🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Balanço do mês

Setembro foi o mês do dólar e da renda fixa beneficiada pela alta dos juros e da inflação; já a bolsa e o bitcoin amargaram fortes perdas

Retirada iminente dos estímulos monetários nos EUA e possível desaceleração do crescimento chinês se uniram ao risco fiscal brasileiro e à inflação pressionada por aqui para pesar sobre os juros futuros, o câmbio e os ativos de risco

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
30 de setembro de 2021
20:50 - atualizado às 11:03
Notas de dólar e real, inflação
Em setembro, ganharam o dólar, a renda fixa conservadora e as debêntures. Imagem: Shutterstock

Se agosto já não foi um mês auspicioso para os ativos de risco, setembro não foi muito diferente. Com fatores de risco internos e externos, os melhores investimentos do período foram ativos de proteção (dólar e ouro) e aqueles que se beneficiam da alta dos juros e das pressões inflacionárias, como é o caso das debêntures e dos ativos de renda fixa conservadora atrelada às taxas básicas de juros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O dólar à vista terminou o mês cotado a R$ 5,45, após uma alta de 5,30%, enquanto o dólar PTAX, calculado pelo Banco Central, subiu 5,77%, a R$ 5,44, ficando com o primeiro lugar do ranking dos investimentos.

Os ativos mais prejudicados pela alta dos juros futuros, por sua vez, sofreram novamente. Estou falando dos títulos públicos prefixados e atrelados à inflação, da bolsa e dos fundos imobiliários. O último lugar da lista ficou novamente com o volátil título público Tesouro IPCA+ 2045, que recuou 7,77% no mês, acumulando perda de 23,60% no ano.

No caso das ações, especificamente, também pesaram as preocupações relacionadas ao crescimento das maiores economias do mundo, notadamente da China, grande compradora de commodities do Brasil. O Ibovespa terminou setembro com baixa de 6,57%, aos 110.979,10 pontos.

O bitcoin também ficou bem longe dos primeiros lugares do ranking em setembro, fazendo jus à sua fama de ativo extremamente volátil. Mais uma vez a China estressou o mercado cripto com suas restrições, e a criptomoeda terminou o mês com queda de 1,99% em reais, cotada a R$ 238.544,97. Em dólares, o recuo foi de 7,27%, para US$ 43.824,40.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja o ranking completo na tabela a seguir:

Leia Também

Os melhores investimentos de setembro

InvestimentoRentabilidade no mêsRentabilidade no ano
Dólar PTAX5,77%4,68%
Dólar à vista5,30%4,96%
Ouro1,84%-3,80%
Índice de Debêntures Anbima Geral (IDA - Geral)*0,63%4,45%
Índice de Debêntures Anbima - IPCA (IDA - IPCA)*0,56%3,34%
Tesouro Selic 20270,53%-
Tesouro Selic 20240,51%-
Poupança antiga**0,50%4,59%
CDI*0,45%2,48%
Poupança nova**0,30%1,67%
Tesouro IPCA+ 2026-0,22%-2,66%
IFIX-1,24%-5,38%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2030-1,25%-5,08%
Tesouro Prefixado 2024-1,42%-
Bitcoin-2,00%58,44%
Tesouro Prefixado 2026-2,48%-11,35%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2040-2,73%-7,27%
Tesouro IPCA+ 2035-3,92%-10,96%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2055-3,95%-10,64%
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2031-4,04%-16,79%
Ibovespa-6,57%-6,75%
Tesouro IPCA+ 2045-7,77%-23,60%

(*) Até o dia 29/09. (**) Poupança com aniversário no dia 28.
Todos os desempenhos estão cotados em real. A rentabilidade dos títulos públicos considera o preço de compra na manhã da data inicial e o preço de venda na manhã da data final, conforme cálculo do Tesouro Direto.

Fontes: Banco Central, Anbima, Tesouro Direto, Broadcast e Coinbase, Inc..

Riscos vindos do exterior

O mês de setembro foi repleto de fatores de risco internos e externos capazes de prejudicar os mercados brasileiros. Vamos começar pelo que veio de fora. No começo do mês, dados econômicos fracos vindos dos Estados Unidos e da China deixaram os investidores preocupados em relação à tão aguardada recuperação econômica das maiores economias do mundo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto os dados americanos continuavam mistos - deixando os mercados na dúvida quanto ao momento em que se iniciariam, afinal, a retirada dos estímulos monetários e a alta dos juros nos EUA -, os números chineses indicavam desaceleração do crescimento do gigante asiático.

Nos EUA, fim dos estímulos e alta de juros à vista

Mais para o fim do mês, porém, houve decisão de juros nos Estados Unidos, e a indicação do Federal Reserve, a partir de então, passou a ser de que a retirada de estímulos, com a redução da compra de ativos, deve começar ainda neste ano - e de que a alta dos juros por lá deve se iniciar no ano que vem.

Isso levou ao fortalecimento global do dólar ante outras moedas fortes, bem como para a alta dos juros dos títulos do Tesouro americano, o que contribuiu para a alta dos juros futuros por aqui e a valorização da moeda americana ante o real.

Inclusive, em dólar, o ouro viu uma queda em setembro. A alta se deu em reais, uma vez que a moeda brasileira se enfraqueceu frente ao dólar. Apesar dos temores inflacionários globais, que tendem a favorecer o investimento no metal, a alta dos retornos dos títulos americanos costuma pesar negativamente sobre os preços da commodity. É que os títulos pagam juros, enquanto o ouro não.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Então o mercado agora encara a iminência mais palpável da retirada de estímulos monetários e da alta dos juros nos Estados Unidos, fatores que tendem a reduzir a atratividade dos ativos de risco no mundo todo, pois tornam os títulos públicos americanos, ativos mais seguros do mundo, mais rentáveis, além de fecharem a torneirinha do dinheiro barato em busca de aplicações. Acabou o milho, acabou a pipoca.

Quem mais sofre com isso? Ora, ativos mais arriscados e voláteis, como as ações de empresas de tecnologia e as criptomoedas, e os mercados emergentes, como o Brasil.

Na China, pressão sobre o minério de ferro e o caso Evergrande

Já a aparente desaceleração do crescimento chinês gera o temor de uma redução na demanda por commodities, setor com maior peso na composição do Ibovespa. A China também anda intervindo na produção de aço a fim de conter as altas no preço do minério de ferro e combater a especulação nesse mercado.

Isso tudo vem gerando forte volatilidade no preço da commodity, que despencou ao longo do mês de setembro, impactando negativamente as ações da Vale e das siderúrgicas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para embolar um pouco mais o meio de campo, o mundo começou a se preocupar com a saúde financeira da gigante incorporadora chinesa Evergrande, cujo risco de calote na sua dívida de US$ 300 bilhões ameaça a estabilidade dos mercados.

Inicialmente, os investidores chegaram a temer uma quebradeira tão generalizada de incorporadoras chinesas e bancos que uma potencial quebra da Evergrande chegou a ser comparada - exageradamente - à quebra do banco Lehman Brothers, que marcou o início da crise financeira de 2008.

Porém, a concentração da dívida da companhia em credores chineses, a injeção de recursos pelo governo chinês na economia e as renegociações de alguns pagamentos trouxeram um certo alívio ao mercado. O mais provável, acredita-se, é que não haja um contágio global.

O problema é que a provável crise no mercado imobiliário chinês decorrente deste episódio deve baquear um pouco a economia do país, além de reduzir a demanda por aço, uma das matérias-primas mais consumidas pela indústria da construção civil - prejudicando, mais uma vez, as mineradoras e siderúrgicas brasileiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, nem os EUA, nem a China trouxeram boas notícias para o mercado de ações brasileiro em setembro; e o início iminente da retirada dos estímulos americanos, bem como a alta global do dólar, pressionaram câmbio e juros futuros por aqui.

Melhores ações de setembro

AçãoCódigoDesempenho no mês
MarfrigMRFG333,26%
PetroRioPRIO330,93%
MinervaBEEF324,40%
JBSJBSS319,06%
BRFBRFS314,65%
AssaíASAI313,09%
WEGWEGE311,11%
CopelCPLE66,29%
SabespSBSP35,78%
EnevaENEV35,11%
Fonte: B3/Broadcast

Piores ações de setembro

AçãoCódigoDesempenho no mês
Banco Inter unitBIDI11-31,10%
Banco Inter PNBIDI4-28,70%
Via (ex-Via Varejo)VIIA3-26,18%
Americanas SAAMER3-25,24%
Magazine LuizaMGLU3-21,38%
CieloCIEL3-20,21%
Lojas AmericanasLAME4-19,80%
CSNCSNA3-17,61%
Dexco (ex-Duratex)DXCO3-17,52%
Banco PanBPAN4-15,85%
Fonte: B3/Broadcast

Os esqueletos no nosso próprio armário

Além de tudo isso, o Brasil ainda precisa lidar com seus próprios fantasmas. O mês começou com as tensões políticas em torno das manifestações bolsonaristas do feriado da Independência, em 7 de setembro, mas uma carta redigida com a ajuda do ex-presidente Michel Temer e assinada pelo presidente Jair Bolsonaro acabou selando a paz entre os Poderes.

Entretanto, o mercado teve de se haver com dados econômicos negativos e a intensificação das preocupações em relação à saúde fiscal do país.

O mês começou com um dado de PIB desanimador: o Produto Interno Bruto do segundo trimestre caiu 0,1%, quando a mediana das expectativas do mercado apontava para uma alta de 0,2%, o que pegou o mercado de surpresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A recuperação pós-pandemia falhava em atender às expectativas, e agora estávamos em meio a um ciclo de alta de juros, o que só impõe mais dificuldades para que a economia cresça.

Inflação lá em cima

Mas desgraça pouca é bobagem: soma-se a isso a crise hídrica, que encareceu a energia elétrica e tende a pesar sobre uma inflação já pressionada pela elevação, por exemplo, nos preços do petróleo e dos combustíveis, de materiais de construção, de produtos à base de proteína animal, de produtos que levam semicondutores em sua composição (insumos que estão em falta no mercado), como é o caso dos veículos, além da alta do dólar, é claro.

A alta generalizada dos preços, por sinal, ainda preocupa os mercados domésticos, que continuaram revisando para cima suas perspectivas de inflação e pressionando os juros futuros. Na semana passada, o Banco Central elevou a Selic em mais um ponto percentual, para 6,25%, e já contratou mais uma alta de igual proporção na próxima reunião.

Agora, o mercado espera que a inflação oficial, medida pelo IPCA, seja de 8,45% para 2021 - lembrando que a meta do ano é de 3,75%, com limite máximo de 5,25%. Já a Selic deve terminar o ano em 8,25%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para 2022, a expectativa é de que a taxa básica de juros suba um pouco mais - até 8,50% -, mas que a inflação seja finalmente controlada, caindo para 4,12%.

Risco fiscal ainda em pauta

E o risco fiscal também permaneceu sob os holofotes. A questão dos precatórios foi encaminhada, mas ainda não está resolvida. Só que a questão do Auxílio Brasil - o novo e turbinado programa social do governo, que deve substituir o Bolsa Família - continuou dando o que falar.

O governo resolveu elevar, por decreto, o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) das operações de crédito, tanto para pessoas físicas como jurídicas, de modo a financiar o novo programa social - ao menos em parte.

A notícia caiu mal no mercado, como um combo antiliberal de aumento de impostos com encarecimento do crédito num momento de alta de juros, o que pode penalizar empresas e pessoas físicas, piorar os índices de inadimplência e desestimular ainda mais a produção e o consumo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Finalmente, o mês termina com a notícia de que o governo pode estender mais uma vez o auxílio emergencial, o que pressiona ainda mais as contas públicas, e o retorno do cabo de guerra entre governo e Petrobras em relação aos preços dos combustíveis, um risco que paira sobre as ações da estatal.

Juros e dólar para cima, ativos de risco para baixo

A alta dos juros futuros resultante da combinação de risco fiscal, inflação pressionada e início iminente da retirada dos estímulos monetários nos Estados Unidos, bem como a continuidade do aperto monetário por parte do Banco Central brasileiro pesaram negativamente sobre a bolsa, os fundos imobiliários e os títulos públicos prefixados e atrelados à inflação, cujos preços tendem a cair quando a expectativa do mercado é de alta nos juros.

O Ibovespa também sofreu com as possibilidades de crise no mercado imobiliário chinês, desaceleração do crescimento econômico do gigante asiático e outras pressões sobre o preço do minério de ferro, que colocam um ponto de interrogação sobre a demanda futura por commodities exportadas pelas empresas brasileiras.

Os investimentos cuja rentabilidade é atrelada à Selic e ao CDI, por sua vez, viram seu retorno aumentar com a nova alta da taxa básica de juros pelo Banco Central, que colocou a renda fixa pós-fixada - mesmo a mais conservadora - de volta ao jogo dos investimentos brasileiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A alta da Selic também acaba beneficiando os títulos privados cuja remuneração está de alguma forma atrelada ao CDI. É o caso de muitas das debêntures que vêm sendo emitidas nos últimos tempos. Mas mesmo aquelas com remuneração atrelada ao IPCA vêm apresentando bom desempenho, com a inflação ainda elevada.

Já o risco fiscal brasileiro se uniu à alta global do dólar para levar a cotação da moeda americana ante o real um pouco mais para cima, mesmo com a escalada da Selic - o que em tese deveria valorizar um pouco a nossa moeda.

Cruzada chinesa contra os criptoativos

Em setembro, a China também continuou a sua cruzada contra o mundo cripto ao banir todas as transações com criptoativos no país. Porém, a realocação dos mineradores pelo mundo - ocorrida desde que o país baniu a mineração - faz com que o impacto da medida seja limitado para as cotações do bitcoin.

Entretanto, o criptomercado também tende a ser negativamente atingido por uma redução de estímulos monetários nos EUA - assim, os investidores permanecem de olho nas movimentações do Fed.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Como baixar o app que conta as calorias do seu prato com uma simples foto e deixou o fundador virar milionário

5 de março de 2026 - 11:16

Aplicativo utiliza inteligência artificial para contar calorias; em 2025, a receita anual da empresa foi de US$ 40 milhões

SÓ DEU ELA

Lotofácil desencanta com 45 vencedores, mas apenas 3 vão receber valores milionários; Mega-Sena já promete R$ 45 milhões hoje

5 de março de 2026 - 6:58

A Lotofácil acaba de pagar o prêmio principal pela primeira vez em março. Todas as demais loterias sorteadas na quarta-feira (4) acumularam.

DIA DE DESCANSO

Hoje é feriado? Sete cidades brasileiras param neste 5 de março; saiba se a sua está na lista

5 de março de 2026 - 5:03

Municípios utilizam leis locais para celebrar datas culturais nesta quinta-feira (5); o próximo descanso geral será apenas em abril

TOUROS E URSOS #261

EUA vs. Irã: petróleo, dólar e Bolsa — o que muda para o investidor no Brasil

4 de março de 2026 - 19:14

Frederico Sampaio, CIO da Franklin Templeton, participou do podcast Touros e Ursos, do Seu Dinheiro, e fala sobre três cenários possíveis para a guerra no Oriente Médio e os efeitos para o mercado brasileiro

OPERAÇÃO COMPLIANCE ZERO

Mesada e viagem para a Disney: funcionários do BC são investigados por propina de Daniel Vorcaro, do Master

4 de março de 2026 - 17:36

Os servidores Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana foram afastados do Banco Central e são investigados por consultorias dadas a Vorcaro

NOSTALGIA LUCRATIVA

Venda de discos de vinil continua crescendo — e movimento é liderado pela rainha dos streamings

4 de março de 2026 - 15:51

Enquanto Spotify e Apple Music disputam assinantes no streaming, o vinil surpreende e cresce na contramão da era digital

DE SOBREMESA, UMA DIPIRONA?

Câmara aprova projeto de lei que autoriza a venda de medicamentos em supermercados, mas existe um ‘porém’

4 de março de 2026 - 15:26

Proposta tem condições para venda de medicamentos em mercados e aguarda a sanção presidencial

HORA DE COMPRAR?

A ‘era do ouro’ acabou? Executivos do BTG respondem se o metal precioso ainda vale a pena depois da disparada

4 de março de 2026 - 15:22

Com guerras, dúvidas sobre o dólar e rearranjos de fluxo global, metais preciosos voltam ao radar dos investidores e podem seguir relevantes para o portfólio em 2026, segundo o BTG

SORTE GRANDE

Novos milionários no Ceará: conheça Eusébio, cidade dos vencedores da Mega‑Sena que já abriga a alta renda do estado

4 de março de 2026 - 14:03

Cidade vizinha de Fortaleza combina renda alta, grandes indústrias — e agora abriga os cinco novos milionários do país.

