Como aprender com os próprios erros, segundo o próprio Itaú, o que movimenta os mercados hoje e outros destaques do dia
Errar faz parte de nossa humanidade. Há uma quase infinidade de frases feitas sobre o tema. Já o modo como nos comportamos diante de um erro é mais relevante do que qualquer falha em si. Da pura teimosia à mais sincera humildade no reconhecimento de um erro, há um vasto repertório de reações que — […]

Errar faz parte de nossa humanidade. Há uma quase infinidade de frases feitas sobre o tema. Já o modo como nos comportamos diante de um erro é mais relevante do que qualquer falha em si.
Da pura teimosia à mais sincera humildade no reconhecimento de um erro, há um vasto repertório de reações que — além de falarem muito sobre quem somos — repercutirão em acontecimentos futuros derivados do equívoco original.
Dos pequenos deslizes aos grandes escorregões, lidar com eles é um exercício diário. E, sejamos sinceros, quanto mais grave o erro, mais difícil admiti-lo de primeira.
No decorrer dos últimos anos, as chamadas fintechs, novas empresas de tecnologia financeira, têm protagonizado uma verdadeira revolução na bancarização da população brasileira.
Algumas das maiores e mais tradicionais instituições financeiras do país, entretanto, dormiram no ponto. Mas quem vai admitir isso publicamente?
Principalmente por isso me chamou muito a atenção uma fala do diretor de relações com investidores do Itaú Unibanco (ITUB4), Renato Lulia Jacob, em entrevista ao Vinícius Pinheiro
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Ele reconhece que o maior banco privado do Brasil demorou a estabelecer uma estratégia para concorrer com as fintechs, provocando perda de participação de mercado e de rentabilidade.
Admitido o erro, Jacob agora trabalha para convencer o mercado de que o Itaú está preparado não apenas para se defender do ataque da concorrência, como também para reagir à altura.
É uma entrevista que vale muito a pena ler.
O que você precisa saber hoje?
ESQUENTA DOS MERCADOS
Dados de volume de serviços devem movimentar o dia, com balanços e inflação ao produtor nos EUA. A briga pelo ICMS segue em debate nas Casas Legislativas, enquanto crise energética e logística nos EUA movimenta o exterior.
PANORAMA DO SETOR
Construtoras divulgam prévias operacionais do terceiro trimestre; confira os números de Cyrela, Cury, Even, Melnick e Moura Dubeux. Os resultados chegam aos investidores em meio ao novo ciclo de alta da taxa Selic e ao avanço nos preços de materiais, serviços e mão de obra do setor.
EXPANSÃO NO CENTRO-OESTE
Hapvida compra Hospital Viventi, em Brasília, por R$ 22 milhões. Paralelamente, foi celebrada, com o proprietário do imóvel em que se encontra o hospital Viventi, uma promessa de compra do espaço, por R$ 200 milhões.
ACIONISTAS FELIZES
Incorporadora Lavvi anuncia R$ 120 milhões em dividendos. Os papéis serão negociados “ex-dividendos” a partir de 19 de outubro. Portanto, para ter direito ao pagamento, é preciso possuir ações da Lavvi na carteira na próxima segunda-feira.
MINISTRO OTIMISTA
Reformas tributária e administrativa serão aprovadas até o final do ano? Guedes acredita que sim. O ministro da Economia também aposta na confirmação das privatizações da Eletrobras e dos Correios antes de 2022.
JOGO DE CENA?
Câmara aprova proposta que muda cobrança de ICMS sobre combustíveis por 392 a 71. Depois da aprovação de destaques, o projeto seguirá para o Senado, onde tem poucas chances de passar.
PALAVRA DO CEO
Como a tecnologia pode ajudar a identificar problemas na cadeia de abastecimento. Em artigo para o Seu Dinheiro, Eduardo Ragasol, CEO da Neogrid, diz como a inteligência artificial permite alinhar estratégias, antecipar cenários e evitar prejuízos.
NOVAS FRONTEIRAS
Adeus, China: Onde foram parar os mineradores de bitcoin (BTC) depois da proibição da atividade no país. Um índice de consumo de energia apurado pela Universidade de Cambridge mostra que os Estados Unidos passaram a representar 35,4% da taxa de mineração do mundo.
Uma ótima quinta-feira!
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