O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em nota, o Itamaraty confirmou que a carta foi recebida por “algumas embaixadas brasileiras”
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, responsável pela coordenação do Conselho da Amazônia, disse que o Brasil vai responder "com a verdade e com trabalho" a carta de investidores contra o desmatamento na Floresta Amazônica.
O Itamaraty confirma que o documento foi recebido por embaixadas brasileiras e diz o tema é analisado pelo governo.
Em nota, o Itamaraty confirmou que a carta foi recebida por "algumas embaixadas brasileiras". "No momento, o ministério está examinando o tema, em coordenação com os demais órgãos responsáveis pelas políticas ambientais no Brasil", respondeu o Ministério de Relações Exteriores após ser questionado pela reportagem.
Na terça-feira, um grupo formado por quase 30 instituições financeiras em todo o mundo divulgou uma carta na qual exige que o governo brasileiro freie o crescente desmatamento no País. A informação foi noticiada pelo Financial Times.
Para o grupo, a continuidade da prática criou "uma incerteza generalizada sobre as condições para investir ou fornecer serviços financeiros ao Brasil". "É provável que os títulos soberanos brasileiros sejam considerados de alto risco se o desmatamento continuar", escreveu o grupo no documento.
No Ministério da Economia, a pauta do desmatamento é tratada com um assunto delicado. Há preocupação de não gerar mais "ruído" sobre o aumento do desmatamento e as ações do governo.
Leia Também
O Ministério da Economia informou que "defende a busca pela adoção de melhores práticas regulatórias e combate a práticas econômicas ilegais".
Segundo a pasta, "tais compromissos constam, inclusive, de nossos compromissos e prioridades na área econômica internacional, como a acessão à OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e a negociação de acordos comerciais".
Ainda na terça, o assunto foi comentado pelos presidentes dos bancos Bradesco e Itaú. A questão ambiental é, na opinião do presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher, o principal "perigo" que ameaça o Brasil.
"No momento em que a sociedade se percebe frágil, a gente deve olhar para outros perigos. As consequências ambientais podem até vir de uma maneira mais lenta do que as da saúde como a covid-19, mas são mais duradouras e difíceis de reverter", declarou.
O presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, destacou que "todo mundo falava de sustentabilidade, de problema com o planeta, de aquecimento global, reflorestamento, derrubada, de qualidade do ar, da água, todo mundo falava sobre isso, mas de fato nós temos de reconhecer que fizemos muito pouco em relação a isso".
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que investidores internacionais não estariam devidamente informados sobre as ações do Brasil para o desenvolvimento de atividades ambientalmente sustentáveis e que o País "tem um grande potencial em negócios sustentáveis".
Os sinais de alerta do setor econômico nacional e de organismos estrangeiros reflete a situação da Amazônia. Neste ano, o número de áreas desmatadas tem superado o volume de 2019, como atestam os dados do próprio governo. Essa preocupação ganha ainda mais força a partir deste mês, com o período de seca na Amazônia e o avanço das queimadas.
De acordo com dados do site Terrabrasilis, de 1º de agosto do ano passado até 11 de junho deste ano, foram feitos alertas para a derrubada de 6.870 km² de floresta. Entre 1.º de agosto de 2018 a 31 de julho de 2019, foram 6.844 km².
*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo e Estadão Conteúdo
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes