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O resultado do indicador ficou abaixo da mediana de 2,81% das estimativas na pesquisa do Projeções Broadcast, cujo intervalo ia de 2,40% a 3,20%.

O Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) desacelerou a alta a 2,64% em novembro, após um avanço de 3,68% em outubro, divulgou nesta segunda-feira, 7, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado do indicador ficou abaixo da mediana de 2,81% das estimativas na pesquisa do Projeções Broadcast, cujo intervalo ia de 2,40% a 3,20%.
Com o resultado, o IGP-DI acumulou uma elevação de 22,16% no ano.
Em 12 meses, a taxa ficou em 24,28% (ante 22,12% até outubro).
A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-DI. O IPA-DI, que representa o atacado, teve elevação de 3,31% em novembro ante uma alta de 4,86% em outubro.
O IPC-DI, que apura a evolução de preços no varejo, subiu 0,94% em novembro, após o avanço de 0,65% em outubro.
Já o INCC-DI, que mensura o impacto de preços na construção, teve elevação de 1,28% em novembro, depois da alta de 1,73% em outubro.
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O período de coleta de preços para o índice de novembro foi do dia 1º ao dia 30 do mês.
Os preços dos produtos agropecuários no atacado subiram 6,39% em novembro, depois de uma alta de 9,51% em outubro, dentro do IGP-DI, informou a FGV. Já os produtos industriais avançaram 1,99% em novembro, ante aumento de 2,99% em outubro.
Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram alta de 2,61% em novembro, ante um avanço de 2,95% em outubro.
Os preços dos bens intermediários subiram 3,38% em novembro, após aumentarem 4,43% em outubro. Os preços das matérias-primas brutas registraram elevação de 3,80% em novembro, depois do avanço de 6,78% em outubro.
O núcleo do Índice de Preços ao Consumidor - Disponibilidade Interna (IPC-DI) de novembro subiu 0,21%, após a elevação de 0,17% registrada em outubro, conforme a FGV.
O núcleo do IPC-DI é usado para mensurar tendências e calculado a partir da exclusão das principais quedas e das mais expressivas altas de preços no varejo.
Ainda de acordo com a FGV, o núcleo acumulou uma elevação 2,57% no ano e alta de 2,94% em 12 meses.
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