O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Há consenso sobre a urgência de mudar a realidade do saneamento. Por isso, a expectativa é que o Senado aprove hoje projeto de lei que redefine o setor

A estimativa do governo de que o novo marco legal do saneamento básico pode gerar cerca de 1 milhão de empregos nos próximos cinco anos transformou o setor em uma das principais apostas para estimular a retomada da economia após a crise e conseguiu um feito raro nos dias atuais: colocar o Executivo, o Legislativo e o setor privado do mesmo lado. Há consenso sobre a urgência de mudar a realidade do saneamento. Por isso, a expectativa é que o Senado aprove hoje projeto de lei que redefine o setor.
Levantamento ao qual o Estadão/Broadcast teve acesso mostra que a proposta tem 48 senadores favoráveis e outros seis possivelmente favoráveis, segundo mapeamento feito pela BMJ Consultores para a Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon).
Para que o projeto seja aprovado, é necessária maioria de votos. Se os 81 senadores participarem da votação, a proposta precisará de, no mínimo, 41 votos. O mapeamento indica 17 senadores contrários e dez parlamentares indecisos. Se não houver alterações, o projeto segue para sanção presidencial.
Considerado o setor mais atrasado da infraestrutura, o saneamento precisa de algo em torno de R$ 500 bilhões para universalizar seus serviços. O segmento, que sempre foi negligenciado pelo setor público, hoje é visto como uma das principais portas de saída da crise.
O projeto abre espaço para a iniciativa privada atuar na exploração do setor e institui um regime de licitações. A votação é vista pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, como a "ponta de lança" para enfrentar o estrago causado pela covid-19. Também existe a previsão de ganhos com o combate de doenças e aumento de produtividade.
Ao Estadão, o secretário de Desenvolvimento da Infraestrutura, Diogo Mac Cord de Faria, disse que o potencial econômico é três vezes superior aos investimentos previstos, capaz de garantir empregos nos próximos 14 anos até a universalização do saneamento - meta fixada para 2033. No diagnóstico do governo, o projeto pode aquecer a atividade dos municípios. "Esse aquecimento econômico regional em termos de dinheiro injetado e geração de empregos é fundamental", disse Mac Cord.
Leia Também
A secretária especial do Programa de Parceria de Investimento, Martha Seillier, calcula que o potencial de emprego poderia ser ainda maior. Segundo ela, para cada R$ 1 bilhão investido, o número de empregos pode chegar a 60 mil. Envolvido nas últimas negociações para barrar resistências, o relator do projeto no Senado, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), disse que está otimista na aprovação. "Tenho tentado convencer que o problema maior é adiar o projeto."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
ELEIÇÕES NO RADAR
DISPUTA PRESIDENCIAL
ELEIÇÕES 2026
ELEIÇÕES 2026
ELEIÇÕES 2026
OPERAÇÃO COMPLIANCE ZERO
ELEIÇÕES DE 2026
Conteúdo Empiricus
VEJA DETALHES DA PESQUISA
ENTENDA
SEM IMPOSTOS
ELEIÇÕES 2026
Conteúdo Empiricus
POLÍTICA
VITÓRIA FORA DA MARGEM DE ERRO
PLANALTO DOBRA A APOSTA
TRABALHO E QUALIDADE DE VIDA
GOVERNO
"SALTO MAIS ALTO"
FRAUDES