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De uns tempos para cá, uma antiga fala de Warren Buffett tem pipocado nas minhas redes. Nela, o megainvestidor diz que “diversificação não faz sentido para quem sabe o que está fazendo” — e ele, naturalmente, se coloca como um sábio.
Longe de mim querer contrariar o oráculo do mercado financeiro, mas é preciso tomar cuidado com essa fala. Afinal, há uma diferença enorme entre saber o que está fazendo e achar que sabe o que está fazendo.
O comentário de Buffett nada mais é do que uma variação do bom e velho “em time que está ganhando, não se mexe” — o que até pode fazer sentido para um gestor de investimentos, mas costuma resultar em tragédia para um administrador de empresas.
Afinal, não se mexer costuma resultar em tragédia num ambiente em constante evolução. De nada adianta chegar ao topo e achar que o sucesso é eterno; o consumidor muda de hábitos, o mercado passa por reviravoltas e o concorrente trabalha duro para roubar a liderança.
E duas gigantes da bolsa se movimentaram hoje. Veja a BRF: líder no setor de frios, margarinas e embutidos, ela percebeu que o setor de pets tem crescido como nunca. A saída, então, foi diversificar: a empresa comprou o grupo Hercosul, produtor de ração para cães e gatos, e criou uma nova avenida de crescimento.
Num universo completamente diferente, a Yduqs também buscou uma maneira de ampliar seu leque de atuação. A companhia adquiriu a Qconcursos e entrou com tudo nos cursos preparatórios para concursos públicos, saindo da zona de conforto do ensino superior.
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Warren Buffett pode ter toda a confiança do mundo em seu portfólio restrito; mas, para as empresas, diversificação é a alma do negócio.
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