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Estão na lista de Guedes os Correios, o Porto de Santos, a Eletrobras e a PPSA, a estatal que administra o sistema de partilha de petróleo do pré-sal

O ministro da Economia, Paulo Guedes, prometeu em junho anunciar quatro grandes privatizações em até 90 dias. Ele descumpriu o prazo, mas revelou nesta terça-feira o nome das empresas que pretende vender para a iniciativa privada até dezembro de 2021.
Estão na lista de Guedes os Correios, o Porto de Santos, a Eletrobras e a PPSA, a estatal que administra o sistema de partilha de petróleo do pré-sal.
“Esse é o ponto de partida. Estamos propondo isso para o Congresso nos próximos 30 a 60 dias”, disse o ministro, durante um evento promovido pela Bloomberg.
Ainda segundo o ministro, o Brasil pode recuperar dois terços do que foi gasto para combater os efeitos da pandemia de coronavírus, de cerca de R$ 800 bilhões, em um ano e meio, caso as privatizações sejam bem sucedidas.
O ministro disse ainda que o Brasil ainda não tem uma decisão tomada sobre o veto ou a liberação de tecnologia chinesa nas redes de 5G, cujo leilão de espectro é esperado para 2021. Ele admitiu, porém, que o governo leva em consideração os alertas de países como os Estados Unidos e o Reino Unido, que barraram empresas como a Huawei na tecnologia de telefonia e internet móvel de quinta geração.
"O Reino Unido impediu os chineses no centro do sistema de 5G, mas permitiu que as empresas chinesas atuassem na periferia das redes. Estávamos indo nessa direção antes da pandemia. Não queremos perder revolução digital, mas há esses alertas geopolíticos. No momento o Brasil ainda estamos analisando e estudando essa questão", afirmou, em participação virtual no Bloomberg Emerging + Frontier Forum 2020.
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O governo do presidente Donald Trump chegou a fazer pressão direta sobre as autoridades brasileiras pela proibição total à participação dos chineses, alegando falhas na segurança de dados que poderia abrir portas a espionagem pelo país asiático, que nega essas acusações.
"Sempre dissemos que iríamos dançar com todo mundo. Os EUA e a China sempre dançaram juntos e agora brigaram. Eles podem brigar entre si, mas vamos dançar com todos", completou Guedes.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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