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RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais operam sem direção definida nesta quarta-feira (24), com instabilidade nos índices futuros de Nova York. No cenário doméstico, a atenção dos investidores se concentra na divulgação do IPCA-15. No exterior, o mercado se prepara para o simpósio de banqueiros centrais de Jackson Hole.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
O Ibovespa encerrou a sessão em leve alta de 0,04%, aos 112.897 pontos.
O dólar à vista encerrou o dia em alta de 0,24%, a R$ 5,1112
A cada três meses, a Petrobras (PETR4) retorna aos holofotes dos investidores devido à fama de realizar pagamentos bilionários de dividendos, e não é à toa. A estatal distribuiu US$ 9,7 bilhões em proventos no segundo trimestre — isto é, cerca de R$ 49,5 bilhões —, bem acima do montante de US$ 1 bilhão pago pela empresa no mesmo período de 2021.
Essa distribuição farta rendeu à companhia a coroa de maior pagadora de proventos do mundo, segundo ranking da gestora Janus Henderson.
Assim como em Nova York, o Ibovespa passou a pesar mais a cautela dos investidores antes do simpósio de Jackson Hole e apagou os ganhos do dia, agora operando no vermelho.
A deflação mensal vista no IPCA-15 de agosto, no entanto, segue impulsionando o setor de varejo
Apesar da melhora vista nas bolsas em Nova York, o Ibovespa vem desacelerando o movimento de alta no início desta tarde. Há pouco, o principal índice da B3 avançava cerca de 0,30%, mas o mercado de juros pressiona, já que a deflação mensal menor do que a esperada repercute na curva.
Embora a prévia da inflação tenha apresentado o maior recuo desde o início da série histórica e boa parte dos investidores já dão como certo o fim do aperto monetário por parte do Banco Central brasileiro, alguns economistas ainda enxergam algumas tendências negativas e preocupantes na dinâmica de preços do país.
Para Carla Argenta, economista-chefe da CM Capital, o movimento das últimas leituras reflete o impacto de medidas legislativas nos preços administrados — o que impacta diretamente a queda do preço da energia elétrica e dos combustíveis —, e que, quando revertidos devem voltar a pressionar os consumidores, já que não se trata de uma melhora sustentável.
Para a economista, outros elementos do número divulgado nesta manhã também tiram força do processo de recuperação — como uma inflação acumulada nos últimos meses, ainda que seja um período de tradicional deflação sazonal, e a pressão internacional na composição de preços —, o que pode obrigar o Banco Central a repensar a sua política monetária.
O Bradesco e o Banco Votorantim (BV) anunciaram nesta quarta-feira (24) uma parceria para formar uma gestora de investimentos independente, com marca própria.
Na parceria, o Bradesco vai adquirir 51% do capital da BV DTVM, que concentra a gestão de recursos e a atividade de private banking do banco BV.
O Credit Suisse possui uma visão ainda bastante positiva para a Locaweb (LWSA3), mas entende que não é mais a hora de comprar. Os analistas rebaixaram a recomendação dos papéis para neutro diante da valorização recente.
A equipe do banco suíço até revisou para cima o preço-alvo das ações, de R$ 9,50 para R$ 11,00.
Mesmo assim, trata-se de um potencial de alta de apenas 6,17% se considerado o fechamento de ontem. Ou seja, os papéis da Locaweb estão pouco atrativos nas cotações atuais, de acordo com os analistas.
Impulsionado pela reação positiva ao IPCA-15, divulgado pelo IBGE no início da manhã e que indicou uma deflação, a bolsa brasileira amplia os ganhos no pregão desta quarta-feira.
O Ibovespa sustenta alta próxima a 1%, após abrir o dia em queda, firmando certa estabilidade.
A bolsa avança 0,73%, aos 113.679 pontos e acompanha o exterior, que também começa a ampliar os ganhos neste final da manhã.
Em Nova York, Dow Jones sobe 0,02%, S&P 500 em alta de 0,13% e Nasdaq registra +0,32%.
O dólar à vista segue o movimento contrário e cai 0,07%, cotado a R$ 5,1001.
Por fim, o petróleo mantém a tendência de valorização, com alta de 0,38%, negociado a US$ 100,66 o barril.
A commodity, por sua vez, impulsiona as ações da petroleiras no Ibovespa, mas não o suficiente para liderar os ganhos do dia.
A queda da inflação, em linhas gerais, impulsiona os setores de consumo e varejo. Hoje, o IPCA-15 de agosto indicou uma redução nos preços ao consumidor, o que impulsionou a bolsa brasileira ao campo positivo.
As ações da Magazine Luiza (MGLU3), por exemplo, lideram os ganhos do dia com alta próxima aos 10%.
Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 4,55 | 9,64% |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 19,96 | 7,89% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 7,72 | 7,52% |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 15,80 | 6,97% |
| POSI3 | Positivo Tecnologia ON | R$ 11,22 | 5,55% |
O Ibovespa opera em alta de 0,86%, aos 113.822 pontos.
As ações das empresas de celulose Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11) são as principais quedas desde o início do pregão.
Os papéis SUZB3 caem a 4,14% e KLBN11, a 1,80%.
O motivo é o rebaixamento das duas companhias pelo Bradesco BBI. O banco reduziu os papéis SUZB3 para venda e as ações KLBN11 para neutra, com base na previsão de queda de demanda de papel e da celulose no cenário internacional, principalmente na Europa, em razão do desaquecimento da economia.
Para o Bradesco BBI, o preço-alvo de Suzano é de R$ 56, com potencial de alta de 13% ante o fechamento da véspera. No caso de Klabin, o preço-alvo é de R$ 27, o que representa potencial valorização de 31% sobre o encerramento do pregão de ontem.
As bolsas americanas abriram o pregão em leve queda, apesar do desempenho positivo dos índices futuros no pré-mercado.
Wall Street repercute o dado sobre encomendas de bens duráveis de julho, divulgado mais cedo. O índice ficou estável e frustrou a expectativa de analistas que previam crescimento de 1%.
Confira:
Com a abertura estável do Ibovespa e a prévia da inflação de agosto (IPCA-15) abaixo do esperado, que indicou uma melhora dinâmica dos preços, as ações das incorporadoras e do setor de consumo lideram as altas desta quarta-feira.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRML3 | BR Malls ON | R$ 8,87 | 2,42% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 16,72 | 2,20% |
| IGTI11 | Iguatemi ON | R$ 20,82 | 1,81% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 19,52 | 1,56% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 7,29 | 1,53% |
E as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 10,10 | -2,51% |
| IRBR3 | IRB ON | R$ 2,08 | -1,89% |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 18,17 | -1,78% |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 48,68 | -1,68% |
| SULA11 | SulAmérica units | R$ 24,90 | -1,31% |
O dia começou com a divulgação da prévia da inflação de agosto, o IPCA-15, pelo IBGE. O índice registrou uma queda de 0,73% em agosto. A redução foi menor do que as expectativas dos especialistas.
No exterior, os índices futuros de Nova York iniciaram o dia instáveis e passaram a operar em leve alta, após a divulgação da taxa de encomendas de bens duráveis: o índice ficou estável em julho, enquanto os analistas previam alta de 1%.
Por fim, as commodities ainda refletem o dia anterior, com valorização do petróleo e do minério de ferro e que devem impulsionar as ações das companhias do setor ao longo do dia.
Ibovespa encerra leilões e inicia o pregão desta quarta-feira em alta de 0,01%, próximo da estabilidade, aos 112.870 pontos e acompanha o ritmo positivo do exterior.
No mesmo horário, o dólar à vista opera em alta de 0,11%, cotado a R$ 5,1098.
A PetroRio (PRIO3), recém batizada de PRIO, está entre os interessados na compra da Dommo Energia (DMMO3), empresa que reúne os ativos de exploração de petróleo da antiga OGX, de Eike.
Quem confirmou o interesse da PRIO foi a própria Dommo. A empresa respondeu a questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) após notícia publicada pelo colunista Lauro Jardim sobre o assunto. Mas não até até o momento nenhum contrato assinado entre as companhias.
A prévia de inflação oficial, o IPCA-15, registrou queda de 0,73% em agosto, o que indica uma deflação – ou seja, uma redução nos preços de produtos e serviços do país. No mês anterior, o índice avançou 0,13%.
A redução foi menor do que a esperada pelos especialistas ouvidos pelo Broadcast, de queda de 0,82% em agosto.
No ano, a inflação acumulou alta de 5,2% em 2022. Já no período de 12 meses, o IPCA-15 ficou em 9,60%, próximo da mediana de 9,49%.
O Ibovespa futuro abriu em queda de 0,20%, aos 114.625 pontos, acompanhando os índices futuros no exterior.
No mesmo horário, o dólar à vista abriu em queda de 0,15%, cotado a R$ 5,0959.
Bom dia! Enquanto o mundo dos investimentos se prepara para o simpósio de banqueiros centrais de Jackson Hole, a bolsa local acompanha a divulgação do IPCA-15 de agosto.
A prévia da inflação oficial deve indicar um novo alívio nos preços na leitura deste mês.
Analistas acreditam que a medição preliminar do índice oficial de preços pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) sinalizará a continuidade, em base mensal, de um processo de deflação.
A expectativa é de que o IPCA-15 marque uma deflação de 0,8% em agosto, levando a inflação acumulada em 12 meses a menos de 10% pela primeira vez desde setembro do ano passado.
De qualquer modo, a inflação no Brasil ainda deve demorar a retornar para a meta do Banco Central (BC).
Ontem (23), o presidente do BC, Roberto Campos Neto, manifestou a expectativa de que a inflação feche 2022 abaixo de 6,5% neste ano.
Entretanto, a autoridade monetária já jogou a toalha em relação ao cumprimento da meta — de 3,5% para 2022 — e o processo deflacionário precisa ser observado com cuidado.
Em um dia no qual os mercados internacionais de ações operam sem uma direção clara, os participantes do mercado brasileiro olham para a prévia do IPCA na busca por motivos para manter o rali observado na véspera.
Ontem, salvo pelas commodities, o Ibovespa fechou em alta de 2,1%, enquanto o dólar à vista caiu 1,31%, cotado a R$ 5,0990.
Confira o que movimenta a bolsa, o dólar e o Ibovespa nesta quarta-feira (24).
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