🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Ricardo Gozzi

É jornalista e escritor. Passou quase 20 anos na editoria internacional da Agência Estado antes de se aventurar por outras paragens. Escreveu junto com Sócrates o livro 'Democracia Corintiana: a utopia em jogo'. Também é coautor da biografia de Kid Vinil.

Pesquisa

Jovens são os mais afetados pela segunda recessão em 5 anos

Desemprego é historicamente mais alto entre os jovens, mas a distância entre a média do País e a registrada entre eles aumentou na crise de 2015/2016 e nunca mais voltou ao nível anterior

Ricardo Gozzi
4 de outubro de 2020
16:57
Crise no Brasil
Crise no Brasil - Imagem: Shutterstock

Os brasileiros de 15 a 19 anos são os que tiveram o maior recuo na renda entre 2015 e 2019, com queda de 24%. Entre os de 20 a 24 anos, a perda foi de 11%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora, os jovens estão novamente entre os mais atingidos pela recessão e o desemprego provocados pela covid19. Entre o primeiro e o segundo trimestre de 2020, esses grupos perderam 34,2% e 26% da renda, respectivamente, de acordo com o Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV Social). No segundo trimestre deste ano, enquanto a taxa geral de desemprego no País era de 13,3%, entre a população de 18 a 24 anos ela alcançou 29,7%.

O desemprego é historicamente mais alto entre os jovens, mas a distância entre a média do País e a registrada entre eles aumentou na crise de 2015/2016 e nunca mais voltou ao nível anterior. Estudos mostram que o mercado de trabalho precário no início de carreira pode comprometer salário desses profissionais por toda sua trajetória, fenômeno chamado de “efeito cicatriz”.

Marcas da Covid

Edna Carolina Esteves Telmo tem 23 anos, é formada em Letras e teve um único emprego na vida até hoje, que durou cinco meses. Ela começou a procurar um primeiro trabalho pouco antes da recessão de 2015 e 2016, quando ainda estava na faculdade, para ajudar as tias a pagar as contas da casa. Tentou vagas de recepcionista e atendente, mas ninguém a contratou no meio da crise.

Após três anos de procura, no fim de 2018, conseguiu uma vaga em uma empresa de telemarketing, mas cinco meses depois foi demitida. “Estava tendo corte de pessoal e quem tinha avaliação da média para baixo foi mandado embora. Minha nota estava na média”, conta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde o ano passado, ela voltou a buscar emprego, mas, com a pandemia do coronavírus, as perspectivas se tornaram piores. “Tenho tentado umas 20 vagas por mês, em qualquer área. Antes chamavam para entrevistas, parece que consideravam currículo sem experiência. Agora, não chamam nem respondem email”, diz ela, que ajudou a pagar as contas da casa nos últimos meses com o auxílio emergencial. As tias, uma professora do ensino público e uma atendente em uma loja de cartuchos para impressora, sustentam a família.

Leia Também

Edna faz parte da geração que mais sofreu os efeitos das últimas crises: jovens cuja renda despencou entre 2015 e 2017, que não tinham conseguido se recuperar ainda desse impacto e que estão, novamente, entre os mais atingidos pela nova recessão.

Levantamento do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV Social) aponta que pessoas de 15 a 19 anos foram as que tiveram o maior recuo na renda entre 2015 e 2019, com uma queda de 24%, seguidas por aquelas que tinham entre 20 e 24 anos, cujos rendimentos diminuíram 11%. Agora, entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano, esses grupos perderam 34,2% e 26% da renda, respectivamente.

A queda acentuada do rendimento dos jovens é explicada pelo fato de eles serem os mais atingidos pelo desemprego. No segundo trimestre deste ano, enquanto a taxa de desemprego no País estava em 13,3%, entre a população de 18 a 24 anos ela era mais que o dobro e alcançou 29,7%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O desemprego é historicamente mais alto entre os jovens. A questão é que essa distância entre a média do País e a registrada entre eles aumentou na recessão de 2015 e 2016, nunca mais voltou ao patamar anterior e, na pandemia, disparou.

Antes de 2015, a diferença da taxa de desemprego entre a população brasileira em geral e os jovens era de 8,3 pontos porcentuais. Em 2017, chegou a 14,2 pontos e, com a recuperação - ainda que lenta - da economia em 2018 e 2019, passou a diminuir. A crise do coronavírus, porém, fez essa diferença alcançar 16,4 pontos porcentuais entre abril e junho de 2020. O problema é ainda maior quando se considera o chamado efeito cicatriz, isto é, um efeito de longo prazo na carreira dos jovens que entram no mercado de trabalho em meio a uma recessão (leia mais na B3).

Concorrência

A alta taxa de desemprego entre os mais jovens é explicada pelo fato de que, em meio a uma crise, pessoas com alguma bagagem profissional acabam topando trabalhar por salários inferiores, passando a ocupar vagas que, inicialmente, seriam destinadas aqueles que acabam de concluir os estudos.

O economista Lucas Assis, da consultoria Tendências, lembra que, globalmente, os jovens já têm uma dificuldade maior para se inserir no mercado devido a um problema de “assimetria informacional”, isto é, faltam informações para os empregadores sobre a produtividade de quem está no início da vida laboral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“No Brasil, isso é mais grave por causa da baixa escolaridade. Jovens tendem a ter menos anos de estudo e concorrem com pessoas desempregadas de maior qualificação”, acrescenta Assis.

Programas de formação e incentivo fiscal podem ajudar

Melhorar a conexão entre escolas e o mercado de trabalho é uma das medidas que podem reduzir o desemprego de quem está começando a vida profissional, segundo o economista Marcelo Neri, diretor do FGV Social. “O País está muito atrasado nisso, mas a reforma que vem sendo feita no ensino médio, com trajetórias (que permitem a escolha de disciplinas pelo aluno), vai na direção correta.”

Programas como o Formare, da Fundação Iochpe, estão entre os que estreitam essa conexão. O Formare oferece formação profissional a jovens em situação de vulnerabilidade por meio de parcerias com empresas. De seus alunos, uma média de 83% conseguem se inserir no mercado, mas a demanda é muito maior do que a capacidade da fundação. Desde o ano passado, são cerca de 80 candidatos por vaga; antes, eram de 30 a 40.

“Uma coisa que poderia ajudar bastante seria uma lei de incentivo fiscal para a educação, como temos para o esporte e para a cultura. Existe essa necessidade porque os colégios não estão preparados para apoiar o jovem na transição entre a saída das escolas e a entrada no mercado de trabalho”, diz o presidente da Fundação Iochpe, Cláudio Anjos. O incentivo fiscal permitiria que mais empresas destinassem recursos a projetos de formação profissional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No curto prazo, porém, programas de transferência de renda, como o Bolsa Família ou o auxílio emergencial, estão entre as poucas saídas para amenizar a crise entre os jovens, de acordo com o economista Naercio Menezes Filho, professor do Insper. Para ele, no entanto, a única forma de realmente resolver o problema do desemprego entre os jovens é com crescimento econômico. “O País tem de crescer, ter produtividade. Esse é o melhor caminho. Quanto antes crescer, começa a gerar emprego de novo.”

Presidente do Fórum da Juventude da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Marcus Barão destaca que medidas que apoiam o empreendedorismo e incluam qualificação, acesso a crédito e desburocratização podem ajudar os jovens. Programas como o Jovem Aprendiz, acrescenta Barão, que constroem um caminho para o primeiro emprego, também são positivos. “Percebemos que jovens que participam desse programa se sentem mais estáveis e lidam melhor emocionalmente com a pandemia.”

Iniciativas que permitam empregadores contratarem jovens pagando menos tributos também são bem vistas por Barão desde que não reduzam direitos já adquiridos. No caso do contrato Verde Amarelo - criado pelo governo de Jair Bolsonaro, mas cuja Medida Provisória perdeu validade -, Barão aponta problemas por se sobrepor à Lei do Estágio.

“Qualificar o jovem é o mais importante”, diz Barão. “Se não fizermos isso, corremos o risco de milhões de pessoas deixarem de participar da economia, produzindo e consumindo. Com qualificação, além da possibilidade de os jovens se realizarem como cidadãos, serão capazes de oferecer algo para as gerações seguintes.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

‘Efeito cicatriz’: crise ameaça carreira

Além de a situação atual para os jovens já ser ruim, o futuro também não é nada promissor. Estimativas da consultoria Tendências apontam para um crescimento fraco do Produto Interno Bruto (PIB) na próxima década, com uma média de 2,4% ao ano até 2029. O mercado de trabalho deverá responder de modo gradual a isso, com a taxa de desemprego em dois dígitos pelo menos até 2029, quando deverá cair a 10,3% - hoje está em 13,8%.

“O desemprego vai ficar mais alto no ano que vem, prevemos 15,7%, com pessoas que hoje estão fora do mercado começando a procurar ocupação. Para o mercado dos jovens, não vislumbramos um cenário otimista”, diz o economista Lucas Assis, da Tendências.

Se o cenário previsto por Assis se concretizar, os jovens brasileiros terão enfrentado, até o fim da próxima década, 15 anos de crise laboral, o que poderá marcar toda a trajetória profissional deles. Estudos apontam que as condições iniciais do mercado de trabalho podem interferir no salário e no emprego dos jovens durante toda sua vida, o que os especialistas chamam de “efeito cicatriz”. Assim, quanto maior o desemprego no começo da carreira, menor o rendimento futuro.

“O jovem, quando sai da escola, precisa experimentar várias ocupações para saber qual combina melhor com suas habilidades. Se entra no mercado de trabalho numa recessão, ele não tem essa possibilidade de experimentar ou fica desmotivado, perdendo conhecimento”, diz o economista Naercio Menezes Filho, professor do Insper.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bruna Gabrielle Esteves, de 19 anos, faz parte do grupo de jovens que não têm conseguido se inserir no mercado e que podem sofrer impactos negativos durante toda a vida profissional. Bruna começou a estudar enfermagem no ano passado e tenta uma vaga desde os 17 anos.

“Procuro nas redes sociais. Também me cadastrei em quase todos os sites de emprego. Mas são poucas as vagas e, quando tem, a concorrência é muito grande e dão preferência para quem tem experiência. Fico na esperança de que, quando termine a faculdade, tenha emprego.”

Violência

Menezes Filho afirma ainda que estudos feitos na Inglaterra mostram que recessões no início da carreira profissional também aumentam a probabilidade de os jovens entrarem para o crime, além de reduzirem a produtividade do país. “Ou ele pode começar no crime ou ir trabalhar como entregador de aplicativo, que é o que tem hoje. Ele não vai alcançar a produtividade que teria nem a satisfação pessoal. Vai se acomodar em um nível mais baixo, com salário inferior. O país todo perde.”

O economista Marcelo Neri, diretor do FGV Social, lembra que a crise dos anos 1980 no Brasil foi um dos fatores que levou a taxa de criminalidade no País a patamares mais altos nos 15 anos seguintes. Segundo ele, o “efeito diploma” também pode perder sua eficácia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Logo que alguém consegue um título, o ganho de renda costuma ser maior. Se se perde essa janela de oportunidade por causa da pandemia, é possível que não haja uma recuperação depois”, diz Neri.

Apesar do quadro desanimador, há um fator que pode ajudar o jovem. A quarentena imposta pelo coronavírus tem acelerado a transformação digital das empresas e os jovens têm mais facilidade para lidar com essa nova economia.

“Mesmo tendo sido os mais afetados, eles dispõe de instrumentos para tentar se inserir nas novas tendências”, acrescenta o diretor do FGV Social.

‘É possível diminuir os impactos da crise’

Driblar completamente a crise é impossível, afirma Lucas Oggiam, diretor da empresa de recrutamento Page Personnel. Há, porém, como minimizar os impactos dela. Abrir-se para vagas que não são as ideais, empreender e buscar qualificação são opções para quem está atrás de emprego. Oggiam afirma também que os jovens têm de fazer currículos simples, além de evitar assuntos polêmicos nas redes sociais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

• É possível driblar a crise?

Não tem como não sofrer de alguma forma, mas tem como diminuir os impactos. Estamos vivendo um momento em que ainda há vagas, mas nem sempre é a que a pessoa quer. Então, é preciso flexibilização. Talvez a posição dos sonhos não esteja disponível e o jovem vai ter de ganhar experiência ou seguir caminhos alternativos. Outra coisa importante é: se a oportunidade ideal não está disponível e você só quer seguir aquilo, aproveite agora para estudar. O Brasil tem carência de profissionais qualificados. Se você está terminando a faculdade, pode fazer uma pós-graduação e se dedicar de forma mais intensa. Uma terceira dica é empreender. Vai ser um desafio grande, mas você vai aprender muito.

• Quais as alternativas para quem ainda está saindo do segundo grau e precisa trabalhar?

