🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Previdência e cashback: unidos para atrair o investidor

21 de maio de 2021
11:26 - atualizado às 13:19
Imagem: Shutterstock

Em janeiro de 2012, o recém-chegado CEO da loja de departamento americana J.C. Penney, Ron Johnson, anunciava um ousado reposicionamento da marca, conhecida até então por seus cupons de descontos promocionais de curta validade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após 11 anos na Apple, tendo sido responsável pelo desenvolvimento e pelo sucesso de suas lojas-conceito, Johnson era a grande aposta do conselheiro da varejista à época e gestor de hedge fund Bill Ackman — o mesmo que detonou a Herbalife nos anos seguintes, como mostra o documentário “Betting on Zero”.

A ideia, que levaria a J.C. Penney ao maior fracasso estratégico recente do varejo mundial, era acabar com os tradicionais cupons de desconto e oferecer preços baixos todo dia — os mesmos após o desconto.

A execução foi uma tragédia. O executivo falhou em perceber que os promotores da marca eram justamente os “caçadores de desconto”, compradores frequentes que passavam horas de seus dias em busca das melhores ofertas para compartilhar com amigos, vizinhos e familiares. O fim dessa atividade impactava diretamente a identidade e o senso de pertencimento dos clientes mais fiéis da J.C. Penney.

Ao perceber que a estratégia não havia dado certo, Johnson piorou a situação ao sugerir que seus próprios clientes — que sempre deveriam ter razão — simplesmente não haviam entendido o novo modelo e que o que a empresa precisava era ser mais didática.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mesmo após seu fracasso e da demissão do CEO pelo conselho da empresa pouco mais de um ano depois, a J.C. Penney jamais recuperou a confiança de seus clientes (construída por mais de um século) e atualmente está em processo de falência.

Leia Também

Mas além de uma decisão infeliz, a verdade é que o modelo de cupons de desconto caiu em desuso nos últimos anos e foi gradualmente sendo substituído pelos cashbacks, de todas as formas e tipos.

Programas de milhagem, pontos do cartão, crédito para compras futuras. Hoje, é possível economizar com praticamente tudo que consumimos diariamente: aplicativos de transporte, delivery de comida, combustível do carro, viagens e até com o pagamento das contas de casa.

O que uma parcela pequena de investidores sabe é que também é possível economizar investindo em fundos, de duas maneiras diferentes — e uma terceira, mais nova, que combina as duas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A primeira é a mais familiar, através de um plano de previdência privada. Se você faz a declaração completa do Imposto de Renda, há um “cashback tributário” de até 3,3% da sua renda ao ano te esperando para ser coletado.

Isso só é possível porque a Receita Federal permite o abatimento de até 12% da sua renda anual tributável que tenha sido investida em um PGBL. Se sua renda anual neste ano for de R$ 100 mil, por exemplo, um aporte de R$ 12 mil em um plano de previdência, a qualquer momento do ano, de uma só vez ou em várias parcelas, te economizará R$ 3.300 (27,5% de R$ 12 mil), a ser recebido na restituição do Imposto de Renda do ano que vem.

Já a segunda trata da devolução das taxas de distribuição que corretoras digitais como a Vitreo, o Inter e a Pi passaram a oferecer aos seus investidores. Hoje em dia, é possível investir em fundos de gestores renomados pagando taxas de administração e de performance menores do que em plataformas tradicionais.

Considere fundos de ações que cobrem 2% ao ano de taxa de administração e 20% de taxa de performance sobre o que ultrapassar o Ibovespa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um gestor de sucesso, daqueles entre os nossos favoritos na série Os Melhores Fundos de Investimento,  pode conseguir um retorno de 8% acima do Ibovespa no longo prazo antes de taxas. Logo, você pagaria 2% ao ano de administração e mais 1,2% de performance (20% dos 6% acima do Ibovespa restantes).

Imaginando um cashback médio de 20%, alinhado com a média da indústria, você receberia de volta 0,64% ao ano de tudo que investiu no fundo. Esse valor é seu, dinheiro na conta, sem dever nada a ninguém no futuro.

Por fim, a novidade mais recente é a combinação dos dois efeitos acima: previdência e cashback. Nos últimos meses, chegaram à plataforma de investimentos da Vitreo — pioneira nesta combinação — vários dos fundos de previdência sugeridos aos nossos assinantes.

Assim, além dos 3,3% ao ano que você teria de volta ao investir o limite de 12% em um PGBL e do cashback estimado em mais 0,64% ao ano, também é possível evitar qualquer come-cotas (caso dos fundos tradicionais de renda fixa e multimercados) e ainda se beneficiar de uma alíquota no futuro na sua aposentadoria de apenas 10% com a tributação regressiva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em fundos, a verdade é que não precisamos ser caçadores de descontos. Já é possível investir nos melhores gestores da indústria e economizar uma parcela relevante da sua renda ou do seu patrimônio. No longo prazo, esse impacto é relevante.

Confesso que nunca gostei de deixar dinheiro na mesa, por menor que seja o valor.

E você?

Um abraço

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O que a Azul (AZUL54) fez para se reerguer, o efeito da pressão de Trump nos títulos dos EUA, e o que mais move os mercados

13 de janeiro de 2026 - 8:38

Entenda o que acontece com as ações da Azul, que vivem uma forte volatilidade na bolsa, e qual a nova investida de Trump contra o Fed, banco central norte-americano

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Governo Trump pressiona, e quem paga a conta é a credibilidade do Federal Reserve

13 de janeiro de 2026 - 7:46

Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O agente secreto de rentabilidade entre os FIIs, a disputa entre Trump e Powell e o que mais move o seu bolso hoje

12 de janeiro de 2026 - 8:28

Investidores também aguardam dados sobre a economia brasileira e acompanham as investidas do presidente norte-americano em outros países

VISÃO 360

A carta na manga do Google na corrida da IA que ninguém viu (ainda)

11 de janeiro de 2026 - 8:00

A relação das big techs com as empresas de jornalismo é um ponto-chave para a nascente indústria de inteligência artificial

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A ação para ter no bolso com o alívio dos receios envolvendo a Venezuela, e o que esperar da bolsa hoje

9 de janeiro de 2026 - 8:27

Após uma semana de tensão geopolítica e volatilidade nos mercados, sinais de alívio surgem: petróleo e payroll estão no radar dos investidores

SEXTOU COM O RUY

Venezuela e Petrobras: ainda vale a pena reservar um espaço na carteira de dividendos para PETR4?

9 de janeiro de 2026 - 6:12

No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os riscos e as oportunidades com Trump na Venezuela e Groenlândia: veja como investir hoje

8 de janeiro de 2026 - 8:24

Descubra oito empresas que podem ganhar com a reconstrução da Venezuela; veja o que mais move o tabuleiro político e os mercados

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: medindo a volatilidade implícita do trade eleitoral

7 de janeiro de 2026 - 19:48

O jogo político de 2026 vai além de Lula e Bolsonaro; entenda como o trade eleitoral redefine papéis e cenários

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Empresas brasileiras fazem fila em Wall Street, e investidores aguardam dados dos EUA e do Brasil

7 de janeiro de 2026 - 8:25

Veja por que companhias brasileiras estão interessadas em abrir capital nos Estados Unidos e o que mais move os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Venezuela e a Doutrina Monroe 2.0: Trump cruza o Rubicão

6 de janeiro de 2026 - 9:33

As expectativas do norte-americano Rubio para a presidente venezuelana interina são claras, da reformulação da indústria petrolífera ao realinhamento geopolítico

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A janela para o mundo invertido nos investimentos, e o que mais move o mercado hoje

6 de janeiro de 2026 - 8:16

Assim como na última temporada de Stranger Things, encontrar a abertura certa pode fazer toda a diferença; veja o FII que ainda é uma oportunidade e é o mais recomendado por especialistas

EXILE ON WALL STREET

Felipe Miranda: Notas sobre a Venezuela

5 de janeiro de 2026 - 14:01

Crise na Venezuela e captura de Maduro expõem a fragilidade da ordem mundial pós-1945, com EUA e China disputando influência na América Latina

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A ação do mês, o impacto do ataque dos EUA à Venezuela no petróleo, e o que mais move os mercados hoje

5 de janeiro de 2026 - 7:58

A construtora Direcional (DIRR3) recebeu três recomendações e é a ação mais indicada para investir em janeiro; acompanhe também os efeitos do ataque no preço da commodity

TRILHAS DE CARREIRA

O ano novo começa onde você parou de fugir. E se você parasse de ignorar seus arrependimentos em 2026?

4 de janeiro de 2026 - 8:00

O ano novo bate mais uma vez à porta. E qual foi o saldo das metas? E a lista de desejos para o ano vindouro?

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

FIIs de logística agitaram o ano, e mercado digere as notícias econômicas dos últimos dias

2 de janeiro de 2026 - 8:28

China irá taxar importação de carne, o que pode afetar as exportações brasileiras, mercado aguarda divulgação de dados dos EUA, e o que mais você precisa saber para começar o ano bem-informado

RETROSPECTIVA

As ações que se destacaram e as que foram um desastre na bolsa em 2025: veja o que deu certo e o que derrubou o valor dessas empresas

31 de dezembro de 2025 - 8:51

Da Cogna (COGN3) , que disparou quase 240%, à Raízen (RAIZ4), que perdeu 64% do seu valor, veja as maiores altas e piores quedas do Ibovespa no ano de 2025

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Empreendedora já impactou 15 milhões de pessoas, mercado aguarda dados de emprego, e Trump ameaça Powell novamente

30 de dezembro de 2025 - 8:43

Conheça a história da Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), e quais são seus planos para ajudar ainda mais mulheres

EXILE ON WALL STREET

Felipe Miranda: 10 surpresas para 2026

29 de dezembro de 2025 - 20:34

A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como cada um dos maiores bancos do Brasil se saiu em 2025, e como foram os encontros de Trump com Putin e Zelensky

29 de dezembro de 2025 - 8:13

Itaú Unibanco (ITUB4) manteve-se na liderança, e o Banco do Brasil (BBAS3). Veja como se saíram também Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11)

DÉCIMO ANDAR

FIIs em 2026: gatilhos, riscos e um setor em destaque

28 de dezembro de 2025 - 8:00

Mesmo em um cenário adverso, não surpreende que o segmento em destaque tenha encerrado 2025 como o segundo que mais se valorizou dentro do universo de FIIs

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar