🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Kaype Abreu

Kaype Abreu

Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Colaborou com Estadão, Gazeta do Povo, entre outros.

Inovação no varejo

Como a Via (VIIA3) quer crescer para além das Casas Bahia com fundo para investir em startups

Depois de investir em fintechs, empresa mira varejo, logística e publicidade e começa a fornecer credito para clientes comprarem fora do ecossistema da companhia

Kaype Abreu
Kaype Abreu
4 de novembro de 2021
5:42 - atualizado às 12:14
Helisson Lemos, vice-presidente de marketplace e inovação da Via
Helisson Lemos, vice-presidente de marketplace e inovação da Via - Imagem: Divulgação/Via

Dona da Casas Bahia e do Ponto, a Via (VIIA3) quer crescer em serviços e produtos para além daqueles oferecidos aos clientes que usam suas tradicionais plataformas. A empresa tem investido inclusive em startups para acelerar as mudanças na própria companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As fintechs GoPublic, Poupa Certo e Byebnk foram as primeiras a receber aportes de um fundo de Corporate Venture Capital (CVC) anunciado neste ano pela empresa; a iniciativa promete recursos também para startups de varejo, logística e publicidade, em um total de R$ 200 milhões.

Segundo o vice-presidente de marketplace e inovação da empresa, Helisson Lemos, idealmente o prazo de cinco anos do fundo seria até estendido. "E não necessariamente a gente precisa comprar a startup para alavancá-la", disse em entrevista ao Seu Dinheiro.

O executivo fala em um evolução das soluções financeiras dentro do ambiente da companhia — com plataforma de meios de pagamento e crédito, por exemplo —, mas também fora. “A gente vai lançar um crediário e um fulfillment [agrupamento de operações essenciais na logística] para terceiros.”

Do carnê para a conta digital

A incursão mais agressiva da Via pelo segmento financeiro começou em 2018, quando a empresa, famosa pelos carnês das Casas Bahia, passou a desenvolver a conta digital banQi — agora fortalecida pela compra das três startups, que também dão tração à Celer, solução de meios de pagamento comprada pela Via em julho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A gente gostou muito da tecnologia [das startups investidas] e viu que cada uma delas complementava de maneira diferente algumas teses de investimento do CVC

Leia Também

Helisson Lemos, vice-presidente de marketplace e inovação da Via

A GoPublic é especializada em jornada para concessão de crédito para pessoas física e jurídica, e deve ajudar a Celer e a Banqi a fornecer recursos aos clientes. "Ela tem uma tecnologia com parâmetros complementares ao que a gente tem", disse o executivo.

Já a Poupacerto atua com educação financeira via gameficação — o que deve, segundo Lemos, "ajudar os nossos clientes a ter uma melhor consciência de gastos e investimentos" —, enquanto a Byebnk é uma plataforma de investimentos. 

"Na linha de open banking e open finance, não necessariamente a gente tem que fazer de tudo, mas pode apoiar as empresas para que elas cresçam de maneira independente", disse ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o executivo, o modelo que a Via usa é justamente o aplicado no banQi — ou seja, o de uso do poder de fogo da varejista para acelerar uma empresa menor (a carteira digital da startup chegou 2,5 milhões de contas, no dado mais recente). "A gente agora começa a oferecer crédito não só para comprar produto no ecossistema da Via".

Via (VIIA3) em busca do problema e da solução

Lemos disse ver o mundo em transformação pela cultura de inovação — marcado, segundo ele, pela capacidade das empresas mais novas de resolver problemas —, "enquanto companhias em estágio avançado se apaixonam pela solução e não pelo problema".

