,64%, aos 112.350 pontos e acompanha o movimento de correção do exterior.

No mesmo horário, o dólar à vista abriu em queda de 0,30%, a R$ 5,1861.

POSITIVO FORA DA PRIMEIRA PRÉVIA DO IBOVESPA

Se a bolsa de valores fosse um campeonato de futebol como a Copa de Mundo, a Positivo Tecnologia (POSI3) estaria ameaçada de "desclassificação" para a próxima fase. Isso porque a ação da fabricante de produtos de informática ficou de fora da primeira prévia da próxima carteira do Ibovespa, o principal índice bolsa brasileira.

A saída da Positivo foi a única mudança prevista para a composição do Ibovespa que será válida de janeiro a abril de 2023, de acordo com a prévia divulgada nesta manhã pela B3.

Mas vale lembrar que, antes da lista definitiva, a dona da bolsa brasileira divulga outras duas prévias. Então ainda existe a possibilidade de alguma ação se "classificar" para o Ibovespa ou mesmo de a Positivo conseguir se sustentar no índice.

Para fazer parte do Ibovespa, a B3 considera critérios como o volume de negociação, liquidez e o status da empresa — companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 não são elegíveis, por exemplo.

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PIB DO BRASIL DESACELERA

O Produto Interno Bruto (PIB) desacelerou e registrou alta de 0,4% no terceiro trimestre, na comparação trimestre a trimestre, e após subir 1,2% entre maio e junho deste ano. O dado foi divulgado há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O avanço foi menor que o projetado; os analistas esperavam um crescimento de 0,6% entre julho e setembro.

Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, o PIB cresceu 3,6%. O indicador também fico abaixo das projeções, de alta de 3,7%.

Em valores correntes, o PIB no terceiro trimestre — a soma de bens e serviços finais produzidos no país —, totalizou R$ 2,544 trilhões.

Além disso, o IBGE revisou a atividade econômica de 2021. Com a revisão, o PIB cresceu 4,0% em 2021; no levantamento anterior o avanço foi de 4,6% no ano.

DESEMPREGO NA ZONA DO EURO

A taxa de desemprego caiu de 6,6% para 6,5% em outubro na Zona do Euro, segundo a Eurostat, agência de estatísticas da União Europeia.

O índice ficou próximo, e melhor, das expectativas do mercado, que projetava estabilidade do indicador.

O número de pessoas desempregadas ficou em 10,87 milhões no mês em questão, segundo a entidade. Já a taxa de desemprego entre pessoas abaixo de 25 anos recuou a 15% em outubro, de uma leitura revisada de 15,2% em setembro.

Com informações de Broadcast e Dow Jones Newswires

DAY TRADE NA B3

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Alpargatas (ALPA4).

ALPA4: [Entrada] R$ 16.83; [Alvo parcial] R$ 17.68; [Alvo] R$ 18.69; [Stop] R$ 15.59

Recomendo a entrada na operação em R$ 16.83, um alvo parcial em R$ 17.68 e o alvo principal em R$ 18.69, objetivando ganhos de 11.1%.

O stop deve ser colocado em R$ 15.59, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

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AGENDA DO DIA
  • Alemanha: PMI industrial (5h55)
  • Zona do Euro: PMI industrial (6h)
  • Reino Unido: PMI industrial (6h30)
  • IBGE: PIB do terceiro trimestre (9h)
  • Estados Unidos: PCE e Núcleo do PCE (10h30)
  • Estados Unidos: Pedidos de auxílio-desemprego (10h30)
  • Economia: Balança comercial (15h)
  • Tailândia: Presidente do BCE, Christine Lagarde, participa de evento do BIS (23h40)
  • Estados Unidos: Presidente dos EUA, Joe Biden, recebe presidente da França, Emmanuel Macron (sem horário)
FUTUROS DE NOVA YORK SOFREM AJUSTE APÓS POWELL

Os índices futuros de Wall Street começaram o dia em leve queda. O rali da véspera causado pelo alívio com as falas de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, agora é um movimento de ajuste.

