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Títulos públicos

Veja os preços e as taxas do Tesouro Direto nesta quarta-feira

Confira os preços e taxas de todos os títulos públicos disponíveis para compra e resgate

1 de julho de 2020
11:14
Selo para série preços e taxas do Tesouro Direto com uma sacola de dinheiro com pernas subindo e uma porcentagem caída no chão
Imagem: Montagem Andrei Morais/Shutterstock

As taxas do Tesouro Direto abriram em queda nesta quarta-feira (1º). O Tesouro IPCA+ 2026 (NTN-B Principal) é negociado com taxa de 2,55% ao ano mais IPCA, por um valor mínimo de R$ 56,49. O Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2055 (NTN-B) é negociado com taxa de 4,13% ao ano mais IPCA e aplicação mínima de R$ 44,41.

Já o Tesouro Prefixado 2023 (LTN) está pagando 4,06% ao ano para quem o comprar nesta quarta-feira, com aporte mínimo de R$ 36,21. O Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2031 (NTN-F) voltou a ser oferecido para compra, após pagamento de cupom de juros, e está pagando uma taxa de 6,87%, com aporte mínimo de R$ 36,75.

O único Tesouro Selic (LFT) disponível para compra atualmente no Tesouro Direto, com vencimento em 2025, está remunerando Selic + 0,0344% para quem o levar até o fim do prazo. A aplicação mínima é de R$ 106,39.

Lembre-se de que essas taxas do Tesouro Direto só são válidas para quem adquirir o título hoje e o levar até o vencimento. Na venda antecipada, o retorno pode ser bem diferente, uma vez que a venda é sempre feita a preço de mercado.

Confira os preços e taxas do Tesouro Direto nesta quarta-feira

O Tesouro Direto é o programa do Tesouro Nacional para compra e venda de títulos públicos federais on-line pela pessoa física. O investimento mínimo é de apenas R$ 30, desde que essa quantia não seja inferior a 1% do valor de um título.

Para investir no Tesouro Direto, o ideal é abrir conta em uma corretora de valores que não cobre taxa de administração. Dessa forma, o único custo do investimento, além dos impostos, é a taxa de custódia paga à bolsa, de 0,25% ao ano.

Os títulos públicos federais são os investimentos de menor risco de crédito da economia brasileira, pois são garantidos pelo governo. Mas há risco de mercado, uma vez que há volatilidade nos preços.

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