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O investidor devia estar contente no começo deste ano com o que parecia uma grande oportunidade: investir no Tesouro Direto com um retorno garantido de quase 3,5% ao ano mais a variação da inflação.
Naquele momento, as aplicações mais conservadoras de renda fixa estavam com rentabilidade real negativa e o Banco Central indicava que os juros ficariam nas mínimas históricas por um longo período.
Como sabemos, deu tudo errado. A Selic subiu de 2% para 6,25% e deve ter uma nova alta de pelo menos 1 ponto percentual nesta quarta-feira. O mercado já trabalha com taxas de dois dígitos no fim do ciclo de aperto monetário.
Os juros em alta e a piora fiscal do país — agravada pelo furo no teto de gastos com o aval de Paulo Guedes — fizeram com que as taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto disparassem.
Quanto mais as taxas sobem, pior para o investidor que achou estar fazendo um bom negócio lá no começo do ano. Ou, como diria Raul Seixas, o Tesouro Direto virou tesouro de tolo.
A perda no valor dos títulos de prazo mais longo chega à casa dos 30% no acumulado desde janeiro — desempenho pior que o de muita ação na B3.
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Quem investe na bolsa em geral sabe que está sujeito a perdas dessa magnitude, mas o que dizer do investimento que deveria ser sinônimo de renda fixa?
O problema é que a rentabilidade do Tesouro Direto só é garantida na data do vencimento dos títulos. Quem precisa resgatar o dinheiro antes tem de aceitar a taxa que está sendo negociada no momento da venda.
E agora, o que fazer? Longe das cercas embandeiradas que separam o fato do ruído, a Julia Wiltgen explica para você o que está acontecendo com o Tesouro Direto — e também se vale a pena ou não aproveitar a alta das taxas para investir.
SEGREDOS DA BOLSA
Risco fiscal é pano de fundo para semana de Copom, IPCA-15 e balanços domésticos e no exterior. Os próximos dias serão tensos para os investidores, que devem ficar de olho na votação da PEC dos precatórios e medidas do Banco Central contra a inflação.
JUROS PARA CIMA
Prepare-se para crescimento baixo e inflação alta em 2022: manobra no teto reforça cenário de estagflação. Drible no teto de gastos pode pressionar ainda mais os preços e obrigar a uma alta de juros mais intensa, dizem especialistas.
REFORÇANDO O CAIXA
Depois de anunciar emissão de debêntures, 3R Petroleum lança oferta de ações. Empresa de óleo e gás fará oferta primária e secundária. Entenda o que a companhia pretende fazer com os mais de R$ 4 bilhões que pretende levantar no mercado.
PETRÓLEO NA AMAZÔNIA
Petrobras quer operar na foz do Rio Amazonas. Estatal apresentou ao Ibama pedido de licença para explorar petróleo na região, que é uma área de sensibilidade ambiental.
ORA, POIS
Bradesco deve abrir base em Portugal para ‘seguir’ milionários brasileiros. Movimento de migração de famílias clientes do segmento private do banco após a pandemia levou à retomada dos estudos para entrar no mercado lusitano.
SETOR IMOBILIÁRIO NA MIRA
China testará imposto imobiliário em parte do país para conter especulação. Projeto-piloto será conduzido por cinco anos em algumas regiões do país. Objetivo é distribuir riqueza de modo menos desigual.
CARREIRAS
Magazine Luiza é eleito melhor empregador do país em 2021; veja ranking completo. Consultoria Great Places to Work Brasil realizou, na última semana, a 25ª premiação das melhores empresas para se trabalhar no país.
A BOLSA COMO ELA É
Onde as fake techs não têm vez: mercado não perdoa mais quem não gera valor de verdade. Com alta dos juros, quem não gerar caixa suficiente para remunerar o investidor em 16% ao ano está, em bom português, no sal, escreve a colunista Larissa Quaresma.
Uma ótima semana para você!
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