Acho que ser mais flexível em relação às vagas e empreender se aplicam para esses. Também é um momento para eles estudarem. Nos últimos 12 meses, cursos gratuitos online têm aumentado muito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

• Há jovens que estão procurando emprego há dois anos. Para eles é mais difícil conseguir uma vaga? O que fazer nesse caso?

Na crise, a maioria das empresas não está disposta a contratar alguém para treinar e desenvolver profissionalmente. Elas precisam contratar gente para apagar incêndio. O mercado de trabalho é bastante injusto nesse sentido e é mais difícil, sim, para quem está afastado há mais tempo. Para esses profissionais, investir na construção de uma rede de contatos é crucial. Ser indicado ajuda muito esses profissionais. Quando você indica alguém é porque conhece os valores intangíveis da pessoa. E esse profissional talvez precise ser mais avaliado por isso do que pelo conhecimento técnico.

• O que os jovens que nunca trabalharam devem escrever no currículo?

O currículo deve ser o mais simples e objetivo possível. Tem de ser fácil de olhar e de se buscar a informação. Se não tem experiência, é melhor colocar apenas a formação e ponto. O jovem também tem de cuidar nas redes sociais. A foto no LinkedIn deve ser profissional, com fundo e roupa neutros. Quanto menos posicionamento no LinkedIn sobre assuntos polêmicos, como religião e política, melhor. Hoje, os recrutadores olham menos nas redes sociais pessoais, mas alguns ainda olham. Então, se você puder se abster de assuntos polêmicos no Facebook também é melhor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FEIRÃO DE IMÓVEIS SANTANDER

Banco Santander (SANB11) leiloa mais de 1100 imóveis com lances a partir de R$ 69 mil; veja detalhes

19 de fevereiro de 2026 - 15:14

O destaque entre os imóveis do leilão do Santander é um apartamento no bairro Paraíso, bairro nobre de São Paulo

MARCO NA HISTÓRIA DA NFL

Apenas 10 dias depois de vencer o Super Bowl, time campeão anuncia processo de venda da franquia

19 de fevereiro de 2026 - 12:30

Processo do time vencedor do Super Bowl de 2026 tem o potencial de se transformar na maior venda da história da NFL

JOALHERIA DE INFLUENCIADORES

Brincos, anéis, colares e mais: o que foi levado por bandidos que roubaram joalheria em bairro nobre de São Paulo em pleno Carnaval

19 de fevereiro de 2026 - 11:09

Todas as joias furtadas eram de ouro com diamantes; joalheria não possui seguro das peças

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS VIRTUAL

Lotofácil volta do Carnaval com o samba no pé e deixa 2 vencedores a poucos meses do primeiro milhão de reais; Mega-Sena pode pagar R$ 72 milhões hoje

19 de fevereiro de 2026 - 7:01

Os ganhadores do concurso 3615 da Lotofácil efetuaram suas apostas por meio dos canais eletrônicos da Caixa Econômica Federal.

LONGO CAMINHO

Como é a “Casa da Tesla”, que ganhou fama por causa de Elon Musk, mas ainda está longe chegar ao Brasil

18 de fevereiro de 2026 - 15:38

Até o momento, apenas 15 dos 50 estados dos Estados Unidos podem receber o módulo que ficou conhecido como a “casa da Tesla”

SEM QUERER, VIROU MILIONÁRIO

Menino de 10 anos faz investimento acidental em inteligência artificial e transforma cem dólares em US$ 70 milhões anos depois

18 de fevereiro de 2026 - 11:36

Menino da Malásia comprou domínio com as iniciais de seu nome em 1993; anos depois ganhou milhões com o investimento

QUEM RECEBE?

Rombo no FGC continua a escalar: fundo deve desembolsar quase R$ 5 bilhões após liquidação do Banco Pleno

18 de fevereiro de 2026 - 10:07

Segundo o FGC, cerca de 160 mil credores poderão ser ressarcidos após a liquidação do Banco Pleno; veja os próximos passos

LOTERIAS

Com R$ 72 milhões em jogo, Mega-Sena volta do Carnaval com prêmio mais alto da semana, mas destaque de hoje é a +Milionária

18 de fevereiro de 2026 - 8:40

Como a Mega-Sena só corre amanhã, a +Milionária é a loteria da Caixa com o maior prêmio em jogo na noite desta quarta-feira (28), mas outras modalidades também prometem prêmios milionários hoje. Confira os valores.

MERCADO DE COMMODITIES

A alta do petróleo tem prazo de validade? Descubra o que pode mudar o cenário, segundo o Citi

17 de fevereiro de 2026 - 12:01

Sem acordo entre EUA e Irã, Brent pode seguir firme; com diplomacia, banco projeta queda e reação da Opep+

AS APARÊNCIAS ENGANAM

Milionários discretos: aprenda a interpretar os sinais de que alguém tem muito mais dinheiro do que aparenta

17 de fevereiro de 2026 - 10:21

Pode ser que você conheça alguém que é milionário e nem percebeu por causa dos hábitos dessas pessoas

LEÃO À ESPREITA

IRPF 2026: estes são os documentos que você precisa reunir para a declaração de imposto de renda deste ano

16 de fevereiro de 2026 - 17:55

Com declaração pré-preenchida ou sem, o indicado é reunir todos os documentos e revisar as informações antes de submetê-las ao Fisco

ALÍVIO NO CAIXA

Maior fôlego para o Banco do Brasil? BNDES aprova R$ 7,5 bilhões para renegociações de dívidas no agronegócio

16 de fevereiro de 2026 - 17:25

Linha subsidiada pelo Tesouro busca dar fôlego ao agronegócio e reduzir risco de retração na produção

PLANTAS FALANTES

Que fertilizante é esse? Jardim permite que visitantes conversem com plantas que respondem perguntas

16 de fevereiro de 2026 - 10:27

Não tem o menor problema conversar com uma planta. Isso só é um problema se você ouvir uma resposta, diria um psiquiatra. Mas não se você estiver no Jardim Botânico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Pode até parecer mentira, mas visitantes do jardim podem conversar com o total de 20 plantas e, o mais […]

BOMBOU NO SD

A conta do Master chega para o Banco do Brasil (BBAS3), o calendário do Pé-de-Meia em fevereiro e o brilho de um sol artificial: os destaques da semana

15 de fevereiro de 2026 - 15:12

A tormenta do Banco do Brasil, a fatura da crise do Banco Master e o Pé-de-Meia foram destaque no Seu Dinheiro; veja as matérias mais lidas dos últimos dias

LEÃO DE OLHO

IRPF 2026: gastos no cartão de crédito podem levar à malha fina — saiba como declarar no imposto de renda

15 de fevereiro de 2026 - 14:03

A Receita Federal mantém uma fiscalização forte sobre as operações de crédito, que obriga as instituições financeiras a reportarem movimentações que ultrapassem R$ 2 mil mensais

LOTERIAS

Teimosinha dá samba: aposta insistente ganha na Lotofácil, enquanto prêmio da Mega-Sena salta a R$ 72 milhões

15 de fevereiro de 2026 - 10:07

Enquanto a Quina e a Mega-Sena acumularam, a Lotofácil fez três vencedores ontem. Confira os números sorteados nas principais loterias da Caixa Econômica Federal

SEM BENEFÍCIO ESPECIAL

STF barra aposentadoria especial para vigilantes; benefício traria conta de R$ 154 bilhões ao INSS em 35 anos

14 de fevereiro de 2026 - 17:30

Segundo Alexandre de Moraes, o Supremo decidiu, em 2019, que guardas municipais não têm direito à aposentadoria especial por atividade de risco, e vigilantes não poderiam ter mais benefícios

TEM ATÉ PORTA-AVIÕES

Forças Armadas dos EUA se preparam para operações no Irã que podem durar semanas

14 de fevereiro de 2026 - 16:30

Exército se prepara para a possibilidade de operações prolongadas caso o presidente Donald Trump ordene um ataque contra o Irã

VAZAMENTO DE DADOS

Banco Central alerta: quais dados foram expostos em vazamento de mais de 5 mil chaves Pix do Agibank?

14 de fevereiro de 2026 - 15:21

Banco Central informa que 5.290 chaves Pix do Agibank tiveram dados cadastrais expostos após falha pontual no sistema da instituição

QUAL O PROBLEMA

O mundo rico deveria temer a “Brasilificação” da economia, diz The Economist

14 de fevereiro de 2026 - 14:30

O mundo rico deveria temer as consequências de juros altos para a economia, de olho nos problemas que essas taxas geram no Brasil

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar