O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
BoJ anunciou que vai quase triplicar as dívidas corporativas em seu balanço para 20 trilhões de ienes (US$ 186 bilhões)

Na mesma reunião nesta segunda-feira em que decidiu manter a sua taxa básica de juros, a de depósitos, em -0,10%, o Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) anunciou que vai quase triplicar as dívidas corporativas em seu balanço para 20 trilhões de ienes (US$ 186 bilhões) para facilitar o financiamento para companhias afetadas pelo novo coronavírus, e projetou uma contração acentuada da economia neste ano fiscal. A meta para o rendimento do JGB com vencimento de 10 anos foi mantida em torno de 0%.
A autoridade monetária estipulou esta nova meta para o portfólio de bônus corporativos e a dívida corporativa de prazo mais curto chamada commercial paper. Antes, a meta combinada total para esses títulos era de 7,4 trilhões de ienes. O BoJ também elevou o limite por emissor de 100 bilhões em ambos os casos para 500 bilhões de ienes em commercial papers e para 300 bilhões de ienes em bônus corporativos.
Na sua reunião de política monetária anterior, em março, o banco central havia elevado as suas metas para dívida corporativa no balanço a proporções menores.
O aumento dá continuidade a uma série de intervenções no mercado de crédito por parte dos grandes bancos centrais do mundo.
O BoJ, além disso, se desfez da sua meta anterior de comprar cerca de 80 trilhões de ienes em bônus do governo japonês (JGBs) anualmente. A sua nova promessa é de comprar tantos bônus quanto forem necessários para manter o rendimento do título de 10 anos em 0%.
As projeções do BoJ para a economia japonesa também sofreram alterações. Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa da instituição para o ano fiscal atual, que termina em março de 2021, passou de um crescimento modesto de 0,9% para um encolhimento na faixa entre 3% e 5%. Já no caso do núcleo do índice de preços ao consumidor (CPI) que exclui componentes de alimentos frescos, a projeção passou de avanço de 0,9% para um recuo na faixa entre 0,4% e 0,8%.
Leia Também
*Com Estadão Conteúdo
DEU DIVÓRCIO
EM GRANDE ESTILO
FRASE DO DIA
TRANSFERÊNCIA DE RENDA
FÔLEGO PARA PJ
VANTAGEM ASIÁTICA?
DESENROLA 2.0
RUÍDO POLÍTICO
CONHEÇA AS FAVORITAS DE ESG
IGUALDADE DE GÊNERO
PROPINA BILIONÁRIA
RENOVAÇÃO AUTOMÁTICA
OPERAÇÃO SEM REFINO
NÃO TEVE PARA MAIS NINGUÉM
CRAQUE ALÉM DAS 4 LINHAS?
MUITO ALÉM DO CASO YPÊ
MEIO CAMINHO ANDADO
VAI TER SEXTOU
SUPERPRODUÇÃO?
CONCORRÊNCIA DESIGUAL?