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Nos Estados Unidos, o índice que reúne as principais empresas de tecnologia fechou em forte queda, reflexo da aversão a risco global, e o Inter acompanhou
Dono de balanços robustos, um crescimento acelerado e uma alta de mais de 50% nas ações só em 2021, o banco Inter (BIDI11 e BIDI4) é um dos queridinhos do mercado — mas não nesta terça-feira (28).
Em um dia de forte aversão ao risco na B3, pautado pelas preocupações dos investidores com a saúde fiscal do país e o ritmo de elevação da taxa básica de juros, as units (BIDI11) e ações preferenciais do Inter (BIDI4) lideraram as quedas do Ibovespa, com recuos superiores a 10%.
Uma série de fatores levam ao desempenho negativo dos papéis. Uma realização de ganhos recentes é uma das razões, mas a principal delas é que o cenário está cada vez mais difícil para empresas de tecnologia, que ainda estão em crescimento e, por isso, dependem de financiamentos para aumentar o seu caixa.
Hoje, a ata da última reunião do Copom, que elevou a Selic para 6,25%, indicou que a velocidade de aumento da taxa pode ser maior do que o inicialmente esperado. E não é só no Brasil que isso ocorre. Os investidores americanos aguardam o início do aperto monetário já nos próximos meses, o que aumenta as chances de os juros voltarem a subir já no ano que vem na terra do Tio Sam.
Logo abaixo, explico a tendência com as perspectivas de juros cada vez mais elevados. Mas antes, um convite: diante das constantes quedas da Bolsa, apresentamos no nosso Instagram uma análise histórica sobre a importância de olhar para o longo prazo em meio aos ruídos dos mercados.
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Agora, voltando ao assunto, com as perspectivas de juros cada vez mais elevados, a tendência é que a dívida dessas empresas de tecnologia cresça. Por serem ativos mais arriscados, as ‘techs’ são as primeiras a sofrerem em um cenário de aversão a risco. Em Nova York, a Nasdaq, bolsa que reúne as principais empresas de tecnologia do mundo, fechou em queda de 2,83% nesta terça.
Existem alguns comentários entre os investidores que também pesam sobre as ações hoje. Um gestor ouvido pelo Seu Dinheiro lembra que o Inter naturalmente sofre mais do que seus pares do setor financeiro por ter uma carteira de crédito menos robusta.
Há alguns dias, circulam notícias de que Stone e Inter estariam negociando uma possível ampliação da parceria anunciada em maio — o que, eventualmente, poderia resultar numa fusão. Hoje, circulam comentários nas mesas de operação quanto a um possível entrave nas conversas, embora Inter e Stone não tenham emitido qualquer comunicação oficial.
Outro rumor que corre pelos corredores do mercado é de que a companhia estaria aumentando o provisionamento contra inadimplência em seu balanço do terceiro trimestre. Dada a forte oscilação dos papéis nesta terça-feira (28), o Inter foi questionado e negou, em comunicado, que existam fundamentos para a especulação.
O comunicado oficial, no entanto, não reduziu o ímpeto de queda dos papéis, que fecharam com as duas maiores quedas do Ibovespa hoje. As units (BIDI11) derraparam 12,86%, a R$ 51,16, enquanto as ações preferenciais (BIDI4) fecharam com tombo de 12,26%, a R$ 17,18.
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