Com nossa tecnologia e nosso time a gente consegue tudo que a gente quer, mas existe a oportunidade de conexão com terceiros para fazer isso mais rápido e até mais barato

Helisson Lemos, vice-presidente de marketplace e inovação da Via

A Via busca por inovação de maneira consistente há cerca de dois anos, quando a companhia trocou de mãos, voltando ao seu antigo controlador, a família Klein, fundadora da Casas Bahia, e passou a correr atrás do terreno perdido para concorrentes em meio à digitalização do consumo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Parte importante desse processo ocorreu em 2020, quando a Via comprou uma fatia da Distrito, plataforma aberta de inovação que ajuda empresas na transformação digital e conexão com startups.

O chamado Corporate Venture Capital é uma modalidade de investimento em que grandes empresas aportam em startups donas de produtos e serviços que agregam a atividade da companhia investidora.

Esse é um mercado em franco crescimento e que movimentou US$ 79 bilhões no mundo durante a primeira metade de 2021, mais do que dobrando de valor na base anual, segundo dados da consultoria CB Insights.

"Quando a gente trabalha com inovação, a gente tem a chance de colher dois frutos. No médio e longo prazo, fazendo as escolhes certas para eventualmente ter resultados financeiros e estratégicos", diz Lemos. "No curto prazo, há o contato com o relacionamento com essas startups, com a cultura ágil e o apetite por risco".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ações da Via (VIIA3) podem mais que dobrar, segundo analistas

A empreitada da Via com as startups ainda está longe de se reverter em resultados no balanço. Mas a iniciativa é bem vista por analistas. As ações da varejista (VIIA3) vêm sofrendo com a piora da percepção do mercado com o ritmo de avanço do e-commerce.

A visão geral, porém, é que a dona da Casas Bahia possui uma forte base de clientes e grande quantidade de lojas pelo país, embora as vendas digitais da empresa ainda estejam longe de patamares como o do Magazine Luiza.

Segundo dados do TradeMap, entre 17 recomendações sobre os papéis da empresa, oito são de compra, oito são neutras e uma é de venda. A mediana para o preço-alvo de VIIA3 é de R$ 19, o que representa um potencial de alta de quase 200% em relação às cotações atuais, de R$ 6,65.

Lemos vê justamente na base de clientes, cujo total atingiu 100 milhões, sendo 24 milhões ativos, uma das provas do avanço da companhia. "A gente iniciou o ano com 10 mil vendedores na nossa base. Em outubro chegamos em 100 mil — patamar que concorrência levou cinco anos para atingir."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TENSÃO NO ORIENTE MÉDIO

Disparada do petróleo: Petrobras (PETR4) vai ficar para trás? “Lula vai segurar os preços o quanto puder”, diz economista

3 de março de 2026 - 10:21

O economista Adriano Pires, sócio fundador do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), explica o que esperar da Petrobras em meio à alta dos preços do petróleo

ENTENDA

Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) tenta impedir que Casino ‘saia à francesa’, enquanto agência classifica varejista como risco de inadimplência

3 de março de 2026 - 9:50

Varejista tenta congelar a venda da participação de 22,5% do Casino enquanto discute na arbitragem quem deve pagar passivo tributário de R$ 2,5 bilhões; em paralelo, Fitch corta rating para faixa de alto risco

PLANOS DE EXPANSÃO

Pague Menos (PGMN3) volta ao mercado seis meses após follow-on — e mira até R$ 900 milhões com nova captação na B3

3 de março de 2026 - 9:34

Parte dos recursos vai para o caixa da companhia, enquanto acionistas aproveitam a janela para vender participação; veja os destaques da oferta

PRÉVIA DOS RESULTADOS

Com uma ou outra “infeliz”, o que esperar dos resultados das construtoras no quarto trimestre de 2025 e quem deve decepcionar na temporada?

