🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

em discussão

Nova proposta de reforma tributária onera mais a classe média, diz ex-presidente do BC

De acordo com Gustavo Loyola, se a reforma não elimina a ideia de que os ricos pagam menos impostos no Brasil, é sinal que ela teria que ser mais integrada e entrar mais diretamente na tabela progressiva e não ter alíquotas

Ex-presidente do Banco Central e atual sócio da Tendências Consultoria Integrada, Gustavo Loyola - Imagem: FGV / Reprodução / Youtube

Entre os pontos que o leva a ver a nova proposta de reforma tributária com frustração, o ex-presidente do Banco Central e atual sócio da Tendências Consultoria Integrada, Gustavo Loyola, cita o fato de o projeto onerar mais a classe média ao limitar o desconto padrão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Tem uma questão complicada porque tem contribuinte com maior capacidade para ter dedutibilidades, outros não… mas a verdade é que no mínimo, no mínimo, se tornou a vida mais difícil para parcelas da classe média sem um propósito. Eu pelo menos não entendi bem o propósito disso", disse Loyola durante Live nesta terça-feira, 6, sobre reforma tributária organizada pela FAS Advogados.

Além disso, de acordo com o ex-banqueiro central, a reforma não tem um efeito distributivo. De acordo com ele, se a reforma não elimina a ideia de que os ricos pagam menos impostos no Brasil - ele citou a manchete do Estadão de hoje - é sinal que ela teria que ser mais integrada e entrar mais diretamente na tabela progressiva e não ter alíquotas "flats" sobre determinados rendimentos.

"Não me parece que o efeito distributivo desta reforma seja grande. É como já disse antes: o que importa mais é como o governo realiza despesas. Não adianta tributar mais os ricos e gastar tudo para redistribuir esse dinheiro para beneficiar aquele próprio segmento que você tributou", criticou Loyola.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Restrição da mobilidade

Loyola disse que um de seus muitos equívocos, especialmente na proposta de tributação dos dividendos, é a restrição da mobilidade do capital. Segundo Loyola, o capital tem que estar disponível para ser aplicado onde ele tem maior retorno econômico.

Leia Também

LCIs e LCAs

A crítica de André Esteves aos títulos isentos: ‘sou detentor, emito esses títulos, mas está simplesmente errado’

ALERTA DE PROMOÇÃO!

Leilão da Casas Bahia promete eletrodomésticos com até 75% de desconto; veja como participar

De acordo com ele, a tributação sobre dividendos no mundo real afeta a maneira como a empresa se financia; capital próprio versus capital de terceiros.

"Embora do ponto de vista teórico seja igual, na vida prática você cria um incentivo ao aumento da utilização de capital de terceiros. Isso pode não ser necessariamente um mal, mas muda a estrutura", observou Loyola.

"A tributação não deve, de maneira nenhuma, restringir a mobilidade do capital. Então, se o acionista quer tirar dinheiro da empresa que trabalha no setor A para investir no setor B, ele tem que ser livre para fazer isso sem um custo adicional e não ter, como incentivo, que criar dentro dessa empresa original uma nova linha de negócios por não poder tirar dali os recursos para investimentos em outro segmento", disse Loyola.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Ao meu ver, eles cometeram um equívoco ao tributar o dividendo distribuído de pessoa jurídica para pessoa jurídica. E aquela sistemática que eles governo colocaram lá não é suficiente", disse o ex-presidente do BC.

Loyola entende que a proposta poderá ser alterada no Congresso. "A experiência no Brasil mostra que o governo sempre manda reformas para o Congresso com alguma gordura e a gente já viu ai alguns sinais do governo de que pode recuar como, por exemplo, na questão da alíquota do IR sobre pessoa jurídica. Ele admite que a dedução e 5% pode ser já de imediato".

Para ele, dentro dessa reforma, há muito espaço para corrigir seus problemas.

Ainda segundo o economista, ao amarrar o projeto de reforma tributária à correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física, de algum forma, amarrou o Congresso. Isso porque agora o Congresso tem maiores dificuldades de não aprovar a reforma porque isso significaria deixar de corrigir a tabela do IR que, do ponto de vista político, é negativo para os parlamentares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Com isso, o governo buscou aumentar a chance de aprovação. Mas o meu julgamento é o de que a reforma deixa a desejar. Foi muito aquém do que poderia ter sido e deixou de focar em reformas que seriam mais essenciais para o Brasil nesse momento", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Aplicativo de IA de internet de ícones de inteligência artificial, ChatGPT, da OpenAi 13 de setembro de 2026 - 18:03
Imagem feita com inteligência artificial. Notas de dinheiro e moedas e, ao fundo, prédios em São Paulo 13 de setembro de 2026 - 14:35
Chuva pode baratear preço da energia elétrica, mas cenário pode mudar até 2027 12 de setembro de 2026 - 10:30
Em um fundo que traz uma montagem com cédulas e gráficos, Roberto Padovani, economista-chefe do Banco BV, aparece do lado direito usando blazer azul e camisa branca. Do lado esquerdo, a pergunta: Por que os juros não caem? 11 de setembro de 2026 - 17:32
lotofácil da independência 11 de setembro de 2026 - 9:45
Imagem gerada por inteligência artificial mostra muitos condôminos discutindo em um condomínio com diversas torres de prédios. Ao fundo, há ainda uma churrasqueira e uma piscina 10 de setembro de 2026 - 12:35
Botijões de gás de cozinha do programa Gás do Povo em destaque, com identidade visual do governo federal, representando benefício social para recarga gratuita de gás de cozinha destinado a famílias de baixa renda. 10 de setembro de 2026 - 9:01
Bomba de combustível diesel e gasolina 9 de setembro de 2026 - 19:15
Chuva forte em São Paulo 9 de setembro de 2026 - 16:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar