Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Domando o dragão

Campos Neto volta dizer que BC fará o que for preciso para trazer inflação para a meta em 2022

O presidente do Banco Central acredita que a escalada dos preços já atingiu seu ponto máximo no mês passado; agora a tendência é convergir.

residente do Banco Central, Roberto Campos Neto.
Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. - Imagem: José Dias/PR

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reforçou nesta sexta-feira (15) que a autoridade monetária fará o necessário para levar a inflação à meta em 2022. "Entendemos que é importante ancorar as expectativas."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante sua participação em evento online organizado pelo Goldman Sachs, Campos Neto afirmou que, "sem novos choques", a autoridade monetária tem condições de entregar a inflação na meta em 2022.

O dirigente também voltou dizer que o Brasil tem um dos maiores aumentos de preços de energia atualmente, devido tanto a problemas domésticos quanto a externos. Ele citou que, no país, o preço da gasolina também é influenciado pelo etanol e pelos custos de transportes.

Ritmo de ajuste

Após uma sequência de declarações de diretores do BC nos últimos dias de que "não há compromisso" com o passo de alta de juros (atualmente de 1 ponto porcentual), Campos Neto disse que "a melhor maneira de agir é manter ritmo de ajuste".

Segundo o dirigente, os modelos da autoridade monetária indicam que o nível final da taxa Selic é mais importante do que o ritmo de ajuste para alcançar o objetivo de levar inflação para a meta. Além disso, em um momento de muitas incertezas, o passo atual dá mais tempo para analisar o cenário: "o tempo para decifrar informações é muito valioso".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em relação às perspectivas futuras de inflação, o presidente do BC ainda destacou que a reprecificação dos serviços represados durante a crise não é linear e que é difícil avaliar quanto da alta desses preços está relacionada a esse repasse atrasado e quanto é indexação.

Leia Também

VANTAGEM ASIÁTICA?

Fim da taxa das blusinhas favorece indústria chinesa, diz CEO da Riachuelo (RIAA3)

DESENROLA 2.0

Em apenas 11 dias, a Caixa Econômica Federal negociou R$ 820 milhões no Novo Desenrola Brasil

Campos Neto também afirmou que a desaceleração econômica na Ásia provoca a acomodação dos preços de algumas commodities, mas ponderou que, por outro lado, há aumento da energia no mundo.

Pico da inflação

É quando a escalada deve atingir seu ponto máximo? Para Campos Neto isso já acontece. Em sua visão, o pico da inflação em 12 meses foi registrado em setembro, com acumulado de 10,25%; agora a tendência é convergir.

Segundo o presidente do BC, o IPCA de setembro foi melhor do que esperado, mas ele destacou que o BC não se prende a dados de alta frequência e que olha mais a tendência e os dados qualitativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele também voltou a ressaltar que os indicadores de confiança estão caindo e que a confiança dos consumidores está abaixo do indicador relacionado a empresas.

Câmbio

Outro tema que tem entrado no radar dos investidores no último dia é a disparada do câmbio. Campos Neto engrossou o coro de diretores do BC que garantem que a instituição não mudou a maneira de agir no câmbio. Campos Neto destacou que esse mercado é flutuante o que importa para o BC é como afeta a inflação e as expectativas de inflação.

O presidente do BC disse ainda que as intervenções nunca são feitas "no curto prazo ou em tempo real", apenas em casos de necessidade, e que as operações são divididas em vários dias.

Campos Neto também voltou a mencionar questões técnicas, como a demanda de US$ 17,4 bilhões este ano em função do overhedge dos bancos. Além disso, disse que, sempre que há incertezas sobre as soluções fiscais, o mercado "precifica de acordo".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CNH 15 de maio de 2026 - 11:46
ID da foto:2206863969 14 de maio de 2026 - 11:27
Carteira de Trabalho | Seguro-desemprego 14 de maio de 2026 - 5:53
shein shopee aliexpress varejistas taxa das blusinhas renner lren3 13 de maio de 2026 - 18:57
Imagem mostra uma peça de carne ao ponto, cortada sobre uma tábua de madeira, com temperos ao redor 13 de maio de 2026 - 10:45

FIM DO CHURRASCO EUROPEU

UE proibirá compra de carnes do Brasil; entenda qual foi a justificativa

13 de maio de 2026 - 10:45
Gabriel Galípolo, Banco Central 12 de maio de 2026 - 12:15
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia