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Nem mesmo a escalada da taxa Selic, diretamente ligada ao rendimento da caderneta, impediu que os saques superassem os depósitos no período
Em meio à escalada da inflação no país, os saques na poupança superaram os depósitos pelo segundo mês consecutivo, com uma retirada líquida de R$ 7,7 bilhões em setembro, informou nesta quarta-feira (6) o Banco Central (BC). Esse foi o maior saque líquido para um mês de setembro na série histórica, iniciada em 1995.
A diferença entre entradas e retiradas, que havia sido impulsionada pela volta dos pagamentos do auxílio emergencial, ficou negativa graças aos R$ 290,5 bilhões em saques em setembro, contra R$ 282,8 bilhões de aportes na caderneta. Considerando o rendimento de R$ 3,084 bilhões da caderneta em agosto, o saldo total das contas caiu para R$ 1,031 trilhão.
No acumulado de janeiro a setembro deste ano, a população retirou R$ 23,349 bilhões líquidos da caderneta. Em 2020, em meio à pandemia do novo coronavírus, a poupança chegou a registrar dez meses consecutivos de depósitos líquidos (de março a dezembro).
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Agosto foi o quinto mês de 2021 em que os saques superaram os depósitos na poupança. Nos meses de janeiro, fevereiro, março e agosto os brasileiros também haviam retirado recursos da caderneta. No acumulado de janeiro a agosto, a população sacou R$ 15,629 bilhões líquidos da caderneta.
No ano passado, a aplicação havia sido favorecida pelo pagamento do auxílio e chegou a registrar dez meses seguidos de depósitos líquidos. Mas, com a interrupção do benefício, o primeiro trimestre de 2021 foi marcado pela retirada de recursos.
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Pesaram também as tradicionais despesas de início de ano — IPTU, IPVA, matrículas de filhos e gastos com material escolar —, e o brasileiro recorreu à poupança para fechar as contas.
De abril a agosto, porém, o resultado positivo foi influenciado pela volta do pagamento do auxílio emergencial para uma parcela da população. Os depósitos começaram a ser feitos em 6 de abril.
Agora, em meio à alta da inflação, a poupança voltou a registrar mais retiradas que aportes. Mesmo com a remuneração subindo, a aplicação não consegue acompanhar a alta dos preços.
Vale lembrar que o rendimento dos depósitos é definido pela taxa básica de juros brasileira. Em sua última reunião, o Banco Central confirmou a expectativa do mercado e elevou a Selic para 6,25%, indicando um novo aumento no próximo encontro.
De volta a poupança, sempre que a taxa está abaixo dos 8,5% ao ano, a caderneta paga a taxa referencial (TR) — atualmente zerada —, mais 70% da Selic. Ou seja, seu rendimento está em 4,375% ao ano. Porém, os economistas preveem que a alta dos preços chegue a 8,51% no final de 2021.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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