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De vez em quando, tomado pela preguiça, eu me rendo aos alimentos ultraprocessados. É fácil comer uma lasanha de microondas, é cômodo abrir um pacote de salgadinho, é terapêutico devorar uma caixa de chocolates — e que atire a primeira pedra aquele que não se rende às tentações.
Dito isso: nada se compara a um alimento fresco. Pense numa laranja sendo espremida, numa salada cheia de cores, numa bacia de legumes recém-saídos do vapor. Ninguém, em sã consciência, trocaria o frescor da terra por um pacote de nuggets (eu acho).
Esse apelo da alimentação natural é o trunfo da mais nova integrante da fila de IPOs na B3. O Hortifruti Natural da Terra deu entrada na documentação para abrir o capital, revelando suas métricas financeiras e alguns de seus planos para o futuro.
Estamos falando da maior rede varejista especializada em produtos frescos do Brasil, com foco em frutas, legumes e verduras. Com um pé na feira livre e outro no supermercado de bairro, a companhia faturou mais de R$ 1 bilhão nos últimos três anos. O Ivan Ryngelblum conta tudo sobre o grupo nesta matéria.
A B3, aliás, está com uma safra farta de IPOs. A colheita de 2020/2021 já rendeu 41 aberturas de capital — outras 37 empresas estão tentando chegar à bolsa, incluindo a Hortifruti Natural da Terra. Tem de tudo: empresas de tecnologia, grupos hospitalares, varejistas...
E, na semana que vem, teremos mais uma estreia: o grupo GPS, especializado em serviços de segurança e manutenção predial. A empresa precificou suas ações a R$ 12,00 e movimentou R$ 2,5 bilhões com a operação — os papéis da companhia, sob o código GGPS3, começam a ser negociados na segunda-feira (26).
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