O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Executivo, que está de partida, afirmou que o governo federal tem interesse no processo, mas Congresso tem ritmo próprio
A saída de Wilson Ferreira Júnior do comando da Eletrobras (ELET6) caiu como uma bomba no mercado nesta semana, suscitando especulações de que a privatização da companhia foi por água abaixo por falta de interesse do governo Bolsonaro.
Só que o executivo deu a entender que esta não é a situação. Em evento do Credit Suisse, ele disse que a privatização é de interesse do governo federal, mas que “a decisão cabe ao Legislativo”, que tem seu próprio ritmo.
Ferreira Junior anunciou sua saída do comando da Eletrobras no domingo (24) que vai deixar o comando da segunda maior estatal do País, alegando motivos pessoais. No dia seguinte (25), ele foi anunciado como novo CEO da BR Distribuidora (BRDT3).
Wilson assumiu o comando da empresa em 2016 com o objetivo de reestruturar a Eletrobras, abrindo caminho para a sua privatização.
Ele permanecerá no conselho de administração da Eletrobras. Segundo Ferreira Junior, o organismo está comprometido com a privatização da empresa, inclusive contando com estrutura e procedimentos para analisar a melhor forma de conduzir o processo.
“A privatização tem chances e por isso assumi estar no conselho de administração”, afirmou. “Desde o início, ele [conselho] teve essa preocupação.”
Leia Também
O ainda presidente da Eletrobras foi questionado no evento sobre quem será e como será a escolha de seu sucessor.
O que ele adiantou é que a contratação de uma assessoria para uma consultoria externa especializada em recrutamento e seleção de executivos deve ser fechada na semana que vem, e que o processo será totalmente transparente.
Nomes internos também devem ser levados em consideração no processo, disse Ferreira Junior. “Temos pessoas com muita qualificação para me substituir”, afirmou.
Seja quem for o escolhido, ele terá pela frente o desafio de continuar o processo de reestruturação iniciado em 2016, disse o executivo, destacando os avanços que obteve. “A companhia chegou num momento em que tem capacidade de investimento e alavancagem saudável”, afirmou.
Em termos operacionais, o foco da Eletrobras na próxima década passa ser a conclusão das obras da usina de Angra 3, considerada por ele “fundamental para o sistema elétrico” e a modernização da infraestrutura de geração e transmissão da companhia.
Ferreira Junior disse também que a empresa está buscando oportunidades em projetos já existentes (brownfield), lembrando de compras que a companhia realizou de projetos da área de energia eólica.
A questão de matrizes energéticas limpas e renováveis, caso de eólica e solar, foi colocada como o tema do futuro para o setor elétrico, mas o executivo afirmou que é preciso melhorar o ambiente de negócios para que o País possa se tornar uma potência na área.
“Para tudo virar benefício, temos que ter regulamentos e práticas, o que a gente chama de estabilidade regulatória e segurança jurídica”, disse Ferreira Junior.
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast