🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA: 3 AULAS GRATUITAS – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Preços superaram as expectativas

Fed tenta tranquilizar mercados após reação negativa à alta da inflação nos EUA

Os dirigentes do banco central norte-americano reforçaram que alta nos preços é fruto de fatores transitórios e ainda é cedo para decidir se a trajetória ascendente é ou não preocupante

Nota de dólar queimando, simbolizando a inflação
Nota de dólar queimando - Imagem: Shutterstock

A divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI, da sigla em inglês) dos Estados Unidos de abril, que veio acima das previsões dos analistas, mexeu com os mercados e motivou declarações de membros do Federal Reserve (Fed) nesta quarta-feira (12).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O índice subiu 0,8% no mês anterior, resultado superior aos 0,2% esperados pelas projeções e à alta de 0,6% registrada em março. Além disso, o CPI avançou 4,2% na comparação anual, também acima das expectativas de 3,6%.

O vice-presidente da instituição, Richard Clarida, afirmou que, embora espere que a alta recente na inflação nos Estados Unidos seja fruto de fatores transitórios, reagirá aos dados conforme eles sejam divulgados.

Já o presidente da distrital de Atlanta do banco central dos EUA, Raphael Bostic, buscou trazer tranquilidade aos norte-americanos e disse que ainda é cedo para decidir se a inflação entrou em uma trajetória preocupante.

Porém, as falas não foram capazes de aplacar a reação dos mercados ao redor do mundo. Em Nova York, o índice Dow Jones terminou o dia com recuo de 1,99%, enquanto por aqui o Ibovespa fechou em forte queda de 2,65%, aos 119.710 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Reabertura pressiona preços

Durante evento virtual da National Association for Business Economics (Nabe), Richard Clarida admitiu que ficou um tanto “surpreso” com o resultado do CPI, mas reforçou que, assim como o payroll, este era “apenas” um dado. 

Leia Também

ÚLTIMO LOTE REGULAR

Receita Federal libera R$ 1,24 bilhão: veja se você está entre os 522 mil que recebem hoje a restituição do imposto de renda

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Vender ou alugar o imóvel, o prejuízo do dinheiro parado, IPO da Shein, e o que mais move os mercados 

Para Clarida, a reabertura da economia tem colocado "certa pressão" sobre os preços, com a retomada global afetando preços de commodities, por exemplo. Ele prevê que, conforme os negócios reabrem, "haverá certos desequilíbrios" e gargalos entre a oferta e a demanda podem pressionar a inflação mais do que o esperado.

O dirigente prometeu ficar  "bastante atento" às várias medidas de expectativas de inflação no médio prazo e indicou que, caso elas sofram uma desancoragem, existe o compromisso do banco central de usar os instrumentos disponíveis para acertar o rumo dos preços rumo à meta de longo prazo de 2%.

"Vamos separar o que é transitório do que não é e garantir inflação na meta", declarou. Além disso, salientou que, para reduzir suas compras de bônus, o Fed deseja ver "progresso substancial" rumo a suas metas para o emprego e a inflação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas inflação ainda não preocupa

Enquanto Clarida destacou o compromisso do Fed com a recuperação econômica, o presidente da distrital de Atlanta apontou que os níveis atuais dos preços ainda são cômodos para a instituição: “Ficaremos confortáveis com inflação para atingirmos a meta de 2% a longo prazo”.

De acordo com Bostic, que tem direito a voto nas reuniões do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) do Fed, a economia americana está em fase de transição, que tem sido "turbulenta" por conta de fatores temporários que não exigem reação da instituição.

"É esperado que haja uma quantidade razoável de volatilidade nos preços em tempos como este", avaliou.

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Egas Moniz nobel 30 de agosto de 2026 - 10:03
bolsa família 30 de agosto de 2026 - 7:07
naval ravikant guru Vale do Silício 29 de agosto de 2026 - 15:15
Rei Harald V Noruega fortuna (1) 28 de agosto de 2026 - 10:28
feriado ponto facultativo folga 28 de agosto de 2026 - 5:30
cirurgia cerebral inteligência artificial IA (1) 27 de agosto de 2026 - 17:34
Logo da marca Apple em uma fachada de prédio 27 de agosto de 2026 - 11:44
Tesoura rosa corta a Selic, taxa básica de juros 27 de agosto de 2026 - 10:53
Pix 27 de agosto de 2026 - 9:59
Loterias batem na trave. Imagem mostra bilhetes da Lotofácil, da Quina, da +Milionária, da Dupla Sena, da Lotomania e da Super Sete saindo de dentro de uma bola de futebol. 27 de agosto de 2026 - 6:52
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar