O primeiro fundo cripto focado em finanças descentralizadas do Brasil
Vertente surgiu em 2018, mas ficou mais conhecida apenas ano passado, quando atraiu muitos usuários, trouxe bastante lucros para seus investidores e possibilitou vários experimentos

Quando eu era criança, havia três árvores bem grandes em frente à casa dos meus pais. Elas faziam sombra suficiente para que o terraço da minha casa não ficasse tão quente em dias ensolarados.
Como essas árvores eram antigas, as demais, plantadas depois delas, sofriam com a falta de luz.
Consequentemente, essas árvores cresceram em diagonal, em busca do seu lugar ao sol.
Esse crescimento inclinado não é notado no momento em que acontece, mas depois de algum tempo é facilmente percebido pela angulação da planta.
Assim vejo o comportamento do mercado cripto.
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Aos poucos, as novas plataformas, experimentos e triunfos vão remodelando o modo como as pessoas lidam com o dinheiro.
No primeiro momento, sem ninguém perceber, até que fica muito claro quando olhamos de longe.
Isso também me faz lembrar daquela velha máxima do mercado: ou você disrupta, ou é disruptado.
É com isso em mente que quero apresentar uma novidade para você, leitor.
Mas antes preciso de mais um preâmbulo.
Na semana passada, usei este espaço para expressar o quanto acho que o mercado tradicional está interpretando mal o conceito de cripto e o potencial que esse mercado tem.
A ideia geral é que encarar criptoativos apenas como criptomoedas, ou como bitcoin, é o mesmo tipo de miopia com que a maioria encarou a internet nos seus primórdios.
Por isso, é com muito orgulho que anuncio que a Vitreo colocou de pé mais uma inovação no mercado de capitais.
O primeiro fundo temático de cripto terá como mote a vertente que pode ser disruptiva para todo o sistema financeiro da forma como o conhecemos, as finanças descentralizadas (DeFi).
Essa vertente surgiu em 2018, mas ficou mais conhecida apenas ano passado, quando atraiu muitos usuários, trouxe bastante lucros para seus investidores e possibilitou vários experimentos.
Dentro das nossas sugestões do Empiricus Crypto Legacy e do Exponential Coins, nos aproveitamos bastante dessa vertente no ano passado e continuamos este ano.
A classe de ativos como um todo subiu 1.893% no ano passado e +763% só no primeiro trimestre deste ano.
Comparativamente, o bitcoin subiu 301% em 2020 e +57% no primeiro trimestre do ano.
E esses números têm grandes chances de ficarem cada vez maiores se o bull market continuar guiando o mercado.
Essa talvez seja uma das máximas que aprendemos em 2017. Em um bull market iniciado pelo bitcoin, ele não é o ativo que mais se valoriza.
Por isso é tão importante a diversificação em cripto, não por diminuição de risco, mas sim por aumento de assimetria, ou seja, aumento do prêmio caso esteja certo.
É com essa visão que a Vitreo lançou nesta semana o Cripto DeFi, primeiro fundo focado em finanças descentralizadas do Brasil.
Penso que esse fundo serve para todos que acreditam num futuro em que as plataformas de DeFi sejam um lugar-comum.
E para aqueles curiosos que já interagiram com protocolos descentralizados e experimentaram o gostinho de ter o controle do seu dinheiro.
Também acho que esse fundo é para os meus pais, que entendem o poder que bons investimentos, feitos muito cedo, tem no futuro.
Neste link você encontra os detalhes do fundo e a maneira de operacionalizar a sua entrada.
Só quero avisar que, como tudo no que diz respeito a investimentos, o foco é no longo prazo.
Isso porque não se muda o sistema financeiro da noite para o dia, assim como a internet não mudou o mundo em uma noite.
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