3 de março de 2026 - 6:12

Temporada do 4T25 deve reforçar a força das construtoras de baixa renda, enquanto empresas como Eztec e Tenda ainda enfrentam desafios específicos

FORTE PRESENÇA NA REGIÃO

É hora de vender MBRF (MBRF3)? Conheça os efeitos do conflito no Oriente Médio para a ação, na visão do JP Morgan

2 de março de 2026 - 19:23

Metade da carne de frango consumida nos mercados halal do Oriente Médio é importada, principalmente do Brasil; entenda os efeitos do conflito na região para a exportadora brasileira

SMARTPHONE

iPhone 17e: tudo o que você precisa saber sobre o novo celular ‘baratinho’ da Apple

2 de março de 2026 - 18:40

Pré-venda começa na próxima segunda-feira (9); modelo mais acessível vem com 256 gigabytes e novo processador

ALÉM DOS CHIPS

Nvidia investe US$ 4 bilhões em fotônica; entenda o que é a tecnologia e por que é vital para a IA

2 de março de 2026 - 18:15

De olho na luz como motor da inteligência artificial, o investimento bilionário da Nvidia na Lumentum e na Coherent deve transformar a transferência de dados

PERDEU FÔLEGO

Braskem (BRKM5) no vermelho: o que a prévia da petroquímica no 4T25 revela — e por que acende alerta entre analistas do BTG

2 de março de 2026 - 17:35

Mesmo com sinais pontuais de melhora no exterior, spreads fracos no Brasil e geração de caixa negativa seguem no radar dos analistas

GIGANTE À VISTA

Após compra da Warner, Paramount planeja absorver HBO Max e criar um streaming turbinado

2 de março de 2026 - 16:45

Paramount cogita fundir os dois streamings em um único serviço, mas ainda não há detalhes sobre nome, data de lançamento ou preço

LÍDER NO AGRONEGÓCIO

Empresa centenária aprova venda e pode dar adeus à bolsa em breve; veja quem é e qual valor será pago aos acionistas

2 de março de 2026 - 10:11

Kepler Weber fecha acordo para combinação de negócios com a GPT; veja o que pode acontecer ao acionista de KEPL3

PRESSÃO FINANCEIRA

CSN (CSNA3) corre contra o relógio e negocia empréstimo de até US$ 1,5 bilhão com bancos para quitar dívidas

2 de março de 2026 - 9:40

Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa

MOVIMENTAÇÃO

Raízen Energia aprova cisão parcial de subsidiária e incorpora R$ 1 milhão em reorganização societária

1 de março de 2026 - 14:37

A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica

HORA DE REALIZAR?

Gerdau (GGBR4) já entregou tudo o que tinha para dar? Itaú BBA tira selo de compra — mas revela trunfo fora das contas

28 de fevereiro de 2026 - 16:18

Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação

FUSÃO NO OFFSHORE

Nova gigante à vista? OceanPact (OPCT3) anuncia fusão com CBO e cria potência de serviços marinhos com R$ 13,6 bilhões em contratos

28 de fevereiro de 2026 - 11:17

Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro

MINERAÇÃO

Já deu o que tinha que dar? Descubra o que pode acontecer com a Aura (AURA33) depois de subir mais do que o ouro

27 de fevereiro de 2026 - 19:43

Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas

NOVO PLAYER DE SAÚDE

Bradsaúde na bolsa: quem ganha, quem pode pular fora e o que muda para investidores de Bradesco (BBDC4) e Odontoprev (ODPV3)

27 de fevereiro de 2026 - 17:08

A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída

AINDA ESTÁ BARATA?

Avanço no lucro do 4T25 e salto das ações em 12 meses: ainda vale a pena ter B3 (B3SA3) na carteira?

27 de fevereiro de 2026 - 16:15

As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento

NOVO PESO-PESADO NA B3 

Bradesco (BBDC4) coloca a Bradsaúde no jogo da B3, Odontoprev (ODPV3) reage forte — há espaço para mais um gigante da saúde?

27 de fevereiro de 2026 - 13:22

Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei? 

BALANÇO FRACO

Qualicorp (QUAL3) reverte lucro em prejuízo líquido, e ação cai forte na bolsa; saiba como está a saúde da operadora de planos de saúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:46

Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.

A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar