🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Entrevista

Ex-BC, Figueiredo vê espaço para corte de mais 0,25 ponto na Selic e juro baixo por um longo tempo

Sócio-fundador da Mauá Capital e ex-diretor do BC, Luiz Fernando Figueiredo se diz satisfeito com a condução da política monetária e aposta na manutenção da Selic em patamares estimulativos por um longo tempo

Luiz Fernando Figueiredo, sócio da Mauá Capital
Luiz Fernando Figueiredo, sócio da Mauá Capital e ex-diretor do Banco Central - Imagem: Reprodução YouTube

Após pisar no acelerador e cortar a taxa Selic em 1,5 ponto de maio para cá, o Copom deve ser mais conservador daqui em diante. Essa é a avaliação de Luiz Fernando Figueiredo, sócio-fundador da Mauá Capital e ex-diretor do Banco Central (BC) — uma leitura que, no entanto, não quer dizer que a autoridade monetária irá subir os juros num futuro próximo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Figueiredo classificou a decisão e as sinalizações do BC como "absolutamente corretas" — há pouco, o Copom cortou a Selic em mais 0,75 ponto, levando a taxa básica de juros ao novo piso de 2,25% ao ano, e deixou a porta aberta para mais reduções.

O sócio da Mauá Capital destacou que, ao se referir ao futuro da Selic, o Copom fez menção a 'ajustes residuais' — um termo que leva a crer que um próximo corte, se concretizado, será de 0,25 ponto.

"O Banco Central adequou a política monetária ao momento que vivemos", ressaltou Figueiredo, ao lembrar do ajuste mais intenso na taxa básica de juros nas últimas duas reuniões. "Ele mesmo diz que, dado o diagnóstico, é preciso ter uma política monetária estimulativa".

De acordo com o último boletim Focus, a inflação medida pelo IPCA deve fechar o ano em torno de 1,6% — uma redução bastante expressiva quando consideramos as projeções de janeiro, de alta de cerca de 3,5% nos preços ao fim de 2020. Para 2021, as estimativas foram de alta de 3,75% para crescimento de 3%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa desaceleração brusca na inflação, assim, acabou por abrir espaço para que o ciclo de cortes na Selic tivesse continuidade, fazendo com que a taxa básica de juros continuasse renovando os pisos históricos — um movimento que ainda pode ter um último ajuste, considerando o cenário atual.

Leia Também

"Quando veio o choque, ficou claro que ele era mais de demanda que de oferta. Os dois caíram, mas a demanda caiu muito mais e, com isso, esse choque se mostrou desinflacionário" — Luiz Fernando Figueiredo, sócio-fundador da Mauá Capital e ex-diretor do BC

Para onde vamos?

Considerando os sinais emitidos hoje pelo Copom, Figueiredo diz enxergar a Selic "em torno de 2%" ao fim de 2020. A Mauá Capital ainda projeta uma retração do PIB do país entre 5% e 6% neste ano, com inflação em 1,4%.

Independente do que o BC fará na próxima reunião — manutenção da Selic ou o eventual corte de 0,25 ponto —, ele acredita que a taxa básica de juros permanecerá em níveis baixos por bastante tempo, considerando as características da atual crise.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O nível de ociosidade da economia e a taxa de desemprego, segundo Figueiredo, devem permanecer em níveis elevados por prazo prolongado, levando em conta que o retorno à normalidade é feito de maneira gradual — a reabertura total da economia ainda deve demorar bastante.

Além disso, os efeitos das iniciativas econômicas e monetárias não são imediatos — uma combinação que deverá fazer com que o BC mantenha a política monetária estimulativa até o segundo semestre do ano que vem.

"Agora vamos para uma fase mais monótona da política monetária", disse Figueredo, referindo-se à perspectiva de poucas mudanças nos juros no curto prazo.

E o dólar?

