Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Ivan Ryngelblum

Ivan Ryngelblum

Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.

entrevista exclusiva

Os planos da Creditas depois de alcançar o status de “unicórnio”; ter lucro, por enquanto, não está entre eles

Pandemia não afetou desempenho de uma das primeira fintechs do país, que entrou na seleta lista de startups que valem mais de US$ 1 bilhão em 2020

Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
23 de fevereiro de 2021
6:02 - atualizado às 15:06
Sergio Furio é CEO da Creditas, que acaba de receber um aporte do Softbank - Imagem: Divulgação

Toda vez que um repórter ou um investidor conversa com um fundador de uma startup, invariavelmente duas perguntas acabam surgindo. A primeira é sobre quando virá o primeiro lucro da empresa. A segunda, quando ocorrerá a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Muitos veem esses dois pontos como sinais da maturidade e robustez de uma companhia. Na prática, o que está se perguntando é se a startup está finalmente pronta para andar com as próprias pernas, sem depender do aporte de investidores de private equity.

Mas Sergio Furio não vê as coisas desse jeito. O fundador e CEO da Creditas – companhia que se tornou uma referência em empréstimos pessoais com garantia de imóveis e carros e que expandiu sua atuação para áreas como consignado e benefícios para funcionários – entende que é preciso olhar para além dessas duas métricas para avaliar uma startup. Inclusive a sua, que está no mercado desde 2012, quando iniciou como um comparador de produtos financeiros.

Tanto é assim que ele não está com pressa para responder estas duas perguntas, nem quer se comprometer com algum prazo para ter lucro ou listar suas ações. Seu foco está na expansão e fortalecimento da empresa. Para ele, sua criação não está pronta.

“Numa empresa de tecnologia moderna, no momento em que você acha que a casa está pronta, a casa se derruba, porque o mercado se mexe e você se dá conta que está ocorrendo um cataclismo e a casa cai”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Conversei com Furio uma semana antes de a Creditas divulgar os resultados acumulados em 2020, quando foi alçada ao status de unicórnio. Foi mais um ano de prejuízo, mas também foi um período em que a empresa viu o portfólio de crédito aumentar em 84,7% e conseguiu extrair cada vez mais receita por produto vendido, mesmo em meio a uma das piores crises que o mundo já vivenciou.

Leia Também

“A gente conseguiu ver que o modelo da Creditas, de crédito com colateral, é bom, inclusive em situação de estresse. E o mais importante é que é bom para os clientes também”, disse.

Ano de pandemia não é ano perdido

Assim como todas as outras empresas, a Creditas penou para entender, no começo, os efeitos da pandemia de covid-19, e por isso resolveu tirar o pé do acelerador, procurando se resguardar de possíveis perdas. “A gente optou por ser um pouco mais conservador [na concessão de crédito] de março a junho”, disse.

A partir de julho, porém, a situação virou. A empresa começou a ver um aumento na demanda por crédito, especialmente de empreendedores e profissionais autônomos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Até a crise, a maior parte daqueles que tomavam empréstimos na Creditas eram profissionais com carteira assinada, aposentados ou funcionários públicos, gente com renda estável. Com a pandemia, este público acabou reduzindo a busca por crédito, procurando segurar os seus gastos.

Por outro lado, profissionais autônomos e empreendedores sentiram duramente os efeitos das medidas de combate à covid-19, especialmente as restrições para a circulação de pessoas, tendo que correr atrás de recursos para fechar as contas e manter os negócios abertos.

“Houve uma troca durante a pandemia [perfil de clientes]. Normalmente, a gente era 65% colaboradores de empresas, público e privado, ou algum aposentado, com renda estável. E agora é metade”.

Não foi apenas o perfil de clientes que mudou. A pandemia provocou ainda uma procura maior por outros produtos, além dos empréstimos pessoais via colateral. Furio disse que nos últimos meses as empresas passaram a entrar em contato com a Creditas para tratar da linha de benefícios da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No ano passado, a startup lançou o Creditas@Work (lê-se Creditas at Work), um pacote de soluções para a área de recursos humanos e funcionários de empresas parceiras. Além dos benefícios tradicionais, como vale refeição e transporte, ele agregou serviços já disponibilizados pela Creditas, como empréstimo consignado e antecipação salarial. E este último, de acordo com Furio, teve um bom aumento de demanda.

“A gente fez pesquisas dentro das empresas e o maior problema [dos colaboradores] eram as despesas emergenciais”, afirmou. “A gente criou um produto de antecipação de salários, com zero custo. É zero ponto zero de custo, sem juros, sem comissões, sem nada. Você pode usar duas vezes ao ano. A empresa adora este tipo de produto, porque é um super benefício para o colaborador e ajuda a evitar o superendividamento da população.”

Outro produto que despontou em 2020 foi a parte de financiamento de carros, depois que muita gente voltou a considerar a compra de um automóvel, diante dos receios que a pandemia criou de pegar transporte público. “Vimos um aumento da procura, eu diria que em setembro e outubro, e está tendo um supercrescimento”, afirmou o CEO.

Lucro não é tudo

Diante deste cenário, o portfólio de crédito da Creditas atingiu em 2020 a marca de R$ 1,2 bilhão em empréstimo para clientes, acima dos R$ 679,3 milhões apurados em 2019. A linha de “originação de crédito”, que trata do volume de novos empréstimos concedidos no período, subiu 70%, para R$ 904 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A receita cresceu 88,4% no mesmo período, para R$ 336,2 milhões. Mas o lucro novamente não veio. A Creditas fechou mais um ano com prejuízo, dessa vez de R$ 186 milhões, uma melhora ante a perda de R$ 202,2 milhões de 2019.

Para Furio, porém, a última linha do balanço não é o que interessa, ou que deveria chamar menos a atenção de investidores (e jornalistas). O mais importante, afirmou, é a margem de contribuição, que mostra o valor que sobra da venda de um produto após retirar os gastos e despesas variáveis. No ano passado, essa margem alcançou R$ 177,4 milhões, o que significa que mais da metade da receita (52,7%, para ser específico) ficou com a companhia.

O CEO da Creditas afirmou que, neste momento, está interessado em fazer a companhia crescer ainda mais, e para isso precisa investir em tecnologia e na captação de clientes, os principais fatores que levam aos prejuízos.

“Seria muito simples lucrar em uma empresa como a Creditas. O que você faz? Elimina a despesa com captação de clientes, você fica com o tamanho que você tem, e reduz o investimento em tecnologia e vira uma empresa normal. Super lucrativa, que geraria nos primeiros nove meses de 2020 mais de R$ 100 milhões em lucro, mas que não cresce”, disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Eu diria que nos próximos dois anos continuaremos com uma mentalidade de, queremos continuar crescendo, queremos continuar criando portfólio, criando receita recorrente, que é o mais importante. Não é a nossa prioridade entregar lucro nos próximos dois anos.”

O unicórnio e os desejos de IPO

A falta de lucro na Creditas não parece ser um problema para os seus investidores, pelo menos por enquanto. Prova disso é o fato de ela ter se tornado um unicórnio no ano passado, após seu valor de mercado atingir a marca de US$ 1 bilhão.

Em dezembro, a companhia levantou US$ 255 milhões em recursos, sendo avaliada em US$ 1,7 bilhão.  A rodada, chamada Series-E, trouxe novos sócios internacionais para a Creditas, incluindo a Advent International. Adicionalmente, os acionistas atuais, como o SoftBank, participaram do investimento.

Um aporte desse tamanho leva muitos a crer que a Creditas já estaria sofrendo pressões para realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Em entrevista ao jornal espanhol “El País” no começo do ano, Furio deu a entender que uma oferta de ações poderia ocorrer em dois anos, depois de uma nova rodada de investimento, e que a operação ocorreria em Nova York.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando perguntei sobre isso, o CEO da Creditas disse que embora queira abrir o capital da empresa, ele não tem um plano específico para realizá-lo em dois anos, nem está sendo pressionado pelos investidores. Ele reafirmou que o plano é expandir a companhia e desenvolver novos produtos e tecnologias.

“A gente ainda quer ter um ritmo de crescimento muito forte, que acreditamos que não lida muito bem com o mercado público, porque o ideal é levar a empresa para o mercado público quando você quer crescer 50%, 60% ao ano, não dobrar a cada ano”, disse.

“Estamos lançando muitos produtos. Você pensa que desde o começo da pandemia até agora lançamos cinco produtos e ainda estamos apanhando para ver como faço, como lanço. Isso é melhor, do nosso ponto de vista, fazer sem ter a pressão pública.”

Agora, sobre o IPO em Nova York, a resposta pode decepcionar um pouco. Furio disse que seus investidores são fundos de private equity estrangeiros, que preferem ver a empresa listada nos Estados Unidos, onde os investidores entendem e estão mais abertos a teses de investimentos como da Creditas e onde as regras de governança são mais rígidas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso não quer dizer que a Creditas não teria ativos listados na B3. Ele vê o mercado de capitais brasileiro amadurecendo nos últimos anos para empresas fora do circuito commodities-bancos-varejo.

“Até um ano atrás, o investidor brasileiro não tinha tanto interesse em um ativo como a Creditas, uma empresa de tecnologia, de crescimento muito alto”, afirmou. “Mas daria para fazer duo listing tranquilo.”

Leia também:

O que o futuro reserva?

Partindo então do fato de que nem um IPO, nem um lucro, são as prioridades no momento para a Creditas, fica a dúvida: o que a empresa fará daqui para frente?

Como Furio disse, crescer fortemente, tentando dobrar de tamanho a cada ano. E fazer isso integrando os produtos numa única plataforma, ou ecossistema, para ficarmos no jargão das startups.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ideia é agregar desde os empréstimos com ativos como garantia e empréstimo consignado, passando pelo serviço de financiamento de automóveis até a loja virtual, a Creditas Store, em que as pessoas podem comprar de smartphones a cursos de MBA, em um aplicativo, fidelizando e ajudando a vida financeira dos clientes.

“O que o aplicativo, a tecnologia, está fazendo é juntar tudo isso em volta do cliente e ajudar na gestão desses ativos e na otimização da vida financeira”, disse o CEO. “É um foco muito maior no cliente do que tínhamos antes, dentro de um aplicativo de celular, com foco também nos ativos que você possui.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TEMPORADA DE BALANÇOS

Com frete grátis no Brasil, Mercado Livre (MELI34) bota o pé no acelerador em vendas, mas lucro cai e margens seguem pressionadas no 1T26

7 de maio de 2026 - 17:32

Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026

REAÇÃO AO BALANÇO

Banco Inter desaba em NY após balanço do 1T26: ação chega a cair mais de 14% — o que assustou o mercado?

7 de maio de 2026 - 16:46

Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje

É SÓ O COMEÇO

JP Morgan deu veredito de compra para a Natura (NATU3) após alta de quase 50% em 2026. Quanto é possível lucrar agora?

7 de maio de 2026 - 16:06

Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir

TECNOLOGIA NA BOLSA

Nem o medo da IA segurou: Totvs (TOTS3) sobe na bolsa após balanço forte; veja o que dizem os analistas

7 de maio de 2026 - 14:33

Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx

NO SHAPE

Smart Fit (SMFT3) puxa ferro no 1T26: lucro salta 47%, e ações sobem forte na bolsa — veja se ainda dá tempo de entrar

7 de maio de 2026 - 12:14

Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil

COM ENERGIA RENOVADA

Axia (AXIA3) prepara sucessão do CEO Ivan Monteiro; e agora, quais serão os desafios do novo líder da elétrica?

7 de maio de 2026 - 12:03

O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras

REAÇÃO AO RESULTADO

Nem o lucro acima do esperado salva o Bradesco (BBDC4) na bolsa hoje, e ação cai forte na B3. Mercado ainda não comprou a virada?  

7 de maio de 2026 - 11:30

Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas

1T26 À PROVA

“Isso não é piora de risco”, diz CEO do Bradesco (BBDC4) após salto nas provisões do 1T26; desafio agora é convencer o mercado

7 de maio de 2026 - 10:55

Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) segue movendo céus e terra para crescer: no 1T26, vendas devem subir forte, enquanto lucro não acompanha

7 de maio de 2026 - 10:33

Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26

ENTREVISTA EXCLUSIVA

‘30% de ROE é atingível’: CFO do Inter afirma estar ‘mais convencido do que nunca’ no plano 60-30-30 — mas relógio da rentabilidade segue correndo

7 de maio de 2026 - 8:07

Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027

QUAL O FOCO AGORA

“2026 ainda é um ano muito incerto”, diz CFO da Espaçolaser; veja como foi o resultado no 1T26, e como empresa trará retorno ao acionista

6 de maio de 2026 - 20:47

“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro

SD ENTREVISTA

Nem o “trimestre mais fraco” segurou a Mater Dei (MATD3): lucro salta quase 80% no 1T26 e CEO aposta em virada das ações

6 de maio de 2026 - 20:07

Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço

BALANÇO 1T26

Ânima (ANIM3) sente as dores e delícias das novas regras do EaD, mas CEO crava: ‘mais positivo do que negativo’; veja destaques do 1T26

6 de maio de 2026 - 18:10

A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período

BALANÇO

Moura Dubeux (MDNE3) tem lucro recorde de R$ 156 milhões e VGV sobe 255%; CEO revela o motor dos números do 1T26

6 de maio de 2026 - 18:03

Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa

RESULTADO

Bradesco (BBDC4): lucro de R$ 6,8 bilhões no 1T26 mostra que a recuperação está de pé — dá para acelerar?

6 de maio de 2026 - 18:03

Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço

DE VOLTA À VITRINE

O pior ficou para trás? Lucro da C&A (CEAB3) dispara mais de 200% no 1T26, e ação lidera altas do Ibovespa

6 de maio de 2026 - 14:07

Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação

PRÉVIA DOS RESULTADOS

O duelo dos bancos digitais ficou mais difícil: Inter e Nubank encaram novo teste em 2026; veja o que esperar dos balanços do 1T26

6 de maio de 2026 - 13:12

Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?

REAÇÃO AO BALANÇO

O ‘efeito Itaú’: o que fez um bom balanço virar gatilho de queda para as ações ITUB4 no 1T26

6 de maio de 2026 - 12:07

Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado

A FÓRMULA DO ITAÚ

Itaú (ITUB4) dribla inadimplência outra vez — e CEO revela o ‘segredo’ para crescer sem perder a mão no crédito em 2026

6 de maio de 2026 - 11:08

Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco

RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL

GPA (PCAR3) pode respirar aliviado: varejista aprova renegociação de dívidas, mas há um risco para os acionistas no futuro

6 de maio de 2026 - 9:46

Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia