O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Instituição manteve projeção de crescimento de 2% neste ano, mas cortou estimativa para o próximo ano
O surto de coronavírus é um risco negativo para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, segundo o Rabobank, embora a instituição mantenha sua projeção para o crescimento da economia brasileira neste ano em 2%. No entanto, para 2021, o banco cortou sua previsão para a alta de PIB brasileiro de 3% para 2,5%.
O Rabobank afirma que "o componente atual dos dados de sentimento econômico e do mercado de trabalho" sustenta a expectativa de um avanço de 2% do PIB neste ano, mas que há riscos para essa previsão "quando analisamos o componente da confiança na economia".
"Especialmente no final do ano, isso poderia deixar uma base menor para o crescimento de 2021", acrescenta a instituição financeira.
Segundo o banco holandês, a velocidade com que o coronavírus está se espalhando "hipnotizou os mercados e desencadeou outra aversão a risco nesta semana".
Na visão do Rabobank, apesar da desvalorização do real, que fechou cotado a R$ 4,4785 ontem , em novo recorde nominal, o hiato do produto "permanece grande" e não deve haver uma pressão inflacionária no país.
A instituição ressalta que, na próxima semana, os mercados financeiros "ficarão de olho" no resultado do PIB do Brasil no quarto trimestre de 2019. O banco prevê um crescimento de 0,7% entre outubro e dezembro, na comparação trimestral, e uma alta de 1,2% do indicador em 2019, em relação ao ano anterior.
Leia Também
"Apesar do ganho marginal, o cenário subjacente ainda é de uma recuperação pós-recessão muito gradual, com obstáculos cíclicos e estruturais impactando a economia brasileira", analisa o Rabobank.
*Com Estadão Conteúdo
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos