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Após cantora pop integrar campanha cripto do Burger King, Neymar vai lançar coleção na criptoeconomia; modalidade, que vai muito além do bitcoin, já entregou ganhos de até 1.200.000% aos investidores nos últimos anos
A semana está agitada para Neymar, jogador do Paris de Saint-Germain (PSG). Como se não bastasse ter sido indicado ao prêmio FIFA The Best Awards nesta segunda-feira (22), que contempla os melhores jogadores da temporada 2020-2021, o atleta ainda anunciou que vai lançar uma coleção de NFTs (token não-fungível) em parceria com o marketplace da empresa NFTSTAR.
Neymar fará parte da equipe de artistas de coleções digitais, incluindo vídeos, animações, fotos e outros itens em homenagem à carreira dele.
O negócio é o seguinte: por meio de um registro único na blockchain, qualquer pessoa consegue ser dona de obras de arte virtuais. Remetendo à moda antiga, é como comprar um quadro para a parede da sua casa, só que, no caso, você iria "pendurar" o NFT na galeria do seu computador com exclusividade.
Na coleção do Neymar, por exemplo, a NFTSTAR explica que os itens do jogador serão oferecidos em um número limitado, o que dá um toque de raridade para a peça digital ao longo dos anos.
E daí vem a chave do sucesso: com a valorização desses NFTs ao longo do tempo, um mercado de negociações se aquece. É como você comprar por R$ 100 um boneco exclusivo da Marvel, procurado por milhares de fãs, e vendê-lo, anos depois, por R$ 1 mil. Princípio básico da economia: oferta baixa + demanda elevada= alta dos preços.
Para comprar uma obra digital, você precisa acessar um marketplace de NFTs e escolher o item que deseja comprar. No caso dos jogos, como Axie Infinity e Sandbox, você precisa entrar na plataforma e, dentro dela, negociar os itens - que podem ser convertidos em moeda fiduciária (dinheiro usado no dia a dia) ou em alguma cripto.
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Além da NFTSTAR, há também outros sites para negociar, como Rarible, OpenSea, Super rare, Bakery Swap, VIV3 e outros.
No mercado financeiro, o investidor não precisa comprar um NFT para ganhar dinheiro com isso. Os ativos ligados a esse mundo estão disponíveis nas exchanges (corretoras de criptoativos) e já acumularam valorizações expressivas em 2021.
Esse foi o caso da cripto Axie Infinity (AXS), que representa um jogo virtual no qual os usuários ganham dinheiro para jogar. O modelo inédito ajudou o token a subir 25.000% neste ano. Confira outros retornos desde o início da negociação dos ativos:
Existem também fundos de índice (ETFs) na bolsa brasileira, a B3. Embora não haja nenhum focado em NFTs, eles permitem que você se exponha a criptomoedas usadas para a criação dessas tecnologias, como a Solana (SOL) e o Ethereum (ETH). Além disso, há ainda o fundo Coin NFT e Cripto NFT, da corretora Vitreo, nos quais um gestor administra as alocações para você.
Nesta última opção, você conta com uma gestão profissional. Assim, ficará sujeito a taxas de performance e administração, bem como o come-cotas, que é o recolhimento antecipado do Imposto de Renda
Vale destacar, porém, que lucro passado não é garantia de retorno futuro e, assim como qualquer outro investimento, há riscos. Por isso busque os fundamentos das criptos que lhe interessar e procure a ajuda de especialistas antes de investir.
Aliás, antes de te dar mais detalhes sobre o poder dos NFTs, um outro setor que vem chamando atenção é o de finanças descentralizadas, que inclui loterias relacionadas às criptomoedas. Um dos ativos é a Pool Together, cripto que quer revolucionar o setor de apostas no mundo e deixar a Mega-Sena no chinelo.
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Para quem ainda torce o nariz para os NFTs - incluindo possíveis haters do Neymar -, vale destacar que você pode calhar de vê-los passar pela sua vida sem sequer perceber. Embora muitas pessoas ainda associem esse mercado a jogos e obras de arte, eles podem valer para:
- Bilheteria de eventos: festivais podem negociar tickets como NFTs, com artes personalizadas e benefícios exclusivos. Esses ingressos podem ainda significar participação em outros eventos, acumulando valor ao longo do tempo;
- Distribuição de royalties musicais: artistas podem criar NFTs para financiar seus trabalhos por meio dos tokens, negociados por fãs, sem depender de contratos abusivos de gravadoras, dificuldades de financiamento bancário e afins;
- Garantias de pagamento: NFTs podem ser usados em alguns protocolos de finanças descentralizadas (DeFi) como garantia de empréstimos e para tokenizar ativos da vida real, como faturas e imóveis;
"Cada vez mais estamos conectados, comprando, vendendo, comunicando e sendo nós mesmos através da internet. NFTs e criptoativos são tecnologias que possibilitam a propriedade e transmissão digital de valor, sendo ingredientes básicos da nova economia da internet", destaca o analista de criptomoedas da Empiricus, André Franco.
Embora esse universo ainda possa soar estranho para alguns ouvidos, NFT é um mercado que está popularizando o mundo das criptomoedas. Em 2 de novembro deste ano, por exemplo, ocorreu, em Nova York, o NYC NFT, festival de tokens não-fungíveis com mais de 5,5 mil entusiastas dessa nova economia da internet.
Com jogos, palestras, encontros, negociações e outras atividades, os participantes - em sua maioria jovens -, estampavam em suas camisetas seus NFTs favoritos.
Foram mais de 100 mil tuítes sobre o festival e 135 patrocinadores. O sucesso do evento fez o jornal americano The New York Times apelidá-lo de um "novo Woodstock", encontro musical da década de 1960 conhecido por ser o símbolo da contracultura. E pode ter certeza: a entrada de Neymar, Anitta e outras celebridades neste universo tem tudo para popularizá-lo no Brasil.
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