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Em linha com o novo momento: Vibra Energia (BRDT3) fecha parceria para joint venture de etanol

Antiga BR Distribuidora se aliou à Copersucar para comercializar o biocombustível, como parte da sua estratégia ESG

Rafaella Bertolini
30 de agosto de 2021
12:46 - atualizado às 20:11
Vibra (ex-BR Distribuidora), que vende produto da Petrobras
Posto de combustível da BR Distribuidora, agora chamada Vibra Energia. - Imagem: Divulgação

A Vibra Energia (BRDT3) - novo nome da BR Distribuidora - fechou parceria com a Copersucar para criação de uma joint venture que atuará como Empresa Comercializadora de Etanol (ECE), com estrutura independente. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (30). 

Segundo fato relevante publicado pela Vibra, a parceria foi aprovada pelo Conselho de Administração da companhia no último dia 27. A iniciativa está em linha com a pauta ESG defendida pela empresa, uma vez que a ECE visa a apoiar a transição energética e a descarbonização de veículos leves. 

Detalhes da parceria 

A sociedade será constituída com capital social de R$ 10 milhões. A Vibra Energia irá adquirir da 49,99% das ações representativas, pelo valor de R$ 4,99 milhões, enquanto a Copersucar manterá fatia de 50,01%. 

Após todas as aprovações, as acionistas irão aportar na nova sociedade mais R$ 440 milhões, na proporção de suas participações. Não haverá aporte de ativos imobilizados dos sócios, conforme informa o documento. 

Desempenho da Vibra Energia e da Copersucar

Atualmente, a Vibra Energia movimenta entre 6 bilhões e 6,5 bilhões de litros de etanol em sua atividade de distribuição. Enquanto a Copersucar é responsável por comercializar entre 4,5 bilhões e 5 bilhões de litros do biocombustível produzidos pelas usinas vinculadas à Cooperativa de Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo.

"Com a entrada em operação da JV (joint venture), esta passará a ser a responsável por adquirir o volume demandado pela Vibra, bem como por escoar a produção das usinas da cooperativa", anunciou a Vibra Energia.

Para André Corrêa Natal, diretor de finanças da antiga BR Distribuidora, a parceria tem potencial de transformar a Joint Venture na maior comercializadora de etanol do país, e uma das maiores do mundo.

“A nova parceria deverá gerar ganhos de escala que viabilizarão maior competitividade e diversos tipos de sinergias nas operações, através de melhores controles operacionais, maior capacidade de carregos de estoque, monitoramento constante e visão ampla de todos os processos da cadeia em tempo real, entre outros", diz o documento. 

A ECE será livre para comprar etanol no mercado e não apenas das usinas da Cooperativa, assim como a Cooperativa poderá vender etanol para outros clientes além da Vibra Energia.

Percepção dos analistas 

Para o analista Ilan Arbetman, da Ativa Investimentos, a parceria está alinhada ao novo posicionamento estratégico da Vibra, que quer se voltar à economia de baixo carbono, e deve ter novos desdobramentos nos próximos dias. 

“O aporte de R$ 440 milhões representa pouco mais de 6,5% de seu endividamento líquido atual e um incremento de 0,12 vez em sua alavancagem, que potencialmente atingirá 1,5 vez, proporção ainda favorável para comportar novos movimentos de expansão”, complementou o analista.

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