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Rumores de uma possível saída do ministro da Economia do governo aumentaram na sexta-feira, quando Sergio Moro comunicou a própria demissão
O presidente Jair Bolsonaro concedeu uma entrevista nesta segunda-feira (27) ao lado do ministro Paulo Guedes (Economia), de Tereza Cristina (Agricultura) e de Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) - em uma sinalização de continuidade da agenda do governo. Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, também estava presente.
"Homem que decide economia no Brasil é um só e se chama Paulo Guedes. Ele nos dá o norte, nos dá recomendações e o que nós realmente devemos seguir", disse Bolsonaro, na saída do Palácio da Alvorada.
O presidente recebeu na sexta-feira (24) o pedido de demissão do ministro Sergio Moro, chamado no início do governo - ao lado de Guedes - de "superministro".
Na quarta-feira (22), a ala militar do governo lançou um plano de recuperação econômica sem a presença do ministro Paulo Guedes. Chamado de "Pró-Brasil", o projeto prevê a ampliação do gasto público para a retomada econômica por meio de obras em infraestrutura. A área econômica do governo apelidou o programa de "Dilma 3".
Ao lado do presidente, Guedes disse nesta segunda que seguirá com a mesma política econômica, com reformas estruturantes e investimentos bilionários nas áreas de saneamento, infraestrutura, óleo e gás e setor elétrico.
"Nós estamos justamente lançando uma camada de proteção para os mais frágeis. Nós fizemos um ajuste da nossa política, passamos de reformas estruturantes para medidas emergenciais", disse o ministro.
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O discurso de Guedes foi reforçado pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, que disse que há interesse de investidores, nacionais e estrangeiros, em ativos brasileiros. Segundo ele, o governo realizará leilões de concessões ainda neste ano.
A ministra Tereza Cristina, da Agricultura, também destacou o resultado de safras e exportações e destacou que não há problemas de abastecimento no País.
Na área econômica, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que parte da solução para a crise vai partir do governo federal. Segundo ele, há preocupação na manutenção da disciplina fiscal, que será o que vai manter a economia em curso e dará condições para que País consiga viver com o juro baixo e a inflação controlada.
Campos Netos também afirmou que é papel do BC manter controle de preços e solidez do mercado. Ainda, que vê resultados das medidas, como o crescimento da concessão de crédito. "Existe uma preocupação de o crédito chegar ao pequeno. O BC está tomando as ações possíveis para que isso aconteça", comentou.
*Com informações de Estadão Conteúdo.
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