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No início do ano, empresa vendeu participação na Light, enquanto no final de 2020 ela foi beneficiada pelo resultado financeiro da Cemig GT
A Cemig (CMIG4), companhia energética de Minas Gerais, avalia vender sua participação na Taesa, de transmissão de energia elétrica, de acordo com comunicado desta sexta-feira (26).
Segundo a companhia, o processo de desinvestimento está em em fase de identificação, por parte da diretoria, das alternativas disponíveis. A Cemig diz contar com auxílio de assessores especializados.
"Assim que as análises acerca do modelo e da estrutura para o potencial desinvestimento da participação da companhia na Taesa forem finalizadas, a matéria será submetida para apreciação do conselho de administração", disse a empresa.
A companhia mineira é dona de 36,97% das ações ordinárias da Taesa, a holding Isa Brasil detém outros 26,03%, enquanto 37% dos papéis estão em circulação no mercado. Na bolsa, a Taesa vale R$ 12,4 bilhões.
Em janeiro, a Cemig embolsou R$ 1,37 bilhão com um desinvestimento na distribuidora de energia Light, com os papéis da empresa vendidos a R$ 20 — as ações eram negociadas acima de R$ 24 dias antes da operação.
Em paralelo, a Cemig divulgou na madrugada de sábado (27) que obteve lucro líquido de R$ 1,332 bilhão no quarto trimestre de 2020, montante 136,2% maior do que o lucro de R$ 563,962 milhões (reapresentado) no mesmo período de 2019.
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A Cemig listou uma série de fatores que influenciaram o resultado líquido do trimestre.
Entre eles está o lucro operacional medido pelo Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) da Cemig GT, no valor de R$ 599,226 milhões. Esta linha contou com efeito positivo da uniformização de práticas contábeis na transmissora.
O lucro do quarto trimestre de 2020 também contou com efeito positivo no resultado financeiro da Cemig GT de R$ 615,077 milhões, relacionado a dívida de eurobonds e instrumento de hedge correspondente, e a reversão da perda acumulada no ano do investimento na Light, com impacto positivo da remensuração no valor R$ 270,267 milhões, correspondendo a um valor líquido de tributos de R$ 178,376 milhões.
Outro ponto foi o melhor resultado na linha de equivalência patrimonial, com ganho de R$ 94 milhões, principalmente em função do aumento da equivalência da Taesa.
A Cemig lembrou ainda que, em janeiro deste ano, fez alienação da participação remanescente na Light, com entrada de R$ 1,372 bilhão no seu caixa.
Apesar do resultado mais forte no quarto trimestre, a Cemig fechou o ano de 2020 com queda de 10,3% no lucro líquido na comparação com 2019, passando para R$ 2,864 bilhões.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 1,653 bilhão no trimestre, alta de 79,1%, e totalizou R$ 5,694 bilhões no ano, crescimento de 29,7%.
Já o Ebitda no critério ajustado - que exclui itens considerados não recorrentes - atingiu R$ 1,187 bilhão no trimestre, alta de 23,6%, e totalizou R$ 4,875 bilhões no ano, expansão de 7,1%.
* Com informações da Estadão Conteúdo
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