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O mandato do presidente do BC não coincide com do chefe da Casa Branca e a manutenção de Powell é um sinal aos investidores
Joe Biden derrotou Donald Trump nas eleições presidenciais nos Estados Unidos do ano passado em uma disputa marcada por polêmicas e acusações de parte a parte.
Apesar das muitas diferenças, há algo em que o democrata e o republicano concordam. Ou melhor, um nome: Jerome Powell.
O atual presidente do Federal Reserve foi confirmado ontem por Biden para mais um mandato à frente do Banco Central norte-americano.
Se não tivesse as contas bloqueadas, Trump provavelmente curtiria a decisão do sucessor nas redes sociais. Afinal, foi ele quem indicou Powell ao cargo no Fed em 2017 — logo depois os dois andaram se estranhando, mas daí já era tarde.
Uma vez no cargo, o comandante do Fed só pode ser substituído ao fim do período de quatro anos, que não coincide com o do presidente.
Isso porque o Banco Central nos Estados Unidos é independente, e o mandato dos dirigentes não coincide com o dos ocupantes da Casa Branca.
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Por falar nisso, aqui no Brasil o BC conquistou a independência neste ano, o que significa que o presidente (re)eleito terá de conviver com Roberto Campos Neto à frente da política monetária até 2024.
Mas voltando ao Fed, Powell conquistou a confiança de Joe Biden ao agir rápido para estabilizar a economia em meio ao pânico generalizado provocado pela pandemia da covid-19.
Nos próximos anos, ele terá o desafio de ajustar os juros para controlar os preços, mas sem comprometer o processo de recuperação em curso.
Mas será que o mercado curtiu a manutenção de Jerome Powell no Fed? Na coluna de hoje, o Matheus Spiess comenta o assunto e explica como as decisões do BC norte-americano influenciam todo o universo dos investimentos.
É HOJE!
O Seu Dinheiro e a Empiricus se uniram em um novo programa para trazer as melhores ideias e insights de investimentos do mercado. A nova temporada do Seleção Empiricus traz o repórter Victor Aguiar no comando, ao lado do analista João Piccioni. O episódio de estreia vai ao ar ao vivo nesta terça-feira, às 19h.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Paulo Guedes e Petrobras são foco do dia, em meio a debates envolvendo Auxílio Brasil e precatórios. O exterior opera sem direção definida, à espera dos dados da inflação dos Estados Unidos, divulgados nesta quarta-feira.
MUDANÇAS NO PORTFÓLIO
Após rumores de negociação com credores da Odebrecht, Petrobras nega decisão sobre venda de participação na Braskem. O posicionamento é uma resposta a notícias publicadas na mídia sobre uma suposta negociação para venda de parte das ações da petroquímica.
FALA AOS APOIADORES
Perdas bilionárias de Luiza Trajano são reflexo do amor dela por Lula, insinua Bolsonaro. Em fala a apoiadores, Bolsonaro deu a entender que Luiza Trajano perdeu dinheiro ao ‘declarar amor pelo nove dedos’.
MONEY TIMES
Black Friday: O que você precisa saber antes de comprar em sites de produtos importados. Data aumenta o fluxo de acesso de brasileiros aos sites que vendem produtos importados, mas o consumidor deve ficar atento a alguns detalhes antes de colocar produtos de fora do país no carrinho.
SONHO DE CONSUMO
Saiba quanto custa ter um Tesla na garagem e veja qual o carro elétrico mais barato vendido no Brasil. A cultuada marca de Elon Musk ainda não tem um representante exclusivo no país, mas é possível alugar ou importar um de seus EVs. Confira um guia completo dos preços dos veículos na segunda reportagem da nossa série.
Aquele abraço e uma ótima terça-feira!
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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