Ainda hoje, os números de gastos com consumo (PCE, em inglês) prometem movimentar os negócios. Isso porque o dado inflacionário é o preferido do Fed para balizar a decisão de juros.

A expectativa é de alta de 0,3% do PCE na comparação mensal. Na base anual, o avanço deve ser de 6,2%. O Núcleo do PCE também deve subir 0,3% e acumular alta de 5% em 12 meses.

Confira as bolsas por lá:

  • Dow Jones futuro: -0,14%;
  • S&P 500 futuro: -0,05%;
  • Nasdaq futuro: -0,16%.
BOLSAS DA EUROPA SOBEM COM ALÍVIO NOS JUROS

As bolsas da Europa abriram em alta nesta quinta-feira (1º). Além da expectativa com juro menor nos Estados Unidos, os investidores por lá ainda aguardam o evento com a participação de Christine Lagarde, presidente do BCE, pela noite.

Os índices de gerentes de compras (PMIs, em inglês) prometem movimentar o dia. A expectativa é de que Lagarde siga os passos de Jerome Powell, presidente do Fed. No entanto, a inflação por lá segue mais persistente do que nos EUA, o que pode frustrar as expectativas de queda.

Veja as bolsas por lá:

  • Euro Stoxx 50: +0,36%
  • DAX (Alemanha): +0,38%
  • CAC 40 (França): +0,02%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,09%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM ALTA APÓS FED ALIVIAR INVESTIDORES

Os mercados financeiros asiáticos encerraram a sessão de hoje em alta. O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, deu sinais de que os juros estadunidenses devem voltar a subir. No entanto, em um ritmo mais lento do que o esperado.

Também contribuiu para o bom sentimento dos negócios o alívio na política de "covid zero" da China. Após protestos e muitas negociações, Pequim pode passar a permitir a quarentena de alguns infectados em casa.

A mudança animou os investidores por lá e o otimismo deve se estender para as demais bolsas pelo mundo.

Confira:

  • Xangai (China): +0,45%
  • Nikkei (Japão): +0,92%
  • Kospi (Coreia do Sul): +0,30%
JUROS MAIS ALTOS, MAS EM RITMO MENOR, ANIMA MERCADO

Na tarde da última quarta-feira (30), o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, aliviou os mercados internacionais. O chefão do maior BC do planeta se comprometeu com uma alta de juros mais branda nas próximas reuniões.

Com isso, os investidores internacionais buscam respostas nos analistas para a seguinte pergunta: quando os juros dos EUA irão parar de subir de vez?

O questionamento pode ser precipitado, mas o alívio dos juros pode, pouco a pouco, melhorar os negócios em bolsa.

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Petrobras (PETR3; PETR4) mantém política de dividendos e eleva projeção de investimentos; veja como ficou o plano estratégico

A Petrobras (PETR3; PETR4) pretende manter sua atual política de dividendos e elevar os investimentos nos próximos cinco anos. Entretanto, os objetivos traçados no plano estratégico válido para o período entre 2023 e 2027, divulgado no fim da noite de ontem (30), estarão sujeitos à sucessão de poder em Brasília.

A companhia manteve, por exemplo, a previsão de distribuição de dividendos entre US$ 60 bilhões e US$ 70 bilhões no período de 2023 a 2027. Os valores são os mesmos previstos no plano estratégico anterior, válido para o período entre 2022 e 2026.

A atual política de dividendos da Petrobras é um dos principais focos de críticas por parte do Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, embora a União seja a principal beneficiária dos proventos.

  • Dividendos ‘estratosféricos’ da Petrobras valem a pena o risco de investir na ação? Veja o que pensa Rodolfo Amstalden, sócio-fundador da maior casa de análise financeira independente do Brasil: INVESTIR OU ‘CAIR FORA’ DE PETR4?

Durante o governo Bolsonaro, a empresa distribuiu os maiores dividendos da sua história. Somente em 2022, ano no qual se posicionou como a terceira maior pagadora de dividendos do mundo, os acionistas, entre eles a União, vão receber quase R$ 180 bilhões.

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