🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Maior da história

Captação líquida da poupança bate recorde em 2020 e soma R$ 166,310 bi

Este é o maior valor líquido já registrado na série histórica do BC, iniciada em 1995.

poupança
Imagem: Shutterstock

Em um ano marcado pela cautela das famílias quanto ao futuro, os brasileiros depositaram R$ 166,310 bilhões líquidos na caderneta de poupança em 2020. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 7, pelo Banco Central. Este é o maior valor líquido já registrado na série histórica do BC, iniciada em 1995.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia também:

O resultado foi fruto de aportes de R$ 3,132 trilhões na poupança durante ao ano passado, menos saques de R$ 2,965 trilhões. Como a rentabilidade da caderneta somou R$ 23,853 bilhões no período, os brasileiros encerraram 2020 com volume total de R$ 1,036 trilhão na poupança.

Esta procura maior pela caderneta está diretamente ligada aos efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre a economia. Preocupadas com a renda futura e com medo do desemprego, muitas famílias reduziram gastos e passaram a aplicar recursos na poupança, o que elevou o saldo. Este movimento foi o que o próprio BC chamou de "poupança precaucional".

Além disso, durante a crise o governo lançou uma série de programas voltados para a manutenção da renda de famílias e empresas - entre eles, o auxílio emergencial de R$ 600 para a população mais carente. Nos últimos meses do ano, o benefício passou para R$ 300. Parte dos beneficiários manteve recursos na poupança.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um terceiro fator para a alta dos depósitos na poupança em 2020 está ligado à rentabilidade. Com a Selic - a taxa básica de juros, atualmente em 2,00% ao ano - nos menores níveis da história, surgiu durante a pandemia um movimento de saída de recursos dos fundos de renda fixa. Alguns analistas identificaram a poupança como novo destino de parte do dinheiro, em um movimento que também foi citado pelo BC.

Leia Também

Dívidas

Oncoclínicas (ONCO3) consegue apoio de credores para avançar com plano de recuperação de R$ 5,7 bilhões

TOUROS E URSOS #294

O efeito Lula 4: sangria na B3 e dólar a R$ 5,40; o que fazer com seus investimentos após a virada nas urnas

O resultado foi que, após registrar saques líquidos em janeiro e março, a poupança recebeu depósitos líquidos de março a dezembro do ano passado. Somente em dezembro, os aportes líquidos na caderneta somaram R$ 20,602 bilhões. A cifra foi gerada por depósitos de R$ 339,897 bilhões e saques de R$ 319,295 bilhões.

Com o fim de boa parte dos programas emergenciais em dezembro, incluindo o auxílio emergencial, este deixará de ser um fator para a captação maior da poupança neste início de 2021.

Além disso, existe a expectativa de que o BC, na esteira da aceleração da inflação, eleve a Selic em algum momento do ano - o que, em tese, permitiria que alguns fundos de renda fixa voltassem a ser um pouco mais atrativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A poupança, por sua vez, é remunerada atualmente pela taxa referencial (TR), que está em zero, mais 70% da Selic. Na prática, a remuneração atual da poupança é de 1,4% ao ano. O porcentual não cobre necessariamente a inflação.

Esta regra de remuneração da poupança vale sempre que a Selic estiver abaixo dos 8,50% ao ano. Quando estiver acima disso, a poupança é atualizada pela TR mais uma taxa fixa de 0,5% ao mês (6,17% ao ano).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Bilhete da Mega-Sena em destaque, com globo de sorteio, bolas numeradas e confetes ao fundo. Composição mostra um bilhete da Mega-Sena em primeiro plano, ao lado de um globo de sorteio e bolas numeradas, com a frase “Prêmio recorde” na base. 29 de outubro de 2026 - 5:49
Logo do Mercado Livre (MELI34) com fundo de gráfico e cotações 27 de outubro de 2026 - 14:22
Vencedor da Lotofácil fez a aposta pelos canais eletrônicos da Caixa. O outro foi a uma lotérica. 27 de outubro de 2026 - 5:58
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 26 de outubro de 2026 - 19:43
Prédio do Banco Central em Brasília. 24 de outubro de 2026 - 8:59
Homem de óculos e camisa social aparece em close-up, com fundo escuro. 23 de outubro de 2026 - 15:56
Armazém de varejo cheio de prateleiras com caixas de papelão e pacotes. 23 de outubro de 2026 - 11:15
James Bond Agente 007 23 de outubro de 2026 - 11:09
22 de outubro de 2026 - 18:45
dia de sorte sorteio caixa loterias 21 de outubro de 2026 - 5:42
Elon Musk 20 de outubro de 2026 - 15:03
As repórteres Camille Lima (à esquerda) e Bia Azevedo (à direita) 20 de outubro de 2026 - 14:58
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar