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Como toda boa série de TV, a Super Quarta dos Bancos Centrais trouxe o que o público queria ver, mas abriu portas para muita especulação sobre o que pode acontecer nos próximos episódios.
Lá fora, os diretores do Fed (o BC norte-americano) mantiveram os juros nas mínimas. O que mudou foi o discurso. Agora, a turma liderada por Jerome Powell já admite que pode mexer nas taxas na “temporada 2023” da política monetária.
O mercado, que sempre procura se antecipar aos próximos capítulos, sentiu o baque na hora. As bolsas fecharam em queda e o dólar subiu depois de ficar abaixo dos R$ 5 nas mínimas do dia.
Hoje é o dia de os investidores responderem à decisão do nosso Banco Central, anunciada quando os mercados já estavam fechados.
Os diretores do Copom também seguiram o script e elevaram a Selic em 0,75 ponto percentual. Com isso, os juros voltaram ao patamar de fevereiro do ano passado, antes de o mundo virar de ponta-cabeça com a pandemia da covid-19.
O ritmo da alta foi o mesmo, mas a fala do BC contra a inflação endureceu bastante, o que deve levar o mercado a recalibrar as projeções para a Selic.
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E agora, onde os juros vão parar? Quem responde a essa e outras questões sobre o futuro da política monetária é Roberto Padovani, economista-chefe do banco BV, que concedeu uma entrevista ao Victor Aguiar.
Selic mais alta é uma notícia ruim para a economia, mas quem tem investimentos naquelas aplicações mais conservadoras vai passar a receber um pouquinho a mais. Confira com a Julia Wiltgen como fica a rentabilidade da renda fixa com a nova Selic.
O que mexe com os mercados hoje? O medo da inflação norteou as reuniões do Copom aqui no Brasil e do Fomc nos EUA. O tom mais duro do BC brasileiro é bem visto pelo mercado para reduzir a pressão inflacionária, mas a sinalização do Fed de que pode aumentar os juros antes do esperado pode amargar os negócios.
De 0,75 em 0,75 ponto percentual, a Selic chegou aos atuais 4,25% ao ano na última reunião do Copom. Fizemos um comparativo, palavra por palavra, do que foi e o que ficou no comunicado dos diretores do Banco Central junto com a decisão.
Mesmo com o novo aumento da Selic, a Abrainc afirma que as taxas de crédito para a casa própria seguem em patamares baixos. Na visão da associação que representa as incorporadoras, o setor continua atrativo para investidores e quem quer comprar um imóvel para morar.
Foco na privatização, mas a que preço? Para aprovar a MP da Eletrobras, o governo aceitou mais 19 emendas ao projeto, ampliando a quantidade de jabutis (sugestões estranhas ao texto original). A medida deve ser votada nesta manhã.
Teve empresa criando sua própria “Super Quarta”. Em meio às agitações que marcaram o dia de ontem nos mercados, os acionistas da Linx receberam o anúncio da aprovação do pagamento de dividendos de R$ 100 milhões após a venda para a Stone, que recebeu o aval do Cade.
O órgão de defesa da concorrência também aprovou, com restrições, a venda de fatia da Petrobras na GNL para sua sócia White Martins. A aprovação foi condicionada à assinatura de um acordo que delimita o cálculo do preço de fornecimento de gás pela empresa.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso
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A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
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