Quanto às eventuais pressões que a postura do BC poderá trazer à taxa de câmbio, Figueiredo diz não acreditar que, nos níveis atuais, a Selic não tende a influenciar tanto o comportamento do dólar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Quanto tínhamos uma taxa perto de 15% e uma volatilidade no câmbio de 7% a 8% ao ano, sem dúvida os juros influenciavam bastante [a cotação do dólar]", diz. "Mas, com a taxa a 2% e uma volatilidade no câmbio de 15% a 20% ao ano, o juro é muito pouco relevante".

E, de fato, temos visto uma forte oscilação nas cotações do dólar: a moeda americana, que começou o ano perto dos R$ 4,00, chegou ao nível de R$ 5,90 em meados de maio — uma alta de mais de 47%.

Hoje, a divisa fechou a R$ 5,2608, acumulando ganhos de 31% em 2020. Apesar do alívio recente, o sócio da Mauá Capital avalia que a disparada no dólar foi excessiva — grande parte do movimento teria relação ao prêmio de risco do Brasil, dada a percepção negativa do país no exterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CEO CONFERENCE 2026

Brasil vive melhor momento em anos, diz André Esteves — e o próximo presidente só terá um desafio na economia

11 de fevereiro de 2026 - 17:03

Para o presidente do conselho de administração do BTG Pactual, o país está com a economia no lugar e o cenário ideal para acelerar

PRESIDENTE DO BC

“Banco Central é um transatlântico”: Galípolo sinaliza cortes da Selic, mas evita decisões precipitadas

11 de fevereiro de 2026 - 16:10

“Por que as taxas de juros são tão altas no Brasil? Por conta da nossa dificuldade de convergência com a meta de inflação”, resumiu o presidente do BC

LINHA GALAXY S

Já era, fofoqueiros: Samsung prepara celular com recurso anticuriosos; veja data de lançamento e como conseguir descontos de até R$ 1.500

11 de fevereiro de 2026 - 11:04

Veja o que esperar da nova linha Galaxy S com informações vazadas de insiders da Samsung

ATENÇÕES DIVIDIDAS

Lotofácil 3610 faz 5 milionários de uma vez só, mas Dia de Sorte paga o maior prêmio da rodada; Mega-Sena acumula

11 de fevereiro de 2026 - 7:28

Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na terça-feira. Dia de Sorte pagou o maior valor da noite. Estimativa de prêmio da Mega-Sena sobe para R$ 55 milhões.

CEO CONFERENCE 2026

Até onde a Selic pode cair? BTG projeta cortes totais de 3 pontos nos juros este ano; questão fiscal é o principal risco

10 de fevereiro de 2026 - 18:32

Economistas enxergam ambiente mais favorável para cortes no Brasil do que nos EUA, mas com limites impostos pelos altos gastos públicos

REFÚGIO MILIONÁRIO

Quer ser vizinho do Bill Gates? Veja quanto custa a casa colocada à venda pelo fundador da Microsoft

10 de fevereiro de 2026 - 15:37

Apesar de não ser tão extravagante quanto a residência principal do bilionário, o imóvel tem várias características de luxo

BC INDEPENDENTE

Em ano eleitoral, Motta blinda autonomia do BC e descarta aumento de impostos para 2026

10 de fevereiro de 2026 - 14:04

O deputado acrescentou que, sob sua presidência, a Câmara não colocará em votação nenhuma proposta que altere o modelo atual de independência do BC

CEO CONFERENCE 2026

Com recordes no Ibovespa e dólar em queda, Haddad cutuca mercado: “quem não acreditou na gestão perdeu dinheiro”

10 de fevereiro de 2026 - 12:15

Na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o ministro avaliou sua gestão na Fazenda, rebateu o ceticismo de investidores, defendeu a autonomia do BC e comentou o caso Master, exaltando Gabriel Galípolo

SÓ DEU ELA

Lotofácil começa semana com 2 vencedores mais perto do primeiro milhão; Mega-Sena pode pagar R$ 47 milhões hoje

10 de fevereiro de 2026 - 7:11

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.

POLÍTICA MONETÁRIA

Presidente do BC prega cautela nos juros e fala sobre Master: “não há regra que proíba captar acima do CDI”

9 de fevereiro de 2026 - 17:16

Mesmo com sinais de arrefecimento da inflação, Gabriel Galípolo afirma que mercado de trabalho forte e salários em alta exigem cuidado extra com cortes na taxa básica

QUEM PAGA A CONTA

FGC deve votar proposta para recuperar R$ 50 bilhões perdidos com o caso Master, diz jornal

9 de fevereiro de 2026 - 10:00

A proposta é antecipar as contribuições ordinárias dos associados do FGC, de 2026 a 2028, além de exigir uma contribuição extraordinária, segundo o jornal O Globo.

LOTERIAS

Com R$ 47 milhões em jogo, Mega-Sena promete o prêmio mais alto da semana, mas outras loterias também oferecem valores milionários

9 de fevereiro de 2026 - 7:36

Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Quina é a loteria da Caixa com o maior prêmio em jogo na noite desta segunda-feira (9); confira os valores.

TAÇA VAZIA

Crise do vinho na Argentina: consumo cai mais de 20% — e o principal motivo não é a economia do país

8 de fevereiro de 2026 - 16:03

Nos últimos cinco anos, a queda do consumo de vinho foi de 22,6%. O último ano positivo foi 2020, início da pandemia, quando o isolamento obrigou muitos argentinos a ficar em casa

DINHEIRO NO BOLSO

JHSF (JHSF3), BTG Pactual (BPAC11) e outras quatro empresas distribuem dividendos esta semana; veja quem pode receber

8 de fevereiro de 2026 - 15:06

Pagamentos de dividendos e JCP ocorrem em conjunto com a temporada de divulgação de balanços das principais empresas da B3

ENTRE JUROS E ELEIÇÕES

Estrangeiro impulsiona Ibovespa, mas institucional não compra a tese e foge da bolsa brasileira; entenda o desânimo dos investidores

8 de fevereiro de 2026 - 13:16

Dados preliminares mostram que, dos dias 1o a 29 de janeiro, a entrada de recursos na bolsa vindos do exterior somou R$ 25,3 bilhões

LOTERIAS

A sorte saiu da sala: loterias encalham, e prêmio da Mega-Sena sobe para R$ 47 milhões; confira os sorteios da segunda-feira

8 de fevereiro de 2026 - 11:02

A única loteria que contou com um vencedor na categoria principal foi a Lotofácil 3608

FUTUROLOGIA

Utopia ou distopia? Como seria a vida sem trabalho nem dinheiro sugerida por Elon Musk

8 de fevereiro de 2026 - 9:57

Enquanto o bilionário projeta um mundo sem mercado de trabalho, o debate filosófico e a ficção científica oferecem pistas sobre suas consequências

SORTE GRANDE

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 40 milhões neste sábado; confira como apostar

7 de fevereiro de 2026 - 17:02

Concurso 2970 acontece em São Paulo; último sorteio pagou R$ 141,8 milhões para uma única aposta

TORNOZELEIRA ELETRÔNICA?

MP denuncia Sidney Oliveira, dono da Ultrafarma, por esquema de propinas; valor pago por varejistas é de R$ 1 bilhão

6 de fevereiro de 2026 - 11:25

Na época da deflagração da operação, Sidney chegou a ser preso, porém foi solto dias depois. Agora, o MP pede à Justiça que os acusados usem tornozeleira eletrônica

BRILHOU SOZINHA

Mega-Sena desencalha, sai pela 1ª vez desde a Mega da Virada e vencedor leva mais de R$ 141 milhões sozinho; Lotofácil tem dezenas de ganhadores

6 de fevereiro de 2026 - 7:03

Mega-Sena vinha acumulando desde o sorteio da Mega-da Virada. Lotofácil teve um total de 48 ganhadores. Todas as demais loterias sorteadas na quinta-feira (5) acumularam.

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar