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2021-02-15T11:46:10-03:00
Estadão Conteúdo
Fórum

Biden e líderes do G-7 realizarão reunião para discutir resposta à pandemia

O encontro virtual de sexta-feira será a primeira reunião do G-7 desde abril de 2020.

15 de fevereiro de 2021
11:46
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Joe Biden, em outubro de 2020. - Imagem: Shutterstock

O presidente dos EUA, Joe Biden, participará de uma reunião virtual do grupo das sete nações mais ricas do mundo (G-7) na próxima sexta-feira, dia 19, informou a Casa Branca. Ele se juntará a um fórum para líderes dos países membros para discutir planos para derrotar a pandemia de coronavírus, num momento em que o número de mortes segue em alta e a economia global permanece lenta.

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"O presidente Biden se concentrará em uma resposta global à pandemia de Covid-19, incluindo a coordenação na produção, distribuição e suprimento de vacinas, bem como em esforços contínuos para mobilizar e cooperar contra a ameaça de doenças infecciosas emergentes, fortalecendo a capacidade do país e estabelecendo financiamento de segurança de saúde", informou a Casa Branca neste domingo, 14.

O encontro virtual de sexta-feira será a primeira reunião do G-7 desde abril de 2020. Será comandada pelo primeiro-ministro britânico Boris Johnson. Além dos EUA e do Reino Unido, o G-7 inclui França, Japão, Alemanha, Itália e Canadá.

A Casa Branca informou que Biden também se concentrará na recuperação econômica global "incluindo a importância de todos os países industrializados manterem o apoio econômico para a recuperação e medidas coletivas para reconstrução (...). O presidente Biden também discutirá a necessidade de fazer investimentos para fortalecer nossa competitividade coletiva e a importância de atualizar as regras globais para enfrentar os desafios econômicos como os impostos pela China".

Biden também levantará preocupações sobre as mudanças climáticas, disse a Casa Branca. A reunião virtual de 19 de fevereiro antecede a planejada cúpula do G-7 em junho.

O presidente americano disse que quer fortalecer os laços dos EUA com aliados após anos de atrito sob o comando ex-presidente Donald Trump, argumentando que isso ajudará o país a combater melhor a pandemia e enfrentar o desafio de uma China em ascensão.

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