🔴 LIBERADO: ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA –  COMECE A TRANSFORMAR A SUA CARREIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

reunião se aproxima

‘Pode ter queda de juros? Pode. É provável? Não’, diz diretor do BC

De acordo com o diretor, para ocorrer novo corte da Selic o BC precisará ter a confiança de que o sistema financeiro está adaptado às novas condições

Fábio Kanczuk
Imagem: Geraldo Magela/Agência Senado

O diretor de Política Econômica do Banco Central, Fabio Kanczuk, afirmou nesta sexta-feira, 4, que novo corte da Selic (a taxa básica de juros) é possível, mas improvável. Questionado sobre o encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) dos dias 15 e 16 de setembro, ele disse: "Pode ter queda de juros? Pode. É provável? Não".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Kanczuk afirmou que o último comunicado do Copom continua valendo. "Temos o forward guidance (prescrição futura) que diz que não haverá elevação de juros a menos que condições não sejam cumpridas", pontuou. "É improvável que tenha nova queda de juros. Se acontecer nova queda de juros, ela será pequena", salientou.

De acordo com o diretor, para ocorrer novo corte da Selic o BC precisará ter a confiança de que o sistema financeiro está adaptado às novas condições, de juros baixos.

Em seu último encontro, no início de agosto, o Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto porcentual, para 2,00%, e indicou que novos cortes, se ocorrerem, serão pequenos. Ao mesmo tempo, deixou claro que não antevê alta de juros. Isso é condicionado, no entanto, ao andamento da questão fiscal. Na ocasião, o BC alertou ainda para os riscos prudenciais e de estabilidade financeira trazidos por uma Selic tão baixa.

"Estamos olhando tudo e não está tendo problema nenhum. Se tivesse problema, já estaríamos atuando", afirmou Kanczuk. "É mais uma questão de cautela, de conservadorismo", acrescentou, em referência às preocupações de que uma Selic tão baixa possa prejudicar o funcionamento de alguns mercados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O diretor do BC também afirmou que a instituição ainda está distante de um cenário em que não tenha mais ferramentas para prover estímulos, se necessário. Em um eventual cenário de esgotamento da Selic como ferramenta e do próprio forward guidance atual, Kanczuk afirmou ser possível propor um forward guidance mais agressivo, com condicionantes. "(Isso) não está na mesa", acrescentou.

Leia Também

BUQUÊS EM RISCO

My Vintage Dress: confusão em loja de luxo deixa noivas sem vestidos a poucos dias do casamento

+4 CORINGA

Acabou o impasse: Mattel cria campeonato de UNO e vai pagar R$ 257 mil para descobrir quem é o melhor jogador

Durante evento transmitido na internet, Kanczuk também evitou comentar sobre as projeções do BC para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2021. Segundo ele, estes cálculos serão atualizados no fim de setembro, quando será divulgado o Relatório Trimestral de Inflação. "Temos trabalhado ainda nos números de PIB para 2021."

Inflação

O diretor de Política Econômica do Banco Central afirmou que o Brasil, ao contrário dos Estados Unidos, está longe de uma situação de preocupação com a inflação muito baixa por um período prolongado. "Em alguma hora, a inflação volta para a meta no Brasil", pontuou.

Kanczuk disse ainda, ao abordar a pandemia do novo coronavírus, que alguns cenários alternativos do BC contemplam uma segunda onda de contaminações no País, o que poderia prejudicar alguns setores da economia, como o de serviços.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele lembrou, porém, que a segunda onda não faz parte do cenário básico da instituição. "Os cenários alternativos perderam a relevância relativa com o forward guidance (prescrição futura)", acrescentou.

Mercado de trabalho

Ao tratar do mercado de trabalho no Brasil, o diretor avaliou que ele deve seguir "desaquecido por período prolongado". Além disso, pontuou que a inflação do setor de serviços é "muito mais persistente que a de alimentos e produtos industriais". "A inflação vai ficar baixa de forma mais persistente por conta do setor de serviços."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
1 de setembro de 2026 - 16:55
Imagem mostra uma mão plantando uma semente na terra e pequenas mudinhas que vão crescendo. Há gráficos de ações que indicam alta no investimento 1 de setembro de 2026 - 11:16
Beneficiários com NIS final 7 recebem parcelas do Bolsa Família e parte também terá direito ao auxílio-gás 1 de setembro de 2026 - 5:39
Quatro economistas do BTG Pactual estão sentados em cadeira de madeira. Todos eles vestem terno azul. A mediadora está de lilás. Ao fundo, um painel com o logo Macro Day do BTG Pactual. 31 de agosto de 2026 - 19:01
Bilionária mais jovem do brasil tem herança atrelada à WEG. 31 de agosto de 2026 - 13:05
geraldo alckmin no macro day 2026 31 de agosto de 2026 - 12:30
Imagem gerada por inteligência artificial mostra um prédio, uma casa, moedas e uma ampulheta, representando o rendimento em aluguéis ou fundos imobiliários ao longo do tempo 31 de agosto de 2026 - 8:16
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 31 de agosto de 2026 - 5:06
Egas Moniz nobel 30 de agosto de 2026 - 10:03
bolsa família 30 de agosto de 2026 - 7:07
naval ravikant guru Vale do Silício 29 de agosto de 2026 - 15:15
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar