O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O empresário e apresentador falou sobre sua carreira, seus novos empreendimentos no setor financeiro e investimentos pessoais, em conversa com Dan Stulbach, Caio Mesquita e Teco Medina no podcast Mesa pra Quatro
Quem vê a carreira de 16 anos de Roberto Justus na televisão, não imagina que o dono do bordão “Você está demitido”, na verdade, não tinha nenhuma intenção de ingressar na TV. Mas, ao pesquisar mais sobre o programa “O Aprendiz”, que já tinha uma versão americana, se interessou e decidiu “fazer um teste”. O teste deu certo e desde então, Justus já apresentou diversos outros programas na TV aberta.
Apesar de aparecer bastante em noticiários de celebridades e já ter seu nome e rosto conhecidos em todo o Brasil, ele é categórico ao afirmar: “Não me considero artista. Me considero um empresário que foi para a televisão.”
No episódio #8 do podcast Mesa pra Quatro, Justus conversou com Dan Stulbach, Teco Medina e Caio Mesquita sobre carreira, negócios, investimentos e muito mais. Você pode dar play abaixo ou conferir os principais destaques da conversa nos próximos parágrafos:
Em 2015, Roberto Justus vendeu sua empresa de publicidade, a Newcomm, mas não se sentia pronto para “parar” de vez, apesar de já ter chegado aos 60 anos e ter um patrimônio robusto.
Foi assim que, em 2017, ele resolveu se aventurar no mercado financeiro como empresário e se tornou sócio da Nest Asset Management, uma gestora de recursos que hoje administra três fundos. O apresentador também tem planos de entrar no negócio de wealth management (gestão de grandes fortunas), através de uma nova empresa chamada Legend.
Mas a história de Justus com o mercado financeiro vem desde muito antes de ele se tornar um empresário do ramo. Ele conta ao Mesa pra Quatro que sempre foi um investidor muito atento.
Leia Também
“A mim os bancos não enrolavam para enfiar produtos que não interessavam”, afirma Roberto Justus.
O empresário afirma que grande parte dos seus investimentos está fora do Brasil, em moeda forte. Quanto ao seu perfil de investidor, ele diz ser mais agressivo do que deveria.
Por muito tempo, Roberto Justus foi mais cético quanto às criptomoedas. “Eu sempre fui muito mais Warren Buffett do que Elon Musk nesse sentido”, ou seja, sempre preferiu investir em empresas mais tradicionais do que em novos empreendimentos disruptivos. Mas o jogo virou e agora o apresentador tem até sua própria moeda digital.
Trata-se da WiBX, que tem como objetivo transformar a relação dos influenciadores com as marcas, em um sistema de recompensas que elimina a necessidade de intermediários, como Facebook e Google, que ganha dinheiro com anúncios e acabam “centralizando” a influência digital.
Com o utility token, WiBX, o influenciador (pequeno ou grande) pode transformar suas indicações em dinheiro. Quanto mais divulgação e retorno você dá para uma determinada, é recompensado com a moeda WiBX, que depois pode ser trocada por reais.
O empresário conta que recentemente vendeu um imóvel em Miami por criptomoedas e revela que investe uma pequena parte de seu patrimônio em um fundo internacional com exposição à bitcoin.
Após muitos anos aconselhando novos empreendedores através de “O Aprendiz” e tendo no currículo diversos empreendimentos com faturamentos incríveis, Roberto Justus adquiriu a reputação de ser um empresário bem-sucedido. No episódio do Mesa pra Quatro, ele comentou alguns princípios que sempre o moveram em sua trajetória profissional.
O apresentador conta que sempre foi muito curioso e teve muito interesse em diversos assuntos. “Eu nunca me achei gênio, sempre me achei acima da média no sentido do interesse. Eu era menos interessado na bagunça e mais em realizar alguma coisa”, relata.
“Eu sempre fui muito observador. E uma coisa que eu sempre falo pros jovens é: seja curioso, pergunte os porquês”, diz Justus.
Entre as coisas mais fundamentais para um empreendedor, o apresentador cita a determinação e a humildade, uma vez que no início do negócio, surgirão diversos desafios. Entre os seus princípios, ele reforça a educação e o bom caráter e afirma que sempre buscou crescer “sem ter que puxar o tapete de ninguém”.
Para ele, é importante que as pessoas tenham um repertório próprio e busquem sempre conhecimento, uma herança que veio de seu pai, imigrante húngaro que prosperou como empresário no Brasil.
“Não adianta estar tudo no Google. Tem que estar na sua mente, você tem que ter repertório”, diz Roberto Justus no Mesa pra Quatro #8.
Ao final, Roberto Justus comentou sobre os comerciais na televisão e o novo cenário de influenciadores digitais. Para ele, os comerciais televisivos ainda têm efeito, mas não se compara ao seu impacto no passado. No entanto, ele reforça: “Não dá pra menosprezar a mídia aberta”.
Quanto aos influenciadores e a parceria com marcas, ele afirma que é preciso ter uma adequação entre o que o influencer “prega” e o que ele vai divulgar, para que a publicidade faça sentido. “Eu prefiro a autoridade do que a notoriedade”, diz.
Por fim, após tantos empreendimentos de sucesso, Justus conta que continua em atividade, mas hoje em dia prioriza mais o tempo com sua família. “Agenda vazia é o poder do homem, porque ele decide onde ele vai ser útil”, finaliza.
Pode ser que você conheça alguém que é milionário e nem percebeu por causa dos hábitos dessas pessoas
Com declaração pré-preenchida ou sem, o indicado é reunir todos os documentos e revisar as informações antes de submetê-las ao Fisco
Linha subsidiada pelo Tesouro busca dar fôlego ao agronegócio e reduzir risco de retração na produção
Não tem o menor problema conversar com uma planta. Isso só é um problema se você ouvir uma resposta, diria um psiquiatra. Mas não se você estiver no Jardim Botânico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Pode até parecer mentira, mas visitantes do jardim podem conversar com o total de 20 plantas e, o mais […]
A tormenta do Banco do Brasil, a fatura da crise do Banco Master e o Pé-de-Meia foram destaque no Seu Dinheiro; veja as matérias mais lidas dos últimos dias
A Receita Federal mantém uma fiscalização forte sobre as operações de crédito, que obriga as instituições financeiras a reportarem movimentações que ultrapassem R$ 2 mil mensais
Enquanto a Quina e a Mega-Sena acumularam, a Lotofácil fez três vencedores ontem. Confira os números sorteados nas principais loterias da Caixa Econômica Federal
Segundo Alexandre de Moraes, o Supremo decidiu, em 2019, que guardas municipais não têm direito à aposentadoria especial por atividade de risco, e vigilantes não poderiam ter mais benefícios
Exército se prepara para a possibilidade de operações prolongadas caso o presidente Donald Trump ordene um ataque contra o Irã
Banco Central informa que 5.290 chaves Pix do Agibank tiveram dados cadastrais expostos após falha pontual no sistema da instituição
O mundo rico deveria temer as consequências de juros altos para a economia, de olho nos problemas que essas taxas geram no Brasil
Uma alteração momentânea no ano passado fez a cidade se tornar a primeira capital cerimonial do país no século XXI
O Instituto Federal do Ceará (IFCE) divulgou dois editais de concurso público voltados a professores e técnicos administrativos
Dados do FGV IBRE revelam a maior insatisfação dos trabalhadores brasileiros
As loterias da Caixa costumam parar somente aos domingos e nos feriados nacionais. Elas terão calendário alterado durante o Carnaval. Confira a seguir.
Lotofácil foi a única loteria a fazer novos milionários na rodada de quinta-feira. Ganhador recorreu à chamada “teimosinha”.
Apesar de não ser feriado nacional, o Carnaval impacta o funcionamento do mercado financeiro, dos bancos, dos Correios e do transporte público
Partido conservador promove referendo para limitar a população da Suíça que polariza eleitores e traz preocupações para empresários
Indian Creek, uma ilha artificial em Miami, atrai cada vez mais bilionários para chamarem o local de lar
Pré-carnaval em São Paulo teve superlotação e foliões precisaram de ajuda médica; veja como evitar a situação