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Febraban alega que redução do teto durante a pandemia vinha pressionando os custos de captação, desestimulando, assim, a oferta do consignado

Se o cenário de juros altos já é uma realidade consolidada há décadas no Brasil, a situação vai piorar um pouco mais em 2022. Como se não bastasse a alta generalizada nos preços, os aposentados e pensionistas do INSS terão que se preparar para o aumento no teto de juros para o empréstimo consignado.
O Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), responsável por todas as decisões relacionadas à Previdência Social, decidiu reposicionar o teto desse modelo de empréstimo, que conta com o desconto já na folha de pagamento, para seu patamar pré-pandemia.
Assim, o limite vai passar de 1,80% para 2,14% ao mês a partir de 2022. Já para operações feitas com cartão de crédito, a taxa vai passar de 3% para 3,06% ao mês.
De acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência, o conselho entendeu que era necessário adequar a taxa ao cenário instável do mercado financeiro, mas enfatizou tratar-se somente de um teto, e não necessariamente da taxa a ser aplicada pelos bancos.
Além da elevação do teto de juros, o CNPS decidiu diminuir a proporção de renda que o aposentado ou pensionista do INSS poderá comprometer com o empréstimo.
A partir de janeiro do próximo ano, será possível utilizar somente 35% da renda mensal com o consignado, sendo 30% para o empréstimo e 5% para o cartão de crédito consignado. Durante a pandemia, o limite era de 40% no empréstimo e 5% no cartão.
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Já o prazo máximo para quitar o empréstimo vai cair de sete para seis anos. Ou se você preferir em meses, de 84 para 72.
Essa modalidade de crédito ganhou espaço nos últimos anos justamente por proporcionar taxas de juro mais baixas aos contemplados. Isto se deve ao fato de o crédito consignado ser descontado na folha de pagamento, o que, na prática, anula a chance de inadimplência.
Para a Febraban, entidade que representa os bancões, a alta no teto dos juros possuiria um lado positivo: mais pessoas terão acesso aos financiamentos.
Segundo os bancos, a redução do teto durante a pandemia vinha pressionando os custos de captação, o que desestimulava a oferta do consignado pelas instituições financeiras.
*Com informações de Estadão Conteúdo.
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