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O ano de 2020 começou promissor para a economia brasileira e com boas perspectivas para a chegada de novas empresas à bolsa. A temporada de IPOs se iniciou nos primeiros dias de fevereiro, com a estreia da construtora Mitre, seguida da empresa de tecnologia Locaweb.
Mais para meados do mês, vimos a abertura de capital da construtora Moura Dubeux e da empresa de serviços industriais Priner. Em seguida, saímos para pular Carnaval e aí… a pandemia de coronavírus virou nossas vidas de pernas para o ar.
As então novatas da bolsa aproveitaram um excelente momento do mercado de ações brasileiro para vender participações a novos sócios. Porém, mal conseguiram sentir o gostinho de terem suas ações negociadas em um mercado saudável.
A crise do coronavírus levou à bolsa uma volatilidade inesperada e machucou para valer as ações das estreantes. Três das quatro companhias que abriram capital logo antes do pânico dos mercados viram suas ações acumularem perdas de dois dígitos do IPO até agora.
Considerando todas as empresas que estrearam na B3 de fevereiro de 2020 para cá, esses papéis figuram justamente entre os que mais se desvalorizaram desde que começaram a ser negociados.
Exceção honrosa para as ações da Locaweb, as que mais subiram desde a estreia, acumulando uma alta de 530%.
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Já a lanterninha do ranking foi a Moura Dubeux, construtora de Recife focada em imóveis residenciais para os segmentos de média e alta renda do Nordeste. Os papéis acumulam queda de mais de 50% desde a abertura de capital.
Eu imagino que os executivos e conselheiros da empresa, para não dizer os sócios, devam estar um pouco injuriados. Tanto é que a empresa anunciou, ontem à noite, um programa de recompra de ações.
Em geral, as companhias lançam mão desse recurso quando julgam que o mercado não está precificando corretamente os seus papéis, que se encontrariam baratos demais. Por isso, as recompras costumam ser bem recebidas pelo mercado.
Mesmo assim, os preços das ações da Moura Dubeux não reagiram com muita animação no pregão de hoje. Oxe, mas será que esse desconto todo se justifica? As ações da companhia merecem todo esse desaforo, ou estão mesmo baratas e é hora de comprar?
De fato, as empresas que fizeram parte da leva de “IPOs do fim do mundo” não tiveram muita sorte, pois foram completamente atropeladas pelos acontecimentos e acabaram ficando em segundo plano com tudo que se passou de março de 2020 até agora.
Mas este não é o único motivo para a queda acumulada das ações da Moura Dubeux. O Victor Aguiar levantou algumas das possíveis razões e responde à pergunta: afinal, essa desvalorização se justifica ou, ao contrário, seria hora de comprar? Recomendo a leitura!
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