MITOLOGIA FUTEBOLÍSTICA

O ‘toque de Midas’ que fez o Grêmio Novorizontino contornar a falência, disputar o título contra o Palmeiras e virar a maior torcida de São Paulo até domingo

4 de março de 2026 - 11:18

Apoiado por uma da família rica de sua cidade, Grêmio Novorizontino vive ascensão meteórica nos campos de futebol e tenta espantar estigma de morrer na praia

CONSUMO PROIBIDO

Marca de palmito tem produtos apreendidos e empresa de cosméticos tem melatonina suspensa pela Anvisa

4 de março de 2026 - 10:32

Anvisa disse que empresa de palmitos funcionava sem licença sanitária e que melatonina era fabricada com ingrediente não avaliado

HOLLYWOOD

Atriz mais rica do mundo fez fortuna graças a visão de longo prazo e está longe de ser quem você imagina

4 de março de 2026 - 9:21

Atriz mais rica do mundo construiu seu império visando o longo prazo; hoje sua fortuna é estimada em mais de US$ 3 bilhões

ENTENDA DETALHES

Daniel Vorcaro é preso de novo: dono do Banco Master é um dos alvos da nova operação da Polícia Federal que apura fraudes bilionárias

4 de março de 2026 - 7:34

Banqueiro é alvo de nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga suposto esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo a venda de títulos de crédito falsos

CARRO-CHEFE DESENCALHA

Mega-Sena desencanta, sai pela segunda vez desde a Mega da Virada e faz 5 novos milionários de uma vez só; Lotofácil acumula de novo e prêmio vai a R$ 10 milhões

4 de março de 2026 - 6:41

Um bolão com cinco participantes foi a única aposta vencedora do concurso 2979 da Mega-Sena. Todas as demais loterias sorteadas na terça-feira (3) acumularam.

RESIDENCIAIS

Mais crédito imobiliário: Caixa amplia financiamento para imóveis acima de R$ 2,25 milhões com recursos da poupança

3 de março de 2026 - 19:21

O banco havia suspendido o financiamento para esses valores em 2024 para priorizar imóveis mais baratos e atender um número maior de famílias

TODO MUNDO ODEIA A OLIVE

Que mancada! Rede de supermercados reconfigura assistente de IA em meio a onda de ‘hate’

3 de março de 2026 - 14:28

Assistente de inteligência artificial da Woolworths, chamada Olive, falava que era humana e reclamava de sua própria ‘mãe’

BOMBARDEIO DOS EUA

Legendários presos em Dubai: quanto os participantes das excursões pagam pelos ‘desafios’

3 de março de 2026 - 11:21

“TOP 1455 Track caminho no deserto” aconteceu entre 25 e 28 de fevereiro; ainda não há previsão para retorno dos “legendários” ao Brasil

ROUBOU A CENA

Lotomania 2894 tem três ganhadores, mas talvez sejam apenas dois; Lotofácil 3625 acumula e Mega-Sena 2979 pode pagar R$ 160 milhões hoje

3 de março de 2026 - 7:02

A Lotomania roubou a cena da Lotofácil na segunda-feira (2). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa começou março acumulada. Atenções agora se voltam para a Mega-Sena.

PACÍFICO EXPORTADOR DE PETRÓLEO

‘Brasil está bem-posicionado e é ganhador’: Secretário do Tesouro fala sobre alta do petróleo, inflação e juros com conflito no Oriente Médio

2 de março de 2026 - 15:20

Rogério Ceron, secretário do Tesouro Nacional, falou sobre o cenário para a economia brasileira diante dos ataques de Estados Unidos e Israel conta o Irã; entenda

PRÓXIMA PARADA, PÁSCOA

Março sem descanso? Confira quando acontecem os próximos feriados, pontos facultativos e datas comemorativas de 2026

2 de março de 2026 - 11:27

Confira o calendário de feriados de 2026 para se programar e aproveitar para descansar durante o ano

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar