O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pedidos de grupo político sobre cargos e verbas podem ser ainda maiores com governo enfraquecido, diz Richard Back, da XP
A possível demissão do ministro da Justiça, Sergio Moro, noticiada nesta quinta-feira (23), resultará na fragilização do governo de Jair Bolsonaro e no fortalecimento do grupo de parlamentares do chamado Centrão, diz Richard Back, analista político da XP Investimentos.
Segundo Back, a saída de Moro deverá gerar uma "perda de fatia importante" no eleitorado de Bolsonaro. Atualmente, segundo as pesquisas da XP/Ipespe, Bolsonaro é aprovado por cerca de 30% da população.
"Moro é, estruturalmente, a figura mais bem avaliada do governo, disparado. Muito mais do que o presidente, muito mais do que qualquer outro ministro. Quem chegou perto dele foi o Mandetta nesse pico do coronavírus."
Além da perda na popularidade de Bolsonaro, haveria outra divisão no eleitorado do presidente: um embate nas redes sociais entre os apoiadores da Lava Jato que hoje aprovam o governo justamente pelo ex-juiz federal ocupar um de seus ministérios.
Há ainda um ponto adicional, referente ao cálculo político, envolvido na situação do chefe da pasta da Justiça, diz Back. Segundo ele, Moro, símbolo da Lava Jato, pode estar atravessando um constrangimento, já que Bolsonaro tem se aproximado de políticos envolvidos em suspeitas de corrupção.
Recentemente, o noticiário tem dado conta de que o presidente da República recebeu membros do Centrão para negociar cargos no governo e obter maior apoio no Congresso.
Leia Também
Em meio à negociação aberta com o grupo, uma eventual saída de Moro, reduzindo a popularidade de Bolsonaro, enfraqueceria o governo, diz Back.
"Os partidos do Centrão levam em conta os 30% sólidos de aprovação que tem o Bolsonaro", afirma Back. "Uma vez que Moro saia, Bolsonaro está mais fraco, e quando se abre esse tipo de negociação de verba e cargo, a força do presidente conversa com o tamanho da conta que essa turma vai pedir."
Para o analista, deste modo, as demandas do grupo seriam ainda maiores e a situação de Bolsonaro se tornaria politicamente mais frágil. "Ficaria refém dos novos amigos", diz Back.
Após a divulgação da notícia sobre o pedido de demissão de Moro, o Ibovespa chegou a acentuar a sua queda acima de 2%, mas agora reduz as perdas. O dólar opera no nível de R$ 5,50 pela primeira vez na história. Confira nossa cobertura de mercados.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”
Jordan Adams não está correndo apenas cerca de 42,2 km todos os dias por mais de um mês, ele também disputa contra o tempo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 5 de maio. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar quase R$ 40 milhões hoje.
O alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para brasileiros com mais de 18 anos; cartórios eleitorais funcionarão em horário especial
O valor cobrado é considerado o maior imposto sobre herança já pago na história da Coreia do Sul; herdeiros da Samsung consideram que “pagar impostos é um dever natural dos cidadãos”
Iniciativa do Desenrola Fies é reduzir a inadimplência e ajudar na regularização financeira dos participantes
Entre tensão no Oriente Médio e expectativa de cortes de juros, especialistas indicam como equilibrar risco e proteção; confira a última edição do programa Onde Investir
Falha pode apagar informações essenciais ao dirigir; confira os modelos da Volkswagen afetados e como resolver o problema gratuitamente
Para brasileiros com mais de 18 anos, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios; cartórios eleitorais funcionarão em horário especial
O Comitê de Política Monetária avaliou que o balanço de riscos para a inflação segue mais elevado do que o usual, refletindo principalmente as incertezas em torno dos conflitos no Oriente Médio
Com o avanço dos crimes cibernéticos, é importante entender o efeito de uma senha segura para proteção de dados
Prêmio em jogo na Lotofácil quase triplica depois de acúmulo, mas Mega-Sena, Quina e Timemania pagam valores bem maiores nesta terça-feira (5).