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Para especialistas, a retomada da economia brasileira traz grande otimismo para o setor e o alerta, já esperado, fica em segundo plano

Na manhã desta quinta-feira (20), a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu um sinal amarelo para a fusão das locadoras de carros Unidas (LCAM3) e Localiza (RENT3).
Por se tratar de uma fusão complexa e que resulta em uma concentração elevada de mercado, o conselho disse necessitar de uma análise mais aprofundada, aumentando o prazo final para a aprovação da operação. Na prática, isso significa que o Cade poderá estender o prazo final para a decisão para 90 dias além do dia 6 de outubro e irá realizar novas diligências para analisar os riscos apontados por terceiros - como a Movida.
A notícia, no entanto, parece não fazer preço nos papéis, que lideram os ganhos do Ibovespa durante boa parte da tarde e que subiam cerca de 5% por volta das 16h20, de forma quase contraintuitiva. Os papéis da Movida também sobem forte fora do Ibovespa.
Afinal, o que impulsiona as ações das locadoras nesta tarde? Para responder essa pergunta, conversei com Rodrigo Moliterno, head de renda variável da Veedha Investimentos, Bruno Madruga, head de renda variável da Monte Bravo Investimentos e Leo Monteiro, analista de research da Ativa Investimentos.
O primeiro ponto destacado é que a decisão do Cade não é de fato uma surpresa para o mercado. Monteiro aponta que a concentração de participação de mercado - principalmente na modalidade de locação para pessoas físicas, o rent-a-car - sempre foi visto como um empecilho para a aprovação da operação. O que não necessariamente significa o fim da linha.
Para o analista, ainda existem chances da aprovação acontecer, ainda que com ‘remédios pesados’ por parte do Cade, já que o conselho também deve levar em conta o tamanho potencial do mercado, as barreiras de entradas e a concentração regional. “Segue sendo um case positivo. Não foi negado. O mercado já sabia que essa análise era complicada e o setor guarda muito potencial de crescimento ainda, principalmente a Unidas”.
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A possibilidade de fusão entre as duas gigantes é descrita como “transformacional” para o setor e, segundo os analistas, ainda não foi totalmente precificada pelo mercado. Madruga, da Monte Bravo, indica que por conta da proposta de fusão pendente, os papéis de Localiza e Unidas provavelmente andarão lado a lado.
O segundo ponto apontado por Madruga e também por Moliterno, da Veedha Investimentos, é a expectativa de reabertura da economia brasileira. Com a retomada, ganham os setores com correlação com questões de mobilidade. Se olharmos para o setor de shoppings, por exemplo, também veremos um avanço significativo nesta tarde.
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