🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

Novas fronteiras

Adeus, China: Onde foram parar os mineradores de bitcoin (BTC) depois da proibição da atividade no país

Um índice de consumo de energia apurado pela Universidade de Cambridge mostra que os Estados Unidos passaram a representar 35,4% da taxa de mineração do mundo

Renan Sousa
Renan Sousa
14 de outubro de 2021
7:20 - atualizado às 15:08
mineração de criptomoedas bitcoin (BTC)
Imagem: Shutterstock

A ofensiva da China contra as criptomoedas chegou a ser motivo de preocupação do mercado como um todo. Quase seis meses depois do início das proibições do gigante asiático contra o bitcoin (BTC), um novo polo de mineração começa a se consolidar no mundo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com as restrições, boa parte da atividade acabou migrando para o outro lado do mundo. Um índice de consumo de energia apurado pela Universidade de Cambridge mostra que os Estados Unidos passaram a representar 35,4% da taxa de mineração de todo o mundo. No início do ano, o percentual era de 7,2%

Enquanto uns chutam…

Em maio deste ano, a China proibiu a mineração de bitcoin (BTC), alegando que a atividade impediria o país de atingir as metas de redução nas emissões de carbono. 

A mineração é uma atividade que utiliza bastante energia elétrica, apesar de consumir menos do que o sistema bancário atual. O problema mora na produção da eletricidade: a matriz energética chinesa vem majoritariamente de combustíveis fósseis, como o carvão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dessa forma, minerar criptomoedas na China é uma atividade que impacta a meta de emissões do país. Em outros países, com uma matriz energética baseada em hidrelétricas, como o Paraguai, a mineração não produz tanto CO2. 

Leia Também

Alguns analistas do mercado chegam a cogitar que essas proibições vieram para que o yuan digital, atualmente o projeto de CDBC mais bem desenvolvido do mundo, se tornasse a principal criptomoeda do mundo no lugar do bitcoin. Entretanto, a moeda chinesa segue sendo utilizada apenas no cenário doméstico. 

Além disso, a retomada da economia tem pressionado a geração de energia da China. Algumas cidades chegaram a registrar apagões enquanto a mineração era permitida no país. Mesmo outros centros de mineração como Irã tiveram os mesmos problemas de falta de energia. 

… Outros buscam a bola

Ao mesmo tempo, os mineradores que saíam da China precisavam de um local para religarem as máquinas. A primeira grande onda de saída passou para regiões próximas, como Uzbequistão e Mongólia

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas países mais distantes passaram a sinalizar um forte interesse no setor de mineração de criptomoedas. Para o negócio ser rentável, basta satisfazer duas condições: energia barata e clima frio

A primeira delas é a mais fácil de entender. Gastar menos para criar bitcoins torna a atividade mais rentável. O clima frio serve para manter as máquinas (chamadas de RIGs) a uma temperatura constante, sem a necessidade de um ar condicionado. 

Os Estados Unidos acabaram virando o novo centro da mineração mundial. Em nível estadual, governadores passaram a oferecer benefícios fiscais, como desconto na compra de máquinas, luz, entre outros, para atrair essa nova atividade.

Juntamente com elas, startups dos setores de criptomoedas, criptografia e blockchain começaram a aparecer e mudar suas sedes para essas regiões. Atualmente, os estados americanos do Texas, Miami e Kentucky atuam como centros em expansão deste tipo de atividade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No âmbito federal, os debates envolvendo a regulamentação de criptomoedas voltam os olhos do mundo para os Estados Unidos. Como maior mercado de ações e maior economia do mundo, os EUA acabam sendo o país que direciona o mercado. 

Uma nova China?

A mudança do eixo de mineração da China para os Estados Unidos é vista com bons olhos pelos especialistas do mercado. Eles destacam que uma proibição do dia para a noite, como aconteceu em maio com a China, é menos provável em um país como os EUA.

A transparência das instituições e maiores debates envolvendo a sociedade, tanto sobre criptomoedas quanto energias alternativas, dão mais segurança aos investidores. Entretanto, permanece o medo de que os EUA se tornem uma “nova China”, um país que fornece alta taxa de mineração para a rede do bitcoin e, por isso, acabe se tornando muito influente nesse mercado. 

No ápice, a China chegou a corresponder por 75% de toda taxa de mineração global e, de acordo com dados da Cambridge, o país não fornece porcentagem significativa de hashrate para a rede. Em contrapartida, os Estados Unidos saíram de 4,1% para os 35,4%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar