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Diretor-gerente da agência, James McCormack, lembra que o Brasil não registrava níveis robustos de atividade mesmo antes da emergência do novo coronavírus
O diretor-gerente da Fitch Ratings, James McCormack, entende que pode haver aumento de gastos no Brasil sem gerar inflação. "Há espaço para mais estímulos econômicos no País, sem consequências negativas, considerando o tamanho do hiato do produto", afirmou nesta terça-feira, 15, durante webinar sobre mercados emergentes promovido pela Bloomberg.
McCormack lembra que o Brasil não registrava níveis robustos de atividade mesmo antes da emergência do novo coronavírus. "Vamos ser honestos, o Brasil não necessariamente entrou nesta crise em uma posição de força. Olhe o crescimento de lá nos últimos quatro ou cinco anos. É desanimador", acrescentou.
Em 2019, o Produto Interno Bruto (PIB) do País cresceu 1,1%.
Em maio, a Fitch reafirmou o rating do Brasil em BB-, mas cortou a perspectiva de estável para negativa. "A revisão reflete a deterioração das perspectivas econômicas e fiscais do Brasil, e os riscos negativos para ambas devido às renovadas incertezas políticas", afirmou à época a agência de classificação de risco.
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Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
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Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
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Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”