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taxa básica

BC mantém Selic em 2% ao ano, mas retira o ‘forward guidance’

Bolsa pode ter realização de lucros nesta quinta com derrubada de prescrição, diz especialista; decisão de hoje acontece em meio à alta dos preços das commodities e à valorização do dólar

Ilustração com porcentagem e duas pessoas, simbolizando a alteração na Selic e nos juros
Imagem: Shutterstock

O Banco Central anunciou há pouco que manteve a Selic em 2% ao ano, em decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). A expectativa pela manutenção da taxa básica de juros era majoritária entre agentes do mercado.

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O Copom ainda derrubou forward guidance - que indicava que a taxa permaneceria baixa por um longo tempo -, avaliando que as expectativas de inflação e as projeções de seu cenário básico estão "suficientemente próximas da meta para o horizonte relevante de política monetária".

O Comitê disse que a retirada do instrumento não implica mecanicamente uma elevação da taxa de juros. Para o Copom, a conjuntura econômica continua a prescrever estímulo "extraordinariamente elevado frente às incertezas quanto à evolução da atividade".

Segundo o Comitê, as próximas decisões dependerão da análise usual do balanço de riscos para a inflação prospectiva.

A Selic está no atual patamar desde agosto do ano passado, depois de sucessivas reduções impulsionadas pela pandemia de covid-19. De lá para cá, houve quatro reuniões do Copom, incluindo a desta quarta.

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Inflação e recuperação econômica

A decisão de hoje acontece em meio à alta dos preços das commodities e à valorização do dólar. Ambos os fatores pressionam a inflação, que surpreende desde os últimos meses do ano passado.

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Dados do último mês de 2020 ainda mostraram uma recuperação da atividade. Mas o Copom se mostrou cauteloso, lembrando que os indicadores não contemplam os possíveis efeitos do recente aumento no número de casos de covid-19.

"A incerteza sobre o ritmo de crescimento da economia permanece acima da usual, sobretudo para o primeiro trimestre deste ano, concomitantemente ao esperado arrefecimento dos efeitos dos auxílios emergenciais", diz o Comitê.

Impacto nos mercados

A decisão do BC pode impactar os mercados nesta quinta por conta da derrubada do forward guidance, avalia o sócio da Unnião Investimentos, João Paulo Teixeira Cardoso.

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"A gente já vem tendo uma repercussão no dólar. Muito investidor vem se desfazendo da posição comprada por conta da expectativa de mudança nos juros", diz o especialista.

Segundo o economista, o movimento deve continuar com a moeda americana se desvalorizando. Para os juros futuros, a expectativa é de volatilidade, diz Cardoso, enquanto na bolsa pode haver uma realização de lucros.

Projeções

O Copom também atualizou as projeções para a inflação nesta quarta, de 3,4% para 3,6% em 2021. No ano seguinte, a estimativa foi mantida em 3,4%.

A economista-chefe da Consulenza, Helena Veronese, diz que a mudança nas estimativas é resultado de um entendimento do Comitê de que a inflação de curto prazo surpreendeu para cima.

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"Isso fez com que suas projeções se aproximassem do centro da meta", diz a especialista. O centro da meta de inflação perseguida pelo BC em 2021 é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto. A meta de 2022 é de 3,50%, com a mesma margem.

Em 2020, o IPCA terminou o ano em 4,23%, acima da meta mas dentro do intervalo de tolerência. O BC mexe na taxa de juros para alcançar a meta de inflação.

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