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Em conversa com Dan Stulbach, Teco Medina e Caio Mesquita, a apresentadora e empresária fala sobre sua trajetória profissional e sua missão de melhorar a alimentação dos brasileiros. Confira no Mesa pra Quatro, podcast da Empiricus
Rita Lobo construiu uma estrutura de negócios única em seu ramo. A partir de sua paixão pela cozinha, ela criou o site Panelinha, o programa Cozinha Prática na GNT e um canal no Youtube. Além disso, tornou- se influenciadora, bombou suas redes sociais, editou livros e ministrou cursos em parceria com o SENAC.
No episódio #5 do podcast Mesa pra Quatro, a apresentadora conversou com Dan Stulbach, Teco Medina e Caio Mesquita sobre sua trajetória profissional, seus empreendimentos e sua vontade de transformar a relação das pessoas com a comida.
Ouça o episódio completo dando play abaixo ou procurando por “Mesa pra Quatro Empiricus” na sua plataforma de podcasts favorita:
Por incrível que pareça, Rita Lobo aprendeu a cozinhar quase aos 20 anos. “Antes disso, eu mal sabia fritar um ovo”, conta ela aos apresentadores. Para ela, foi uma surpresa quando de fato aprendeu a cozinhar.
Após uma curta carreira como modelo, no qual passou três anos fazendo trabalhos esporádicos, Lobo ficou uma temporada em Nova York, fazendo um curso de culinária. Ela não tinha pretensões de trabalhar na área, apenas achou que seria uma habilidade interessante para a vida adulta.
Mas acabou surpreendida pelos rumos que sua vida tomou.
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Quando retornou ao Brasil, tornou-se colunista da Folha e depois montou um restaurante em São Paulo, o “Oriental”, no qual servia pratos de diferentes culinárias orientais. O restaurante teve vida curta porque o negócio de Rita era muito mais sobre cozinha doméstica do que conquistar uma estrela Michelin.
Eis que Lobo foi convidada para fazer um site de dicas gastronômicas, na época em que os negócios digitais ainda engatinhavam. Mas a ideia de recomendar restaurantes não a agradava. Ela viu que sua vontade era outra: ter um site de receitas. Foi aí que surgiu o Panelinha.
21 anos depois, o Panelinha se tornou muito mais que um site. “O meu negócio não era o site e, sim, o assunto”, relata. E a temática sendo explorada através dos vídeos, livros, cursos e programas televisivos que o nome Rita Lobo se transformou em uma referência quando o assunto é culinária prática e saudável.
“Sempre a motivação é levar as pessoas para a cozinha para que elas possam não só se alimentar melhor, mas viver melhor”, conta Rita Lobo sobre o ponto em comum dos seus projetos.
O comprometimento com a alimentação saudável passa por outras esferas no negócio de Rita. “O Panelinha não é uma ONG, mas é uma empresa com muitos propósitos”, diz. A empresária não trabalha com nenhum tipo de marca de ultraprocessados, apesar deste segmento investir bastante em publicidades no mercado em que o Panelinha atua. Quando perguntada sobre investimentos, Lobo é categórica ao afirmar:
“Jamais comprarei ações de qualquer empresa que venda ultraprocessados” ‒ Rita Lobo, no Mesa pra Quatro
No podcast, a apresentadora ainda fala sobre como a economia doméstica está relacionada diretamente à alimentação saudável: “Em uma casa, nada é mais sustentável do que você fazer a comida em vez de comprá-la. Melhor para saúde, meio ambiente e bolso.”
Ela destaca que a dieta brasileira, representada simbolicamente pelo “PF clássico”, é potente nutricionalmente e bem mais barata do que as dietas de muitos outros países, que costumam ser copiadas.
No Mesa pra Quatro #5, Rita Lobo comenta que, desde cedo, teve educação financeira em casa. Na infância, seu pai criou uma espécie de banco imaginário para ensinar os filhos sobre a importância de poupar. Hoje, Lobo ainda mantém essa característica de poupadora, sendo até mesmo “mão de vaca” como ela própria diz: “Não tenho um perfil de investidor conservador, sou mão de vaca. É diferente”.
Sua consciência financeira fez com que sua empresa crescesse de maneira sustentável. Hoje, o Panelinha se tornou um praticamente um ecossistema, no qual Rita tem bastante protagonismo nas decisões administrativas e editoriais. “Gosto de dizer como as coisas têm que ser feitas e gosto de ser a pessoa que aprova”, conta.
Este perfil empreendedor de Lobo, por vezes, pode passar despercebido. Mas a convidada do Mesa pra Quatro é certamente muito mais do que uma ex-modelo que virou apresentadora de TV. “Eu sou uma pessoa insatisfeita e inquieta [...] Estou sempre pensando no próximo passo”, diz.
No podcast, Rita Lobo também comentou sobre a insegurança alimentar que afeta muitos brasileiros na pandemia e sobre seus posicionamentos políticos. Por fim, a apresentadora deu sua opinião sobre a indústria de ultraprocessados veganos e programas de competição culinária.
Você pode conferir o papo completo dando play abaixo ou procurando por “Mesa pra Quatro Empiricus” na sua plataforma de podcasts favorita:
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