🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

salgado demais

A conta do caso Archegos chegou para o Credit Suisse: US$ 4,7 bilhões

Banco era um dos mais expostos ao fundo, que foi obrigado a atender a chamada de margem após perdas com operações altamente arriscadas

Fachada do Credit Suisse, que gere fortunas e fundos imobiliários, como o HGLG11, no Brasil
Fachada do Credit Suisse - Imagem: Shutterstock

O escândalo envolvendo o fundo Archegos Capital Management já provocou sua primeira vítima: o Credit Suisse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O banco suíço calculou que o episódio teve um impacto de 4,4 bilhões de francos suíços (US$ 4,7 bilhões) em seu balanço e que registrará uma perda antes da incidência de impostos de 900 milhões de francos suíços (US$ 960,4 milhões) no primeiro trimestre.

E não é só isso. Por conta dessa perda, o diretor do banco de investimentos do Credit Suisse, Brian Chin, e a diretora de riscos e compliance, Lara Warner, foram demitidos.

E mais: o banco vai propor um corte de 0,10 franco suíço em seus dividendos na assembleia marcada para o dia 30 de abril e o cancelamento do pagamento dos bônus relativos a 2020 à diretoria e conselho de administração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E para completar, o Credit Suisse suspendeu o programa de recompra de ações, afirmando que ele será retomado assim que reestabelecer os índices de capital regulatório e puder voltar a pagar dividendos.

Leia Também

FORÇA, FOCO E FÉ?

Cleusa Maria: a empresária que nunca tinha provado um bolo na vida e criou um império de R$ 800 milhões

CASO MASTER

Fraudes entre Master e BRB chegam a R$ 17 bilhões e Banco de Brasília diz ser vítima de atos criminosos

O que aconteceu?

Em 29 de março, as ações dos principais bancos globais caíram fortemente após alguns deles alertarem para possíveis grandes perdas causadas por um cliente dos Estados Unidos que não conseguiu cumprir com suas obrigações.

Nenhum dos bancos identificou o cliente, mas a revelação de que provavelmente se tratava do Archegos veio após papéis dos grupos de mídia americanos ViacomCBS e Discovery e do grupo de entretenimento chinês IQIYI amargarem perdas acentuadas na sexta-feira anterior (26), em reação a vendas de US$ 35 bilhões em blocos de ações por este fundo de investimento, deflagradas por uma chamada de margem pelo Goldman Sachs.

Chamada de margem ocorre quando a bolsa ou uma corretora verifica que um cliente pode não cumprir com as obrigações de uma operação que ele iniciou. Nesse caso, ele precisa apresentar uma garantia adicional, seja em dinheiro, ativos ou valores mobiliários, para garantir o cumprimento da operação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois ficou claro que se tratava de fato do Archegos. O family office, que administra o patrimônio do ex-operador de fundos hedge Bill Hwang, operava alavancado, usando empréstimos de bancos para ganhar dinheiro muito mais rapidamente do que pelos métodos tradicionais. E um punhado de apostas erradas resultou em prejuízos crescentes.

O Credit Suisse era um dos mais expostos ao fundo, levando suas ações a caírem mais de 14%. Mas ele não foi o único que sofreu. O Nomura registrou queda de mais de 16% em Tóquio quando o caso foi revelado.

Não foi o único escândalo

Se fosse somente esse o problema enfrentado pelo Credit Suisse, até vai, mas o banco já vinha lidando com os efeitos negativos de outro episódio.

No início de março, ele teve que lidar com as consequências da insolvência da stratup financeira britânica Greensill Capital, para quem o banco havia emprestado dinheiro, além de US$ 10 bilhões em fundos administrados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

* Com informações da CNBC e da Dow Jones Newswires

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
11 de setembro de 2026 - 11:40
David Vélez, fundador e CEO do Nubank, durante evento de lançamento em Miami. 10 de setembro de 2026 - 13:41
Logo da BB Seguridade (BBSE3) 10 de setembro de 2026 - 11:33
Imagem mostra um panda comendo um bambu em zoológico 10 de setembro de 2026 - 10:52
ID da foto:1307414278 9 de setembro de 2026 - 17:57
9 de setembro de 2026 - 15:48
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 9 de setembro de 2026 - 14:27
SLC Agrícola 9 de setembro de 2026 - 11:17
Fachada do Banco Inter. 9 de setembro de 2026 - 9:39
Montagem com a logo da enjoei e uma arara de roupas ao fundo em tons de rosa 8 de setembro de 2026 - 20:04
Logo da Tenda em fundo vermelho e letras brancas 8 de setembro de 2026 - 19:15
ações bancos banco do brasil bbas3 bradesco bbdc4 itaú itub4 santander sanb11 8 de setembro de 2026 - 18:24
Fachada do Banco Inter. 8 de setembro de 2026 - 16:23
Luciano Hang Véio da Havan 8 de setembro de 2026 - 11:11
Greg Abel, CEO da Berkshire Hathaway e sucessor de Warren Buffett 7 de setembro de 2026 - 15:35
Imagem com logo da Oi 7 de setembro de 2026 - 9:20
6 de setembro de 2026 - 12:55
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar