O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Sebastião Salgado se consagrou no mundo da fotografia com uma série de retratos que fez sobre a Serra Pelada. Na década de 1980, milhares de pessoas invadiram a região de Curionópolis, no sudeste do Pará, em busca de enriquecimento rápido através do garimpo do ouro.
Leia também:
Se você ainda não teve a chance de ver as fotografias de Salgado, vale a pena procurar. Em preto e branco, elas retratam milhares de homens enlameados, em condições precárias de trabalho, cavando a terra em busca da tão sonhada pepita de ouro que mudaria suas vidas.
Muitos dos que estiveram lá apostaram tudo na empreitada para ganhar dinheiro. Teve gente que conseguiu, mas muitos ficaram sem nada.
Sempre que me deparo com essas fotografias, fico impressionado. Além de serem um retrato das duras condições que muitos brasileiros vivem, elas impactam justamente por revelar esse sentimento de tudo ou nada, das pessoas apostando grande na busca de serem milionários.
O sonho da riqueza fácil, numa única tacada, é sempre um perigo. É muito raro aqueles que conseguem ganhar dinheiro assim. A maioria constrói sua fortuna, seu patrimônio, com anos de dedicação e trabalho duro.
Leia Também
É bom fazer esse alerta, porque tem muita gente com essa mentalidade entrando na bolsa. Longe de mim querer comparar a corrida do ouro de Serra Pelada com as pessoas entrando no mercado acionário, muito longe disso.
O que estou querendo dizer é que investir na bolsa requer muito estudo e dedicação. Dificilmente se ganha dinheiro especulando, apostando tudo que a ação “x” vai subir ou cair.
Nosso colunista Ruy Hungria fala um pouco mais sobre os perigos do sentimento “tudo ou nada” e compartilha com você como os grandes gestores atuam. Não deixe de conferir.
• As preocupações a respeito do rumo das contas públicas voltaram a assombrar os investidores ontem, fazendo o Ibovespa fechar o dia com queda de 1,10%, aos 118.328,99 pontos, na contramão dos mercados internacionais. O dólar registrou alta de 0,98%, a R$ 5,3641.
•O que mexe com os mercados hoje? As bolsas europeias e Wall Street reagem mal ao avanço da covid-19 e a dados mais fracos da indústria, mas o mercado brasileiro pode se descolar depois do desempenho ruim dos últimos dias e com notícias positivas sobre a vacina.
• As ações da Vale estão se beneficiando da valorização do minério de ferro, mas a empresa ainda tem um passivo enorme para resolver envolvendo Brumadinho. Por enquanto, a situação está longe de ser solucionada, com a mais recente tentativa de acordo com as autoridades terminando frustrada.
• Depois de registrar, em 2020, o melhor ano em termos de lançamentos desde 2016, a Gafisa projeta dobrar este número em 2021.
• A Wiz e a Caoa estão se unindo para oferecer seguros na rede de concessionárias da montadora, representante das marcas Chery e Hyundai no Brasil. Veja mais detalhes sobre o acordo.
•O BNDES aprovou um empréstimo de R$ 3 bilhões para a operadora do Lote Piracicaba-Panorama (PiPa), a maior concessão rodoviária do País, localizada em São Paulo.
• As mortes diárias por covid-19 ficaram acima de 1,3 mil pelo segundo dia seguido, de acordo com o Ministério da Saúde. Confira os números da pandemia no País.
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples