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Em raro consenso, auxiliares militares, ideológicos, evangélicos e técnicos relataram desapontamento com a escolha e surpresa com a rapidez da confirmação
Ao confirmar ontem a indicação do desembargador Kassio Nunes Marques para o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Jair Bolsonaro criou um inusitado consenso entre seus auxiliares militares, ideológicos, evangélicos e técnicos. Em rara concordância, nos bastidores relataram desapontamento com a escolha e surpresa com a rapidez da confirmação.
Após o anúncio na transmissão ao vivo nas redes sociais, a militância digital tratou de resumir o sentimento colocando a palavra "decepção" entre os assuntos mais comentados no Twitter. Apoiadores enviaram ao presidente, pelo WhatsApp, informações que, na visão deles, depunham contra o desembargador, mas foi em vão. O principal incômodo na base é que Marques agrada ao Congresso e a membros do STF, com quem há pouco tempo o governo e a militância trocavam farpas.
A avaliação no Planalto é que a reação nas redes sociais já é pior do que as críticas pela indicação de Augusto Aras para a Procuradoria-Geral da República, no ano passado. Supera até mesmo a ocasião em que o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, deixou o governo.
Indicado com a bênção do Centrão, o empenho de Alcolumbre e com a chancela de Gilmar Mendes e Dias Toffoli, Marques se tornou imbatível, segundo interlocutores do governo, por ter o apoio do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). Ele é investigado no caso envolvendo seu ex-assessor Fabrício Queiroz e as "rachadinhas" na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e que pode chegar à Corte.
Maria do Socorro Marques, mulher de Kassio, foi nomeada anteontem, para um cargo comissionado na Quarta Secretaria do Senado, atualmente comandada pelo senador Luis Carlos Heinze (PP-RS). A nomeação ocorreu no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro confirmou a indicação de Kassio Marques para a vaga de Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (STF), que se aposenta no dia 13.
Maria do Socorro era funcionária da liderança do Podemos e ocupava um cargo no gabinete do senador Elmano Férrer (PI), que recentemente foi para o PP. O partido é comandado pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI), um dos principais líderes de Centrão, que contribuiu pela indicação e articula a aprovação de Marques pelo Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), pretende fazer a sabatina a partir dia 15.
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No gabinete do Podemos, Maria do Socorro recebia R$ 11,5 mil mensais. No site do Senado não consta quanto ela receberá na secretaria comandada pelo PP. Maria do Socorro já trabalhou em gabinetes de outros parlamentares do Piauí, entre eles o do ex-senador e atual governador do Estado, Wellington Dias (PT). Ontem, Elmano Férrer voltou a comemorar nas redes sociais a escolha de Bolsonaro. "Mérito e competência do Kassio refletem em orgulho do Nordeste e do Piauí em ter um representante na mais alta Corte do país", escreveu.
A assessoria do desembargador informou que a vaga de Maria do Socorro era da cota de Elmano Férrer no Podemos, e que a migração para a Quarta Secretaria foi feita por causa mudança do parlamentar para o PP. Procurado, Heinze disse que não estava sabendo da nomeação. A reportagem não localizou Maria Socorro.
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