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Você só descobre quem está nadando pelado quando a maré baixa, já disse o bilionário investidor Warren Buffett, em uma de suas frases mais conhecidas.
Esse foi um alerta do “Oráculo de Omaha” a investidores que tomam riscos excessivos em épocas de bonança e são pegos desprevenidos quando o cenário muda de forma abrupta.
Eu diria, porém, que atualmente vivemos uma situação contrária dentro da metáfora buffetiana. Logo no começo da crise do coronavírus, a maré baixou abruptamente e muita gente se viu pelada na praia.
Mas a ação dos salva-vidas — no caso, os governos e bancos centrais com seus pacotes trilionários de estímulos — acabou salvando o mercado do constrangimento geral.
A dúvida agora é o que vai acontecer quando a maré voltar a subir. Já tivemos um ensaio de mar revolto nos primeiros meses do ano com a alta dos juros de longo prazo nos Estados Unidos.
Aqui no Brasil, porém, a água já começa a bater na cintura novamente com o início do ciclo de alta da taxa básica de juros (Selic). Sob essas condições, setores da economia mais dependentes de crédito costumam encontrar mais dificuldades para nadar.
Leia Também
O que dizer, então, dos fundos imobiliários? Com rendimentos isentos de imposto, os FIIs se tornaram uma alternativa para os investidores em busca de renda em tempos de juros baixos.
Na coluna Décimo Andar deste mês, o Caio Araujo faz uma análise bem completa dos impactos potenciais da alta da Selic no segmento. Ele também traz uma indicação de fundo imobiliário que pode ser uma boa jangada para atravessar a maré alta dos juros. Vale a leitura!
LIVE DO SEU DINHEIRO
A Julia Wiltgen e eu estaremos ao vivo hoje, ao meio dia, para falar dos melhores e piores investimentos de março. Vamos aproveitar a ocasião para trocar uma ideia sobre tudo o que mexeu e pode mexer com o seu bolso. Você está convidado para essa conversa!
MERCADOS
E só dá ele. Sim, mais uma vez o bitcoin ganhou disparado no ranking dos melhores investimentos de março. No ano, a criptomoeda já acumula valorização de 120%! Já a grande decepção fica por conta da renda fixa, como você confere na análise da Julia Wiltgen.
Os mercados foram guiados ontem por duas forças antagônicas. De um lado, o envio para sanção presidencial do polêmico texto do Orçamento de 2021, que levou o Ibovespa a fechar em queda de 0,18%, aos 116.633 pontos. Do outro, o avanço da vacinação contra covid-19 no país, que fez o dólar recuar 2,31%, a R$ 5,63.
O que mexe com os mercados hoje? O novo pacote de estímulos de Joe Biden foi anunciado após o fechamento em Nova York e animou os mercados pela Ásia e Europa nesta manhã. E o otimismo pode chegar ao Ibovespa.
EMPRESAS
A Vitreo acaba de alcançar uma marca importante, com a entrada no "clube" das plataformas de investimentos com 100 mil clientes ativos. Patrick O'Grady, CEO da empresa, contou um pouco mais dos planos da companhia daqui para frente.
Fausto Ribeiro assume como presidente do Banco do Brasil hoje, mas a forma como foi escolhido continua repercutindo negativamente dentro da instituição. Ontem, conselheiros independentes e alguns membros do comitê responsável por analisar indicações de executivos voltaram a criticar o processo de sucessão no BB.
Atenção, acionista de Movida. O conselho de administração da locadora de veículos aprovou o pagamento de R$ 27 milhões em juros sobre capital próprio (JCP). Saiba como receber os valores.
ECONOMIA
O Tio Sam tem mais um plano econômico trilionário. Dessa vez, o presidente Joe Biden quer destinar US$ 2 trilhões em investimentos em infraestrutura do país. Saiba mais sobre o pacotão.
Após ter o seu Orçamento taxado como uma “peça de ficção” pelos economistas, o relator da proposta, o senador Márcio Bittar (MDB-AC), aceitou realizar alterações, entre elas cancelar R$ 10 bilhões em emendas carimbadas por ele no projeto.
O simples fato de ter comprado ou vendido cotas de fundos de investimento imobiliário (FII) e fundos de índice (ETF) em 2020 já obriga o investidor a entregar a declaração de imposto de renda 2021. Veja aqui como informar corretamente.
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