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2020-12-10T17:13:51-03:00
Estadão Conteúdo
momento é de otimismo

Produção foi normalizada e não há falta de produto, diz presidente da CSN

Benjamin Steinbruch diz que partir do primeiro trimestre do ano que vem não haverá mais discussão sobre falta de produtos

10 de dezembro de 2020
15:51 - atualizado às 17:13
BENJAMIN STEINBRUCH
Brasil, São Paulo, SP. 20/07/2013. Benjamin Steinbruch durante espetáculo da Orquestra Filarmônica de Israel com regência do maestro Zubin Mehta na Sala São Paulo. - Imagem: JUAN GUERRA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE

O presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch, negou que esteja havendo falta de produto no mercado, como alguns têm comentado.

Durante o CSN Day, realizado nesta quinta-feira, 10, ele disse que houve desmobilização da cadeia no início do ano com a pandemia e a produção teve de ser paralisada. Mas os pedidos já foram retomados e a produção está sendo normalizada.

"Tem gente que quer passar uma falsa imagem de falta de produtos no mercado e isso não é bom porque não é verdade. O que aconteceu é que como a perspectiva da economia estava muito ruim, todos foram obrigados a diminuir a produção a partir de março. Então, por falta de pedidos a cadeia como um todo desativou as linhas de produção. Com a volta dos pedidos, a produção também está voltando", disse.

Ele explicou que a indústria automobilística, por exemplo, tinha três meses de estoque de produtos e achou confortável deixar de fazer novos pedidos. Com isso, os fornecedores também pararam a produção. "E aí, quando o estoque acabou, o tempo de voltar a produção plena representou necessariamente o nível de estoque que cada um optou por ter", explicou.

"Garanto ao mercado que, não apenas do ponto de vista da siderurgia, o abastecimento está normal, por conta da volta da capacidade plena de produção. Todos estão se mobilizando para isso. Não vejo no ano que vem motivo para qualquer tipo de falta de produto. A produção estará adequada à demanda e a partir daí com os estoques já estarão reposicionados. A partir do primeiro trimestre do ano que vem essa discussão já não existirá mais", afirmou.

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