🔴 O MELHOR TRADER DO MUNDO VAI TE AJUDAR NA BUSCA POR R$ 1 MILHÃO – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Riscos crescentes

Goldman Sachs corta projeção de PIB do Brasil em 2020 de -3,4% para -7,4%

Os crescentes riscos políticos e fiscais agravam a recessão no País causada pela pandemia do coronavírus, alerta relatório do banco americano

porcentagem
Imagem: Shutterstock

O Goldman Sachs revisou a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2020 e espera contração de 7,4% este ano. A estimativa anterior era de queda de 3,4%. Os crescentes riscos políticos e fiscais agravam a recessão no País causada pela pandemia do coronavírus, alerta relatório do banco americano nesta terça-feira. Para 2021, a estimativa é de crescimento de 4% do PIB brasileiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Goldman ressalta logo no início do relatório que o Brasil se transformou nas últimas semanas em um dos epicentros globais de novas infecções do coronavírus, que já está levando as medidas de distanciamento social a se manterem por tempo maior que o inicialmente esperado e ainda a serem intensificadas em algumas partes. "Neste estágio, não está claro quando a curva do coronavírus vai atingir seu pico."

O banco espera que as medidas de isolamento só começarão a serem removidas parcialmente no Brasil e em outros países da América Latina entre os meses de junho e julho, o que contribui para agravar ainda mais o cenário econômico. Para o México, o Goldman espera contração de 8,5% no PIB este ano, mesmo porcentual projetado para a Argentina.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para as maiores economias da região, recuperar os estragos causados pela pandemia na atividade neste primeiro semestre pode demorar mais de 10 trimestres, estima o Goldman. O PIB do Brasil deve encolher 14,2% no primeiro semestre, para se recuperar 7,7% no segundo.

Leia Também

ESTÁ VALENDO

Primeiro dia sem bets e R$ 1,3 bilhão em saldo: o prazo para a restituição das apostas on-line começará a correr

SD EXPLICA

O Brasil vai dar calote na dívida pública? Entenda os riscos para os títulos públicos do Tesouro Direto

No Brasil, além da crise do coronavírus, o Goldman observa que há o aumento dos ruídos políticos e dos riscos fiscais, que contribuem para agravar ainda mais o quadro recessivo.

Nos indicadores fiscais, o banco americano projeta déficit primário acima de 11% do PIB este ano e a relação dívida/PIB batendo em 92% em dezembro. O déficit fiscal deve bater em 15% do PIB, nível recorde. "No geral, esperamos que a incerteza política e econômica permaneça alta, o que provavelmente aumentará o ônus econômico e social da pandemia e prejudicará a recuperação da atividade."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
5 de outubro de 2026 - 14:21
Mega-Sena perde a liderança dos maiores prêmios das loterias da Caixa. 5 de outubro de 2026 - 7:48
eleições 2026 brasil economia investimentos bolsa ibovespa 4 de outubro de 2026 - 11:39
Botijões do programa Gás do Povo, benefício social para famílias de baixa renda 4 de outubro de 2026 - 5:13
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 3 de outubro de 2026 - 5:08
Tela do Meu INSS com opção de acesso pela conta gov.br 2 de outubro de 2026 - 5:07
Uma gangarra representando o Ibovespa: de um lado (vermelho), a gangorra está para baixo. De outro (verde), a gangorra está para cima. No centro, o Ibovespa. 1 de outubro de 2026 - 19:50
1 de outubro de 2026 - 15:01
pix internacional 1 de outubro de 2026 - 11:01
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar